Discussões, debates, polêmicas, novidades e dicas sobre o universo literário e o mundo editorial.
31 de jan. de 2011
30 de jan. de 2011
O prazer de tirar férias... E colocar a leitura em dia!
Não tem nada melhor do que ficar, literalmente, de pernas para o ar sem fazer nada, não é mesmo? Tudo bem que ninguém pode viver assim para sempre, mas é justamente por isso que uma palavrinha mágica foi adoravelmente inventada: FÉRIAS!
Segundo definição do HOUAISS, Dicionário Eletrônico da Língua Portuguesa, FÉRIAS é um substantivo feminino plural, que significa "período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades."
Eu raramente, desde que me formei, tenho a oportunidade de tirar 30 dias de férias consecutivos. Assim, com uma semaninha ali e 15 dias aqui, eu aproveito as férias viajando o máximo que posso e conhecendo tudo quanto é canto desse mundo. Mas, independentemente da onde eu for, tem uma coisa que não falta de jeito nenhum na bagagem: LIVROS, é claro!
Se tem uma coisa que eu faço com muito gosto nas minhas férias, é colocar aquelas leituras pendentes em dia! E só nos últimos 10 dias foram três livros completamente devorados!
Minha irmã acha que eu sou uma nerdizinha que fica lendo na praia. Meus padrinhos acham que eu pareço uma intelectual fazendo isso. Minha mãe acha minha cara. Mas querem saber o que EU acho dessa minha atitude? Pois eu acho que férias existem para que cada um curta da maneira que melhor quiser. E, para quem acompanha esse blog e me conhece um pouquinho, não resta dúvida que LER é um dos meus maiores prazeres nessa vida, né? Então, acho que consigo acabar um quarto livro antes de volta à ativa, rs!!
22 de jan. de 2011
Alguém ainda tem dúvida de como serão os futuros leitores?
Tem jeito mais gostoso de sair pra um feriadão prolongado do que dividir essas imagens com vcs, meus leitores queridos?
Parece que o futuro é mesmo ser um leitor digital.
E por que não virar as páginas do iPad com os pés?
| Julia, 3, & Logan, 1, brincando e se divertindo com o iPad |
Parece que o futuro é mesmo ser um leitor digital.
E por que não virar as páginas do iPad com os pés?
![]() |
| Logan J. Hills, 1 ano e 4 meses, já brincando com o iPad |
E cuidado para não pegarem no sono com o livro em mãos, hein?
| Julia Grace Hills, 3 anos e 1 mês, que acabou dormindo depois de tanto brincar com o iPad |
BOM FERIADO, PESSOAL!!!
21 de jan. de 2011
Oswald de Andrade é o homenageado da FLIP 2011
O escritor Oswald de Andrade será o homenageado da 9ª Festa Literária Internacional de Paraty 2011, que acontece entre os dias 6 e 10 de julho.
A organização também confirmou os dois primeiros convidados: o argentino Andrés Neuman, vencedor dos Prêmios Alfaguara e Crítica 2009, e que terá seu livro O viajante do século publicado aqui pela Alfaguara; e o americano David Remnick, editor da revista The New Yorker e autor de A ponte (Companhia das Letras), biografia de Barack Obama.
Esta é a primeira edição da festa sob a curadoria de Manuel da Costa Pinto.
DÁ PRA CHEGAR LOGO, FLIP???
Esta é a primeira edição da festa sob a curadoria de Manuel da Costa Pinto.
DÁ PRA CHEGAR LOGO, FLIP???
20 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] MEC vai distribuir 10 milhões de dicionários nas salas de aula das escolas públicas do país
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai comprar 10 milhões de dicionários de português para distribuir às escolas públicas de educação básica em 2012.
O custo previsto no edital (que foi publicado pelo MEC no dia 7 de janeiro passado no Diário Oficial da União) é de 100 milhões de reais. Os dicionários – que não ficarão nas bibliotecas, mas nas salas de aula -- deverão observar as novas regras do acordo ortográfico que entrou em vigor em 2009.
O FNDE vai comprar dicionários de quatro tipos: para o 1° ano do ensino fundamental (menos verbetes e letras maiores), do 2° ao 5º ano, do 6° ao 9° ano e das três séries do ensino médio.
Para saber mais, clique AQUI.
O FNDE vai comprar dicionários de quatro tipos: para o 1° ano do ensino fundamental (menos verbetes e letras maiores), do 2° ao 5º ano, do 6° ao 9° ano e das três séries do ensino médio.
Para saber mais, clique AQUI.
Marcadores:
dicionários
,
distribuição gratuita
,
ensino fundamental
,
ensino médio
,
escolas
,
escolas públicas
,
FNDE
,
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
,
MEC
19 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Quem disse que o povo não gosta de ler?
O PublishNews da segunda-feira, 10/01/2011 trouxe uma notícia daquelas de nos fazer acreditar que o Brasil vai sim ser um país melhor!!
Pouco mais de dois meses após a inauguração, a biblioteca Leitura no Ponto, do Terminal Sacomã, contabiliza 1.100 sócios, sendo cerca de 170 do Grande ABC.
A matéria, publicada no Diário do Grande ABC, explica que o espaço atende cerca de 200 pessoas por dia entre empréstimos e devoluções; em média, um livro é levado a cada três minutos. E a expectativa é de que até o fim de fevereiro haja mais de 2.000 sócios.
O posto com maior número de sócios é também o mais antigo, o do metrô Paraíso, inaugurado há 6 anos: são 20 mil pessoas que emprestam cerca de 100 livros por dia.
Apesar de ter mais de dez vezes o número de associados da biblioteca do Sacomã, o número de empréstimos é praticamente o mesmo. "A movimentação no Sacomã tem sido bem maior que o esperado. É a primeira biblioteca que instalamos num terminal", explicou o coordenador das bibliotecas do Instituto Brasil Leitor (IBL), Gustavo Gouveia. A organização é responsável pela criação e gestão da Leitura no Ponto.
