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14 de nov. de 2010

[Novidade no ar] Leitor digital cada vez mais próximo do livro de papel

Não tem jeito: a disputa pelo mercado de livros eletrônicos está cada vez mais acirrada e, portanto, mais tecnológica e inovadora! E quem sai ganhando com isso somos nós, consumidores e leitores vorazes, pois a concorrência faz com que as empresas invistam em melhores aparelhos, cada vez mais confortáveis e que permitem uma leitura na tela muito mais agradável. 

A companhia chinesa Hanvon Technology vai lançar o primeiro leitor de e-books com tela de tinta eletrônica colorida, que vai usar uma versão avançada - e em cores - da mesma tecnologia presente em leitores de livros eletrônicos como o Kindle, da Amazon, e o Alfa, da brasileira Positivo.

Porém a inovação se dá nos displays de e-ink, que são diferentes do de cristal líquido (LCD), como o utilizado no iPad. A tela de e-ink não emite, e sim reflete a luz. Isso faz com que a leitura seja mais confortável, já que a imagem gerada pela tela se assemelha à impressa em um papel, como em um livro comum. 



Por necessitarem de energia elétrica apenas para trocar as páginas, e não para sustentar a exibição da imagem durante a leitura, aparelhos que utilizam essa tecnologia também têm duração maior da bateria.

O produto deverá custar, no mercado chinês, cerca de US$ 450, o equivalente a R$ 750.  



Fonte: Portal G1

21 de out. de 2010

Primavera do Livro 2010 - Atenção especial para o livro digital

A Primavera dos Livros 2010 está chegando! Começa na quinta-feira (21) e vai até o domingo, no Rio de Janeiro. E de acordo com matéria publicada no PublishNews dessa 4ª feira, 20/10, o livro digital terá espaço especial nesta edição.

E para começar, a Libre, organizadora do evento, vai reunir profissionais do mercado, estudantes de produção editorial e de letras e interessados em livro digital no seminário “Livro digital: Novos caminhos para leitura”. As vagas são limitadas. Para se inscrever, clique aqui.

Livro Digital: Novos Caminhos para Leitura 
Sexta-feira – 22 de outubro, nos jardins do Museu da República (Rua do Catete, 153. Rio de Janeiro/RJ)
11h - “O status atual da edição de livros digitais no Brasil”, com Carlo Carrenho, editor do PublishNews
11h45 - Panorama do livro digital e suas perspectivas, com Alonso Alvarez, editor da Ficções Editora e webmaster do site da Libre e Eduardo Ernany, representante da livraria virtual Gato Sabido e da plataforma de distribuição de e-books “Xeriph”
12h45 - O programa de apoio à tradução da Biblioteca Nacional, com Georgina Stanek, coordenadora do Livro e da Leitura da Biblioteca Nacional

18 de out. de 2010

[Dica de outras boas leituras] Mesmo quem gosta de tecnologia, acredita na tradição

A Folha de S. Paulo trouxe uma matéria bem interessante no cadernos Ilustrada, de sábado, 16 de outubro de 2010. A reportagem chamada "Repórter do Futuro", apresenta um jornalista do  The New York Times, maior jornal dos Estados Unidos, que é um viciado em novas tecnologias, mas que, mesmo assim, não acredita que as nnovas modernidades substituirão as tradições. 

Nick Bilton, de 34 anos, leu seu último livro em papel há quatro anos - "A Estrada", de Coman McCarty. Desde então, tudo o que lê - inclusive o jornal, que é seu instrumento de trabalho - é numa tela! 

Vale a pena a leitura interessante do estudo feito por ele!
Vejam abaixo: 



Repórter do futuro
Jornalista do "New York Times" diz em livro que novas tecnologias não eliminaram as tradicionais (Por Tereza Novaes, editora-adjunta da Ilustrada)

Random House/Bloomberg

Nick Bilton, autor de "I Live in the Future & Here’s How It Works"



Há quatro anos, o jornalista Nick Bilton, 34, leu pela última vez um livro em papel, "A Estrada", de Corman McCarty. Desde então, tudo o que lê, inclusive o jornal "The New York Times", em que trabalha, sai de uma tela.
Descrito como "futurólogo" e "evangelizador digital", o repórter de tecnologia acaba de lançar "I Live in the Future & Here's How It Works" (vivo no futuro e aqui está como ele funciona), sem previsão de sair no Brasil.
Mas Bilton não habita o mesmo futuro que o da família Jetsons, pelo contrário. O que ele descreve para o amanhã é o que você já tem agora nas mãos, este jornal; ou no bolso, o seu celular.
Sua visão de futuro não é apocalíptica: as novas tecnologias não vão acabar com as existentes, como o papel.
O jornal, por exemplo, continuará a circular em papel "por muito tempo" até que os aparelhos de leitura digital sejam muito baratos.
"Estamos no meio do caminho, a mídia que não se adaptar agora não vai sobreviver", analisou Bilton, em entrevista à Folha.
"Estamos indo para um mundo em que tudo será conectado à internet: roupas, carros. É a direção que as coisas vão tomar", vaticina.
"Em dez anos, a internet será como a eletricidade, estará em todos os lugares."
A principal implicação disso para a indústria cultural é que tudo deve se tornar mais "social e personalizado".
"No passado, o livro era uma conversa fechada. Twitter, Facebook e MySpace permitiram que a nova geração se tornasse parte da conversa. É isso o que, de fato, precisamos observar."
O autor segue à risca a própria receita. Seu livro é vendido em papel e, claro, em versão digital. Cada capítulo tem material extra para ser lido (ou assistido) com a ajuda de um "smartphone".