O sucesso pode ser atribuído ao fato do acesso ao posto ser livre, pois, para chegar às outras bibliotecas é necessário comprar bilhete e passar a catraca, porque geralmente ficam dentro das estações. No Sacomã, o acesso é gratuito. Ainda nesse mês, o projeto Leitura no Ponto atingirá a marca de um milhão de empréstimos no país.
Para se associar é só apresentar foto 3X4, RG, CPF e comprovante de residência do mês corrente - original e cópia de todos. O usuário pode ficar com o título por dez dias úteis e o empréstimo pode ser renovado. É bom lembrar que ter carteirinha de um posto não é o suficiente para retirar livros em outra estação. Para isso, é necessário novo cadastro.
A biblioteca do Terminal Sacomã funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 20h.
Pouco mais de dois meses após a inauguração, a biblioteca Leitura no Ponto, do Terminal Sacomã, contabiliza 1.100 sócios, sendo cerca de 170 do Grande ABC.
A matéria, publicada no Diário do Grande ABC, explica que o espaço atende cerca de 200 pessoas por dia entre empréstimos e devoluções; em média, um livro é levado a cada três minutos. E a expectativa é de que até o fim de fevereiro haja mais de 2.000 sócios.
O posto com maior número de sócios é também o mais antigo, o do metrô Paraíso, inaugurado há 6 anos: são 20 mil pessoas que emprestam cerca de 100 livros por dia.
Apesar de ter mais de dez vezes o número de associados da biblioteca do Sacomã, o número de empréstimos é praticamente o mesmo. "A movimentação no Sacomã tem sido bem maior que o esperado. É a primeira biblioteca que instalamos num terminal", explicou o coordenador das bibliotecas do Instituto Brasil Leitor (IBL), Gustavo Gouveia. A organização é responsável pela criação e gestão da Leitura no Ponto.
O sucesso pode ser atribuído ao fato do acesso ao posto ser livre, pois, para chegar às outras bibliotecas é necessário comprar bilhete e passar a catraca, porque geralmente ficam dentro das estações. No Sacomã, o acesso é gratuito. Ainda nesse mês, o projeto Leitura no Ponto atingirá a marca de um milhão de empréstimos no país.
Para se associar é só apresentar foto 3X4, RG, CPF e comprovante de residência do mês corrente - original e cópia de todos. O usuário pode ficar com o título por dez dias úteis e o empréstimo pode ser renovado. É bom lembrar que ter carteirinha de um posto não é o suficiente para retirar livros em outra estação. Para isso, é necessário novo cadastro.
A biblioteca do Terminal Sacomã funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 20h.
18 de jan. de 2011
[Novidade no ar] Como a série CREPÚSCULO mudou sua vida? - Responda e concorra à participação em encontro internacional
MORRI com a notícia que li no PublishNews agora há pouco!!
Intrínseca leva fã nº 1 do Crepúsculo a encontro internacional
OI???
Adivinhem só se eu também não vou participar, né?? hahaha!
Para concorrer, fã deve responder Como Crepúsculo mudou minha vida? E só 10 serão selecionados em todo o mundo.
Dez fãs da série Crepúsculo serão selecionados a dedo em diversos países para participar do encontro internacional que a Little, Brown Books For Young Readers está organizando e o Brasil não ficou de fora. A Intrínseca foi incumbida pela editora de Stephenie Meyer de descobrir, entre os brasileiros, quem é o fã número 1 de Bella e Edward para apresentá-lo à autora.
“Todos os anos, recebemos de nossas editoras parceiras no exterior centenas de convites de viagens para Stephenie Meyer”, diz Megan Tingley, publisher da Little, Brown Books for Young Readers. “Visto que é fisicamente impossível para um autor estar em tantos lugares, imaginamos que esse encontro seria uma boa maneira de trazer até ela alguns de seus maiores fãs.”
A data e o local do encontro ainda não foram confirmados. Sabe-se apenas que ele será realizado nos Estados Unidos ou no Canadá, provavelmente em março.
Já foram vendidos mais de 116 milhões de exemplares da série no mundo todo. Então calcula como vai ser a concorrência!
O Brasil é o único país sulamericano convidado a participar do evento, que deve reunir um leitor e um acompanhante dos países Canadá, China, França, Alemanha, Itália, México, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. A razão de tudo isso: o lançamento mundial de Crepúsculo: Guia oficial ilustrado da série, previsto para chegar no Brasil em 13 de abril.
“Temos leitores muito apaixonados pela obra de Stephenie Meyer no Brasil. É um privilégio poder proporcionar a realização do sonho de um desses milhões de leitores”, diz Jorge Oakim, publisher da Intrínseca.
O concurso será realizado por meio do hotsite e o fã deverá responder, até o dia 20 de fevereiro, “Como Crepúsculo mudou minha vida?”. A resposta ficará online, em um link compartilhável, junto a um botão de “curtir” do Facebook. As dez respostas mais “curtidas” ganharão um kit com todos os livros de Crepúsculo já publicados pela Intrínseca e passarão à segunda fase do concurso, quando serão avaliadas pela editora. O autor do texto mais convincente e criativo será anunciado no dia 22 de fevereiro.
O regulamento pode ser acessado AQUI. Um detalhe curioso dele: “Em hipótese nenhuma o acompanhante do vencedor pode ser um escritor profissional”.
Intrínseca leva fã nº 1 do Crepúsculo a encontro internacional
OI???
Adivinhem só se eu também não vou participar, né?? hahaha!
Para concorrer, fã deve responder Como Crepúsculo mudou minha vida? E só 10 serão selecionados em todo o mundo.
Dez fãs da série Crepúsculo serão selecionados a dedo em diversos países para participar do encontro internacional que a Little, Brown Books For Young Readers está organizando e o Brasil não ficou de fora. A Intrínseca foi incumbida pela editora de Stephenie Meyer de descobrir, entre os brasileiros, quem é o fã número 1 de Bella e Edward para apresentá-lo à autora.
“Todos os anos, recebemos de nossas editoras parceiras no exterior centenas de convites de viagens para Stephenie Meyer”, diz Megan Tingley, publisher da Little, Brown Books for Young Readers. “Visto que é fisicamente impossível para um autor estar em tantos lugares, imaginamos que esse encontro seria uma boa maneira de trazer até ela alguns de seus maiores fãs.”
A data e o local do encontro ainda não foram confirmados. Sabe-se apenas que ele será realizado nos Estados Unidos ou no Canadá, provavelmente em março.
Já foram vendidos mais de 116 milhões de exemplares da série no mundo todo. Então calcula como vai ser a concorrência!
O Brasil é o único país sulamericano convidado a participar do evento, que deve reunir um leitor e um acompanhante dos países Canadá, China, França, Alemanha, Itália, México, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. A razão de tudo isso: o lançamento mundial de Crepúsculo: Guia oficial ilustrado da série, previsto para chegar no Brasil em 13 de abril.
“Temos leitores muito apaixonados pela obra de Stephenie Meyer no Brasil. É um privilégio poder proporcionar a realização do sonho de um desses milhões de leitores”, diz Jorge Oakim, publisher da Intrínseca.
O concurso será realizado por meio do hotsite e o fã deverá responder, até o dia 20 de fevereiro, “Como Crepúsculo mudou minha vida?”. A resposta ficará online, em um link compartilhável, junto a um botão de “curtir” do Facebook. As dez respostas mais “curtidas” ganharão um kit com todos os livros de Crepúsculo já publicados pela Intrínseca e passarão à segunda fase do concurso, quando serão avaliadas pela editora. O autor do texto mais convincente e criativo será anunciado no dia 22 de fevereiro.
O regulamento pode ser acessado AQUI. Um detalhe curioso dele: “Em hipótese nenhuma o acompanhante do vencedor pode ser um escritor profissional”.
17 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Os melhores HQs de 2010
O UNIVERSO HQ publicou a relação dos melhores quadrinhos de 2010.
O mercado de quadrinhos fechou a década em grande estilo, com um ano excelente no que diz respeito à variedade e à qualidade dos lançamentos e, especialmente, pela consolidação de algo que se mostrava havia algum tempo: há muita gente talentosa fazendo HQs no Brasil!!
Não deixe de clicar AQUI e conferir os destaques!!!
14 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Livraria é livraria, e biblioteca é outra coisa
Publicada no PublishNews, a matéria "LIVRARIA É LIVRARIA, BIBLIOTECA É OUTRA COISA" traz à tona a discussão entre livrarias, editoras e o projeto de Lei nº 7913/2010, que “dispõe sobre a livre circulação e produções intelectuais”.
Basicamente, o que ele espera é que todos os livros lançados no Brasil sejam vendidos em todas as livrarias do país. A loja perderia, assim, o direito de escolher os produtos que quer vender e teria de abrigar a cada ano alguns milhares de novos títulos. Só em 2009, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial feita pela Fipe, foram mais de 22 mil lançamentos e 30 mil reedições.
Para ele, há um jogo econômico nas escolhas, o que impede que novos autores ou autores independentes e pequenas editoras consigam fazer suas ideias e suas obras circularem. Agora, se 35% das livrarias brasileiras faturam até R$ 350 mil e outros 24% ficam na faixa dos R$ 600 mil a R$ 1,2 mi, conforme mostrou o Diagnóstico do Setor Livreiro da Associação Nacional das Livrarias (ANL) apresentado em 2009, a conclusão é clara: nossas livrarias são pequenas. Caberá tanto livro?
Gostaria de deixar bem clara aqui minha opinião: acho isso uma palhaçada!! Cadê o direito à democracia? A loja é minha e vendo o que bem entender aqui dentro. Né?
Projeto de Lei inútil, que só vai servir para causar polêmica e dor de cabeça para quem trabalha e vive disso, que não é o caso do Senhor Bonifáco de Andrada (PSDB-MG), o Deputado que propôs esse Projeto de Lei, né? Muito pelo contrário, ele é autor de diversos livros e, portanto, visa o interesse próprio, como já é de praxe na política brasileira.
Vale dar uma passadinha no blog A BIBLIOTECA DE RAQUEL para entender melhor sobre isso.
Leia AQUI a matéria na íntegra e fique por dentro dessa briga, pois, com certeza, ela determinará o futuro do mercado editorial brasileito.
Basicamente, o que ele espera é que todos os livros lançados no Brasil sejam vendidos em todas as livrarias do país. A loja perderia, assim, o direito de escolher os produtos que quer vender e teria de abrigar a cada ano alguns milhares de novos títulos. Só em 2009, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial feita pela Fipe, foram mais de 22 mil lançamentos e 30 mil reedições.
Para ele, há um jogo econômico nas escolhas, o que impede que novos autores ou autores independentes e pequenas editoras consigam fazer suas ideias e suas obras circularem. Agora, se 35% das livrarias brasileiras faturam até R$ 350 mil e outros 24% ficam na faixa dos R$ 600 mil a R$ 1,2 mi, conforme mostrou o Diagnóstico do Setor Livreiro da Associação Nacional das Livrarias (ANL) apresentado em 2009, a conclusão é clara: nossas livrarias são pequenas. Caberá tanto livro?
Gostaria de deixar bem clara aqui minha opinião: acho isso uma palhaçada!! Cadê o direito à democracia? A loja é minha e vendo o que bem entender aqui dentro. Né?
Projeto de Lei inútil, que só vai servir para causar polêmica e dor de cabeça para quem trabalha e vive disso, que não é o caso do Senhor Bonifáco de Andrada (PSDB-MG), o Deputado que propôs esse Projeto de Lei, né? Muito pelo contrário, ele é autor de diversos livros e, portanto, visa o interesse próprio, como já é de praxe na política brasileira.
Vale dar uma passadinha no blog A BIBLIOTECA DE RAQUEL para entender melhor sobre isso.
Leia AQUI a matéria na íntegra e fique por dentro dessa briga, pois, com certeza, ela determinará o futuro do mercado editorial brasileito.
Marcadores:
ANL
,
biblioteca
,
Editoras
,
editores
,
livrarias
,
Livreiro
,
Livros
,
PublishNews
13 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Para amantes de leitores digitais, o iFlow é uma ótima escolha!