PORNOGRAFIA
Entre as ideias que o jornalista defende, está a de que as pessoas estão em busca sobretudo de "experiências".
Para investigar a tese, Bilton se infiltrou na indústria pornográfica dos EUA.
Descobriu que os filmes menos pirateados eram aqueles cujos atores conversavam com o público pelas redes sociais.
Ele concluiu ainda que as empresas que lucram escutam seus consumidores, vendem seus produtos a preços considerados justos por quem paga e os entregam em qualquer plataforma.
Bilton acredita que a mesma sensação de "experiência" permeia as compras de músicas feitas pelo iTunes, a loja de música da Apple.
Embora não leia em papel há anos, Bilton não abandonou o cinema. Foi assistir ao longa "A Rede Social", sobre o Facebook. Ele considera "fascinante" um grande estúdio fazer um filme sobre "essa mídia que todos nós conhecemos e usamos".
Hoje e também no futuro, a mídia social será algo cada vez mais "mainstream".

15 de out. de 2010

[Dicas de outras boas leituras] Smartphones: os mais novos E-Readers

Em matéria publicada pelo IOL Diário, anunciou-se que um estudo realizado pela Forresters Research, empresa independente de Marketing e análises de mercado, mostrar que a venda de livros eletrônicos cresceu cerca de 200% no ano passado e que a tendência deverá manter-se em 2010. 








O estudo acrescenta ainda que os Smartphones, telefones móveis com funcionalidades avançadas de sistema operacional aberto, são apontados com a próxima plataforma de preferência para a leitura de eBooks. 

 


O aumento das vendas impulsionou o desenvolvimento de características essenciais dos telefones para a leitura de livros eletônicos. O aumento do tamanho e qualidade das telas, para melhor visibilidade e legibilidade, são algumas das alterações a serem feitas para adaptar os dispositivos à leitura de e-Books.



 Em resposta à esta tendência, a Amazon anunciou, só no mês de Setembro, 180 edições de livros eletrônicos.


14 de out. de 2010

[Novidade no ar] LABEL 1 - A editora de e-books

Grande novidade anunciada no Publishnews de hoje: tem nova editora na área! 
Pois é!! A editora LABEL 1 é inovadora e chegou ao mercado de e-books com a bola toda, a começar pela programação Cocoa, própria para aparelhos da Apple e que é novidade no mercado brasileiro. 


O diferencial do formato é a resolução do conteúdo, seja texto ou imagem, e a interatividade, que permite que os leitores movam as figuras e escolham sons durante a leitura. Todos podem adquirir o produto mesmo sem um leitor digital ou smartphone. As livrarias digitais, onde os livros estarão disponíveis, possuem um programa que é baixado para o computador, salva as informações do usuário e permite que ele acesse o conteúdo a qualquer momento. 

O primeiro livro a ser lançado com essa tecnologia será o famoso O Rei Davi, que deve chegar às lojas ainda este ano, antes do Natal. A obra faz parte da linha Lord One, que narra acontecimentos bíblicos e histórias de monarquias. Este título será traduzido para mais de 13 idiomas incluindo hebraico.
O título Nanopublicidade, também da Label 1, já está às vendas pela Saraiva, Amazon e iTunes. O livro trata das novas maneiras de fazer publicidade na era da cauda longa, definida pelo autor Roberto Guarnieri como “a publicidade na era pós-digital” e integra antropologia e comportamento humano com tecnologia e publicidade. 

9 de ago. de 2010

[Dicas de outras boas leituras] Quantos livros existem no mundo? Google sabe!

Mais uma boa dica de leitura, enviada pelo nosso parceiro Danilo, do Blog Literatura de Cabeça!

Matéria sobre curiosidades muit bacana, divulgada no Blog E-books Grátis e vale muito a leitura!!

Quantos livros existem no mundo? Google sabe!


SÃO PAULO – Quantos livros já foram publicados na história moderna? Segundo cálculos do Google, o número seria 130 milhões de livros, ou 129.864.880 para ser exato.
O gigante das buscas estimou o dado justamente para saber quantos livros precisa escanear a fim de tornar o Google Books a maior e mais completa biblioteca online.
Para chegar ao número, o Google usou definições de livros de diferentes órgãos, como o do ISBN (International Standard Book Numbers),  da Biblioteca do Congresso Americano e do site de buscas de livros WorldCat.
Segundo post publicado no blog Inside Google Books, eles chegaram a definição de um “tome”, que pode ser definido como um volume ou livro grosso. Um “tome” pode possuir milhares de cópias, como um best-seller, ou apenas algumas cópias raras. Edições diferenciadas de uma mesma obra, como capa-dura e papel simples, foram contadas duas vezes.
O número inicial estimado foi de 210 milhões. O primeiro passo do Google foi remover esboços, gravações de áudio, mapas, vídeos com ISBNs, entre outros. Dessa forma, o número caiu para 146 milhões. Na sequência, a empresa removeu 16 milhões de documentos governamentais, chegando aos 129 milhões.
O Google finaliza o post dizendo que o número pode mudar, assim que o sistema de algoritmo que o calculou se tornar mais inteligente. A empresa não informa quando pretende concluir a tarefa.
Fonte: info online

3 de ago. de 2010

Dica de outras boas leituras

Recomendo a leitura!!
Recebi a indicação do querido Danilo, do Blog Literatura de Cabeça, que achou que tinha tudo a ver com o meu Blog.
E quer saber?? Ele estava certíssimo, rs!

É uma excelente dica para vcs, escritores iniciantes, e também para vcs, escritores que estão na luta para crescer no Mercado Editorial.

Agradeço a oportunidade de ter conhecido grandes editores pessoalmente. Foi uma inspiração pessoal para mim e tenho certeza que será para vocês também!

Dêem um pulinho lá no Blog E-books Grátis e leiam o texto:

[Papo Cabeça] Mercado Editorial – O incerto caminho dos novos escritores até a publicação