Mais uma vez, fui passear por um dos meus blogs favoritos da atualiadade, o TIPOS DIGITAIS, do queridíssimo editor-chefe do PublishNews, o Carlo Carrenho. Muito se fala e se discute sobre o universo dos e-books e e-readers, mas pouco se explica e se aplica no dia a dia. O Tipos Digitais vai além disso e traz as novidades que estão ao nosso alcance!
Mas estava eu lá, passeando pelo blog, quando me deparei com uma novidade MUITO bacana! Bom, eu digo isso porque sou uma MAC LOVER total e, portanto, fã do iPad e dos aplicativos que ele, o iPhone e o iTouch oferecem. A novidade é justamente aí: um app que eu não conhecia, o iFlow, que permite ler e-books das e-bookstores da Google, Sony, Borders e Kobo (sem quebrar o DRM).
A outra grande novidade do iFlow é que ele trata os e-books como um conteúdo que flui, ignorando a paginação – daí o nome iFlow. Ou seja, você lê passando as páginas verticalmente, como a leitura que já estamos habituados a fazer em tela. Quem quiser "virar as páginas" também pode por meio de dois botões virtuais. Pode-se também optar pelo fluxo automático das páginas e regular a velocidade. Opção é que não falta!
Visitem o TIPOS DIGITAIS e leiam a matéria na íntegra! Vale a pena entender um poquinho mais desse mundo digital, para o qual seremos todos, inevitavelmente, arremessados!
Marcadores:
Apple
,
Apps
,
Carlo Carrenho
,
Dicas
,
Dicas de Leituras
,
DRM
,
e-bookstores
,
e-readers
,
iFlow
,
iPad
,
itouch
,
Mercado digital
,
PublishNews
,
Tipos Digitais
12 de jan. de 2011
[Novidade no ar] MÁ COMPANHIA - O novo selo da Companhia das Letras
Li no Blog CASMURROS sobre o lançamento do MÁ COMPANHIA, o novo selo da Companhia das Letras, que será lançado em março de 2011, com livros dos escritores "malditos" na literatura brasileira e internacional.
As primeiras publicações serão de Reinaldo Moraes (com o relançamento de "Tanto Faz" e "Abacaxi") e Marçal Aquino (com o relançamento de "O Invasor").
De acordo com a Editora, Má Companhia não se limitará a autores nacionais nem ao gênero romance. Poderá lançar poesia, ficção e não-ficção, bem como páginas estrangeiras.
Mais uma novidade certeira da Companhia das Letras, hein?!?
As primeiras publicações serão de Reinaldo Moraes (com o relançamento de "Tanto Faz" e "Abacaxi") e Marçal Aquino (com o relançamento de "O Invasor").
De acordo com a Editora, Má Companhia não se limitará a autores nacionais nem ao gênero romance. Poderá lançar poesia, ficção e não-ficção, bem como páginas estrangeiras.
Mais uma novidade certeira da Companhia das Letras, hein?!?
Marcadores:
Blog da Companhia
,
Casmurros
,
Companhia das Letras
,
Luiz Schwarcz
,
Má Companhia
,
Malditos
,
Marçal Aquino
,
novidade
,
novo selo
,
Reinaldo Moraes
,
selos
11 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Escolas americanas adotam iPad para ser usado em casa e em sala de aula
Imagine só seu filho chegar em casa em falar para você que tem que fazer a lição de casa e, para isso, tira da mochila sei iPad??
Pois esse futuro não está NADA distante!!
Uma matéria publicada no jornal norteamericano The New York Times traz a novidade quentinha: "Escolas americanas adotam iPad para ser usado em casa e em sala de aula"
Mas sabe o que é o mais bacana? Os tablets da Apple foram distribuidos pelas próprias escolas, e não material obrigatório a ser comprado pelos pais. Taí um exemplo de modernidade e garantia de cidadania a todos, né?
Leiam abaixo a matéria na íntegra.
Quando os estudantes norte-americanos voltaram às aulas nesta semana, alguns levavam Apple iPads novinhos nas mochilas, recebidos não de seus pais, mas de suas escolas.
Cada vez mais escolas nos EUA estão adotando o iPad como a mais recente ferramenta para lecionar sobre Kafka em modo multimídia, história por meio de jogos como os game shows de TV e matemática por meio de animações passo a passo de problemas complexos.
Como parte de um programa piloto, a Roslyn High School, de Long Island, distribuiu em dezembro 47 iPads a alunos e professores em duas turmas de exatas.
Os iPads têm custo individual de US$ 750 e serão usados em classe e em casa.
"Isso nos permite estender a classe para além do edifício escolar", disse Larry Reiff, professor de inglês.
Modas tecnológicas vêm e vão nas escolas, e outras experiências cujo objetivo era propiciar melhor experiência a crianças criadas na era dos videogames apresentaram resultados contraditórios.
Os educadores, por exemplo, continuam divididos quanto aos resultados das iniciativas para oferecer um laptop a cada aluno.
No momento no qual os distritos escolares tentam conseguir aprovação para seus orçamentos, gastar dinheiro na compra de computadores tablet pode parecer uma extravagância.
E alguns pais e pesquisadores expressaram preocupação por as escolas investirem no equipamento antes que seu valor educacional tenha sido comprovado.
"Existem poucas indicações de que as crianças aprendam mais, mais rápido ou melhor quando usam essas máquinas", disse Larry Cuban, professor emérito de educação na Universidade Stanford, para quem seria melhor gastar esse dinheiro no recrutamento, treinamento e retenção de professores.
"O iPad é uma ferramenta maravilhosa para envolver as crianças, mas ele logo deixa de ser novidade e voltamos às questões essenciais do ensino e do aprendizado."
Mas os dirigentes escolares dizem que o iPad não é apenas o novo brinquedo da moda, e sim uma ferramenta poderosa e versátil.
As escolas públicas municipais de Nova York encomendaram mais de 2.000 iPads, por US$ 1,3 milhão.
Até mesmo alunos de jardim de infância estão recebendo iPads.
A Pinnacle Peak School, de Scottsdale, Arizona, converteu uma sala de aulas desocupada em um laboratório equipado com 36 iPads conhecido como iMaginarium, e ele se tornou o polo central da escola porque, como afirma o diretor, "entre todos os aparelhos que ele oferece, o iPad é o que mais atrai a garotada".
Mas defensores da tecnologia, como Elliot Soloway, professor de engenharia na Universidade de Michigan, e Cathie Norris, professora de tecnologia na Universidade do Norte do Texas, se preocupam com a possibilidade de que os dirigentes escolares tenham se encantado demais com o iPad e por isso desconsiderado opções menos dispendiosas, tais como celulares inteligentes que oferecem benefícios semelhantes a uma fração do custo básico de US$ 500 de um iPad.
"Pode-se fazer tudo que um iPad faz com tecnologia e hardware de uso corrente, e a preços US$ 300 e US$ 400 mais baixos por aparelho", disse o professor Soloway.
A Apple vendeu mais de 7,5 milhões de iPads, de abril para cá, reportou a empresa, mas não se sabe quantos desses para escolas.
Pois esse futuro não está NADA distante!!
Uma matéria publicada no jornal norteamericano The New York Times traz a novidade quentinha: "Escolas americanas adotam iPad para ser usado em casa e em sala de aula"
Mas sabe o que é o mais bacana? Os tablets da Apple foram distribuidos pelas próprias escolas, e não material obrigatório a ser comprado pelos pais. Taí um exemplo de modernidade e garantia de cidadania a todos, né?
Leiam abaixo a matéria na íntegra.
Quando os estudantes norte-americanos voltaram às aulas nesta semana, alguns levavam Apple iPads novinhos nas mochilas, recebidos não de seus pais, mas de suas escolas.
Cada vez mais escolas nos EUA estão adotando o iPad como a mais recente ferramenta para lecionar sobre Kafka em modo multimídia, história por meio de jogos como os game shows de TV e matemática por meio de animações passo a passo de problemas complexos.
Como parte de um programa piloto, a Roslyn High School, de Long Island, distribuiu em dezembro 47 iPads a alunos e professores em duas turmas de exatas.
Os iPads têm custo individual de US$ 750 e serão usados em classe e em casa.
"Isso nos permite estender a classe para além do edifício escolar", disse Larry Reiff, professor de inglês.
Modas tecnológicas vêm e vão nas escolas, e outras experiências cujo objetivo era propiciar melhor experiência a crianças criadas na era dos videogames apresentaram resultados contraditórios.
Os educadores, por exemplo, continuam divididos quanto aos resultados das iniciativas para oferecer um laptop a cada aluno.
No momento no qual os distritos escolares tentam conseguir aprovação para seus orçamentos, gastar dinheiro na compra de computadores tablet pode parecer uma extravagância.
E alguns pais e pesquisadores expressaram preocupação por as escolas investirem no equipamento antes que seu valor educacional tenha sido comprovado.
"Existem poucas indicações de que as crianças aprendam mais, mais rápido ou melhor quando usam essas máquinas", disse Larry Cuban, professor emérito de educação na Universidade Stanford, para quem seria melhor gastar esse dinheiro no recrutamento, treinamento e retenção de professores.
"O iPad é uma ferramenta maravilhosa para envolver as crianças, mas ele logo deixa de ser novidade e voltamos às questões essenciais do ensino e do aprendizado."
Mas os dirigentes escolares dizem que o iPad não é apenas o novo brinquedo da moda, e sim uma ferramenta poderosa e versátil.
As escolas públicas municipais de Nova York encomendaram mais de 2.000 iPads, por US$ 1,3 milhão.
Até mesmo alunos de jardim de infância estão recebendo iPads.
A Pinnacle Peak School, de Scottsdale, Arizona, converteu uma sala de aulas desocupada em um laboratório equipado com 36 iPads conhecido como iMaginarium, e ele se tornou o polo central da escola porque, como afirma o diretor, "entre todos os aparelhos que ele oferece, o iPad é o que mais atrai a garotada".
Mas defensores da tecnologia, como Elliot Soloway, professor de engenharia na Universidade de Michigan, e Cathie Norris, professora de tecnologia na Universidade do Norte do Texas, se preocupam com a possibilidade de que os dirigentes escolares tenham se encantado demais com o iPad e por isso desconsiderado opções menos dispendiosas, tais como celulares inteligentes que oferecem benefícios semelhantes a uma fração do custo básico de US$ 500 de um iPad.
"Pode-se fazer tudo que um iPad faz com tecnologia e hardware de uso corrente, e a preços US$ 300 e US$ 400 mais baixos por aparelho", disse o professor Soloway.
A Apple vendeu mais de 7,5 milhões de iPads, de abril para cá, reportou a empresa, mas não se sabe quantos desses para escolas.
Marcadores:
aplicativos
,
Apple
,
Apps
,
E-books
,
e-readers
,
Estados Unidos
,
iPad
,
Livros
,
livros digitais
,
tablets
10 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência
O blog TIPOS DIGITAIS trouxe um artigo que intriga! A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência traz à tona um debate que permanece em pauta, mas que ainda não convenceu todo mundo: os livros digitais vieram mesmo para ficar? Pois, de acordo com Carlo Carrenho, editor do texto, parece que sim!
Leia na íntegra abaixo e tire suas próprias conclusões!
A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência
No ano passado, publiquei o post Por que eu não acredito em Papai Noel, Saci Pererê e DRM. Alguns dias depois, recebi um telefonema de alguém ligado ao mercado brasileiro de e-books. A pessoa estava bastante frustrada com meu texto, pois achava que ele serviria como desincentivo para que editores entrassem no mundo digital e publicassem seus livros em formato eletrônico. Embora não tenha concordado com a crítica como um todo, percebi que eu não havia deixado claro minha posição sobre a publicação ou não de e-books, mas apenas mostrara que o DRM é absolutamente ineficaz. O resultado é este post que escrevo agora.
Aviso aos editores: a revolução digital chegou e seu catálogo estará disponível em breve em formato digital. Quer vocês queiram ou não.
É isto mesmo. Em 2010, o faturamento de e-books correspondeu a 9% do faturamento das grandes editoras americanas. Em 2008, foi 1% e em 2009, 3%. O crescimento tem sido exponencial. Em alguns poucos anos, haverá uma grande demanda por livros no formato digital, e onde há demanda, há oferta. Se os editores não fornecerem seus livros em formato eletrônico, alguém vai. Por mais que se combata a pirataria, será impossível evitar que algum adolescente na Lapônia ou em São José do Rio Preto digitalize um livro indisponível e o torne acessível na internet.
Os editores que, para evitar a pirataria, optem em não publicar no formato digital estarão apenas incentivando a pirataria. Parece paradoxal, mas é fácil explicar. Qualquer leitor honesto que busque a versão digital de um livro em uma e-bookstore se sentirá legitimado a procurar uma cópia pirata caso não encontre a edição oficial disponível. “Eu até compraria o original, mas não encontrei”, dirão eles. É claro que não basta que o livro esteja disponível. Ele terá de ter um preço justo e o processo de compra e download tem de ser absolutamente simples. Por isso que o próprio DRM pode, além de não evitar a pirataria, incentivá-la.
Do lado do pirata, seja ele motivado por ganância financeira ou por um sentimento de Robin Hood, com certeza ele se sentirá mais inclinado a copiar e disponibilizar obras que não podem ser compradas ou que sejam vendidas a um preço inadequado do que livros facilmente encontráveis em e-bookstores. Afinal, haverá mais demanda para os “livros difíceis”. Mas, de maneira geral, pirata ou leitor honesto se sentirão moralmente justificados em copiar um livro não disponível.
“Mas se eu não digitalizar meu livro, será muito mais difícil copiá-lo”, dirão alguns editores. Verdade. Mas não será difícil o suficiente. Pesquisadores da Universidade de Tóquio já desenvolveram um protótipo de scanner que permite digitalizar 200 páginas por minuto apenas passando rapidamente as folhas de um livro. Em um futuro não muito longínquo, teremos celulares capazes de fazer isto e livreiros preocupados não apenas com ladrões de livros, mas ladrões de conteúdo em suas lojas.
Concluindo, a pirataria é de fato uma ameaça. DRM é uma solução no mínimo ingênua para o problema. O desafio está em como minimizar o efeito da pirataria e usá-la para monetizar o conteúdo. E quem não entrar no mercado de livros digitais já perdeu a priori a luta contra a pirataria e por um lugar ao sol no futuro digital da indústria editorial.
Leia na íntegra abaixo e tire suas próprias conclusões!
A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência
No ano passado, publiquei o post Por que eu não acredito em Papai Noel, Saci Pererê e DRM. Alguns dias depois, recebi um telefonema de alguém ligado ao mercado brasileiro de e-books. A pessoa estava bastante frustrada com meu texto, pois achava que ele serviria como desincentivo para que editores entrassem no mundo digital e publicassem seus livros em formato eletrônico. Embora não tenha concordado com a crítica como um todo, percebi que eu não havia deixado claro minha posição sobre a publicação ou não de e-books, mas apenas mostrara que o DRM é absolutamente ineficaz. O resultado é este post que escrevo agora.
Aviso aos editores: a revolução digital chegou e seu catálogo estará disponível em breve em formato digital. Quer vocês queiram ou não.
É isto mesmo. Em 2010, o faturamento de e-books correspondeu a 9% do faturamento das grandes editoras americanas. Em 2008, foi 1% e em 2009, 3%. O crescimento tem sido exponencial. Em alguns poucos anos, haverá uma grande demanda por livros no formato digital, e onde há demanda, há oferta. Se os editores não fornecerem seus livros em formato eletrônico, alguém vai. Por mais que se combata a pirataria, será impossível evitar que algum adolescente na Lapônia ou em São José do Rio Preto digitalize um livro indisponível e o torne acessível na internet.
Os editores que, para evitar a pirataria, optem em não publicar no formato digital estarão apenas incentivando a pirataria. Parece paradoxal, mas é fácil explicar. Qualquer leitor honesto que busque a versão digital de um livro em uma e-bookstore se sentirá legitimado a procurar uma cópia pirata caso não encontre a edição oficial disponível. “Eu até compraria o original, mas não encontrei”, dirão eles. É claro que não basta que o livro esteja disponível. Ele terá de ter um preço justo e o processo de compra e download tem de ser absolutamente simples. Por isso que o próprio DRM pode, além de não evitar a pirataria, incentivá-la.
Do lado do pirata, seja ele motivado por ganância financeira ou por um sentimento de Robin Hood, com certeza ele se sentirá mais inclinado a copiar e disponibilizar obras que não podem ser compradas ou que sejam vendidas a um preço inadequado do que livros facilmente encontráveis em e-bookstores. Afinal, haverá mais demanda para os “livros difíceis”. Mas, de maneira geral, pirata ou leitor honesto se sentirão moralmente justificados em copiar um livro não disponível.
“Mas se eu não digitalizar meu livro, será muito mais difícil copiá-lo”, dirão alguns editores. Verdade. Mas não será difícil o suficiente. Pesquisadores da Universidade de Tóquio já desenvolveram um protótipo de scanner que permite digitalizar 200 páginas por minuto apenas passando rapidamente as folhas de um livro. Em um futuro não muito longínquo, teremos celulares capazes de fazer isto e livreiros preocupados não apenas com ladrões de livros, mas ladrões de conteúdo em suas lojas.
Concluindo, a pirataria é de fato uma ameaça. DRM é uma solução no mínimo ingênua para o problema. O desafio está em como minimizar o efeito da pirataria e usá-la para monetizar o conteúdo. E quem não entrar no mercado de livros digitais já perdeu a priori a luta contra a pirataria e por um lugar ao sol no futuro digital da indústria editorial.
[Dica de outras boas leituras] Pergunte à Companhia
A Companhia das Letras sempre inovando!
E, com as férias de alguns colunistas no mês de janeiro, a queria DIANA PASSY teve que ser rápida no gatilho para preencher o espaço vazio do Blog da Companhia. Uns palpites aqui, outras sugestões ali... E o post PERGUNTE À COMPANHIA está no ar!!
Desde que eu comecei a ter contato com o mundo dos blogueiros (os literários, em especial), não canso de receber perguntas sobre o que é trabalhar na área, como é o dia a dia deuma editora, qual é minha função extamente, como se dá a compra de direitos autorais, como funciona a publicação de livros nacionais e blábláBLÁ.
Em função disso, sugeri à Diana (e já aproveito para deixar aqui o meu MUITO obrigada a ela, que é uma fofa e sempre atenciosa comigo) que fizesse um post sobre isso. Mas ela foi além!
O Blog da Companhia está aberto para receber as perguntas curiosas de vocês! O que você gostaria de perguntar para eles? Existe alguma parte do trabalho que você gostaria de entender melhor? Se você pudesse perguntar alguma coisa a alguém que trabalha na Companhia, o que seria?
Para participar, é bem fácil: basta deixar sua pergunta na caixa de comentários do Blog da Companhia. Será feita uma seleção pela equipe, que publicará as respostas aqui no blog na próxima quinta-feira.
Não percam essa oportunidade!! PERGUNTEM, PESSOAL!!
OBS.: Antes de fazer sua pergunta confira se ela não pode ser respondida pela página de contato da editora, informações sobre avaliação de originais e currículos já estão lá!
Marcadores:
Blog da Companhia
,
blogs
,
Companhia das Letras
,
curiosidades
,
Diana Passy
,
Dicas
,
Dicas de Leituras
,
dúvidas
,
Livros
,
Luiz Schwarcz
,
mídias sociais
,
Perguntas
7 de jan. de 2011
[Novidade no ar] A Companhia das Letras nos presenteia com a CAIXA JOSÉ SARAMAGO
Quem é fã de SARAMAGO como eu levanta a mão!!! (Aliás, já leram os posts sobre ele? Dêem uma olhadinha AQUI, AQUI e AQUI! rs!)
A relação de Saramago com seu editor, Luiz Schwarcz e, portanto, com sua editora a Companhia das Letras era o que podíamos chamar de o mundo ideal da edição de livros. Pelo menos para uma espectadora apaixonada como eu! A maneira como o Luiz tratava, com carinho e respeito, das obras deste gênio da nossa língua e, acima de tudo, seu amigo é de se aplaudir!
E por isso mesmo a Companhia das Letras demonstra, mais uma vez, seu afeto ao Nobel português e lança, em sua homenagem, um box maravilhoso que reúne os seguintes livros do autor: "A caverna" (2000), "Ensaio sobre a lucidez" (2004), "Ensaio sobre a cegueira" (1995), "História do cerco de Lisboa" (1989), "A jangada de pedra" (1986) e "A viagem do elefante" (2008).
A CAIXA JOSÉ SARAMAGO já está disponível em todo o país e pode ser comprada por R$ 209,00.
Marcadores:
Blog da Companhia
,
box
,
Caixa José Saramago
,
Companhia das Letras
,
Ensaio sobre a Cegueira
,
Jose Saramago
,
Livros
,
Luiz Schwarcz
,
Saramago
6 de jan. de 2011
Escola do Escritor abre inscrições para os cursos de verão
Atenção pessoal que está afim de aprender mais sobre o mercado editorial!! A ESCOLA DO ESCRITOR abriu as incrições para os 13 cursos de verão, que ocorrem entre janeiro e fevereiro de 2011.
Desde 2008, a Escola do Escritor realiza o seu “PACOTE DE VERÃO”. Serão 13 cursos sobre a arte de escrever, direito autoral, mercado editorial, gestão de estoque, venda e consignação, NF eletrônica, WEB e mídias sociais, livro digital, preparação e revisão de textos, livros de família e oficinas literárias. Os cursos são independentes, mas quem fizer dois ou mais ganha descontos especiais.
As aulas acontecem na Rua Mourato Coelho, 393 cj. 1 – Pinheiros - São Paulo/SP.
Clique aqui para informações sobre as inscrições.
Para outras informações, ligue para 11 3034-2981 ou mande um e-mail.
Cursos e oficinas
Flávio Galvão
Jaime Mendes
Ednei Procópio
Gerson Ramos
Maria Esther Mendes Perfetti
João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti
Ricardo Ramos Filho
João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti
Luiz Semine
Desde 2008, a Escola do Escritor realiza o seu “PACOTE DE VERÃO”. Serão 13 cursos sobre a arte de escrever, direito autoral, mercado editorial, gestão de estoque, venda e consignação, NF eletrônica, WEB e mídias sociais, livro digital, preparação e revisão de textos, livros de família e oficinas literárias. Os cursos são independentes, mas quem fizer dois ou mais ganha descontos especiais.
As aulas acontecem na Rua Mourato Coelho, 393 cj. 1 – Pinheiros - São Paulo/SP.
Clique aqui para informações sobre as inscrições.
Para outras informações, ligue para 11 3034-2981 ou mande um e-mail.
- 17/01/2011 - O Vendedor de Livros - O mercado, as dificuldades e as oportunidades
Flávio Galvão
- 18/01/2011 – A NFe e os novos desafios na comercialização de livros
Jaime Mendes
- 19/01/2011 - O Livro na era Digital
Ednei Procópio
- 21/01/2011 - Gestão de Estoques e Controle de Consignações de Livros
Gerson Ramos
- 27/01/2011 - Biblioteca: Montagem, Organização e Conservação de Acervos
Maria Esther Mendes Perfetti
- 29/01/2011 - Como Montar e Administrar com Sucesso uma Editora
João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti
- 03/02/2011 - Conhecendo e Escrevendo Literatura Infantil
Ricardo Ramos Filho
- 05/02/2011 - A Arte de Escrever, Publicar e Comercializar o Produto Livro - Questões Práticas do Direito Autoral
João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti
- 07/02/2011 - Marketing Editorial - Divulgando o seu Livro e sua Imagem na Mídia
João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti
- 08/02/2011 - Preparação e Revisão de Textos na Edição de Livros e Publicações Periódicas
Ana Cristina Mendes Perfetti
- 10/02/2011 - A WEB e as Redes Sociais - As oportunidades de negócios por meio de novas tecnologias
Luiz Semine
- 11/02/2011 - Livro de Família - Resgatando o Presente e o Passado
Docente: Armando Alexandre dos Santos
- 12/02/2011 - Segredos para Despertar a sua Criatividade - Descubra o Escritor que existe dentro de Você!
Armando Alexandre dos Santos
[Dica de outras boa sleituras] LIVROS E BEBIDAS
Alguém precisa de algo mais para se divertir do que livros e bebidas?? Pois é! É exatamente essa a ideia genial de alguns bares-bibliotecas em Los Angeles, Estados Unidos.
A novidade foi divulgada pelo Blog BIBLIOTECA DA RAQUEL e vale a pena ver como o post UNIÃO PERFEITA está bacana! Dêem uma olhadinha AQUI e se deliciem...!
![]() |
| Library Bar |
![]() |
| XIV |
![]() |
| The Hyperion Tavern |
Marcadores:
bares
,
bebidas
,
Biblioteca da Raquel
,
bibliotecas
,
Dicas
,
Dicas de Leituras
,
estadão
,
Library Bar
,
Livros
,
livros e bebidas
,
los angeles
,
novidade
,
The Hyperion Tavern
,
XIV
5 de jan. de 2011
[Dica de outras boas leituras] Projeto de Lei proíbe livrarias de selecionar os livros que vendem
O blog Livros, livrarias e livreiros trouxe um post bastante interessante que vale a leitura de todo mundo que trabalha no ramo ou que se interessa pelo assunto.
O post Projeto de Lei proíbe livrarias de selecionar os livros que vendem fala do Projeto de Lei n. 7913/10, de autoria do Deputado Bonifácio de Andrada do PSDB de MG, que tramita na Câmara dos Deputados desde 17.11.2010 e que acrescenta três parágrafos ao Art. 1°da Lei n. 10.753 de 30.10.2003, que Instituiu a Política Nacional do Livro.
Leiam AQUI o texto do Art. 1º da Lei 10.753 e entendam o que esse Projeto visa.
Vale a pena ficar por dentro!
Vale a pena ficar por dentro!
Marcadores:
Art. 1°da Lei n. 10.753
,
blogs
,
Deputado Bonifácio de Andrada
,
Legislação
,
Leis
,
livrarias
,
Livros
,
Livros Livrarias e Livreiros
,
Projeto de Lei
,
Projeto de Lei n. 7913/10
3 de jan. de 2011
1.584 livros e contando...
Já faz alguns anos que me empenhei em catalogar TODOS os livros de casa. Foi a maneira mais metódica e trabalhosa, mas mais eficiente de saber quantos livros existem naquelas paredes e, principalmente, de controlar os empréstimos que, por muitas vezes, ficaram perdidos pelo mundo agora.
E não é porque trabalhamos no meio literário que podemos simplesmente perder os nossos livros por ali, não é mesmo?
Essa ideia louca foi influência de uma pessoa querida que me ensinou a utilidade e a praticidade do Excel (é, pensando bem, essa pessoa me viciou no programinha, rsrs!!) Daí foi fácil! Juro que foi!! Trabalhoso, é verdade, mas simples! Era só anotar o TÍTULO, AUTOR, EDITORA, GÊNERO, COLEÇÃO e em qual lugar da casa estava guardado (Não, infelizmente eu ainda não tenho uma biblioteca linda e enorme na minha casa, rs!).
É, queridos leitores... Eu virei #Aloucadasplanilhasdoexcel! Há quem diga que é meu TOC. A quem diga que sou inútil. Eu não me importo, porque agora sei o que tenho e posso emprestar livros para quem quiser! E acreditem: em casa nós emprestamos mesmo! Minhas primas e amigos fazem a festa: pegam um, devolvem outro, trocam esse por aquele... uma biblioteca gratuita, eficiente, e sem pressão da data da devolução. Mas eu SEMPRE quero todos de volta, viu?!
A partir de então, todo livro que chega, eu anoto na lista, bem como os empréstimos (com nome da pessoa que levou e a data que isso ocorreu; e desmarco nas devoluções) e fica muito mais fácil de saber o que temos e como podemos arrumá-los.
A última contagem foi feita no dia 27 de dezembro de 2010, a última segunda-feira do ano, totalizando exatos 1.584 exemplares de livros não-repetidos dentro da minha casa. UAU! né?
Desse total, o destaque vai para duas editoras: o Grupo Ediouro Publicações, que unindo os selos Ediouro (174) + Agir (98) + Nova Fronteira (58) + Thomas Nelson (28), totaliza 358 exemplares, levando o troféu de campeã! Em seguida, vem a Companhia das Letras, que junto com os selos Cia. das Letras e Companhia das Letrinhas somou 186 exemplares. No terceiro lugar do podium está a Nova Cultural, com 94 títulos.
Mas não para por aí não! Tem outras grandes e pequenas editoras que enchem nossa casinha de muitos, muitos livros! Tem Rocco, Leya, Lua de Papel, Totalidade, Universo dos Livros, Salesiana, Sextante, Intrínseca, Mundo Cristão, Prumo, Versus, Record... Ixi! É editora - e livros - que não acaba mais!!
E não achem vocês que eu gasto todo o meu salário com isso. Sou louca, mas dentro das limitações financeiras, rs! Essa coleção foi se fazendo ao longo dos 35 anos que meu pai trabalha no mercado editorial, somado aos meus poucos dois anos também no ramo. É um presente aqui, um pedido ali, cotas de um lado, favores de outro... Assim, aos poucos, crescemos um montão nossa lista de livros! E claro, compramos muitos também! Principalmente os das nossas áreas de estudos para as faculdades e as leituras obrigatórias de colégio (sim, eu também passei por elas, rs!).
E para vocês, que também amam os livros, eu sugiro que façam o mesmo. Afinal, temos que preservar esse bem tão precioso!
É... acho que minha condição é MESMO estar rodeada de livros, né?!?
P.S.: A quem interessar, o modelo da minha planilha está disponível para download. É só clicar AQUI.
Marcadores:
1584 livros
,
Companhia das Letras
,
contabilidade
,
Ediouro
,
Editora Agir
,
Editora Leya
,
Editora Lua de Papel
,
Livros
,
livros infantis
Assinar:
Postagens
(
Atom
)




















