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13 de jan. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Para amantes de leitores digitais, o iFlow é uma ótima escolha!

Mais uma vez, fui passear por um dos meus blogs favoritos da atualiadade, o TIPOS DIGITAIS, do queridíssimo editor-chefe do PublishNews, o Carlo Carrenho. Muito se fala e se discute sobre o universo dos e-books e e-readers, mas pouco se explica e se aplica no dia a dia. O Tipos Digitais vai além disso e traz as novidades que estão ao nosso alcance!


Mas estava eu lá, passeando pelo blog, quando me deparei com uma novidade MUITO bacana! Bom, eu digo isso porque sou uma MAC LOVER total e, portanto, fã do iPad e dos aplicativos que ele, o iPhone e o iTouch oferecem. A novidade é justamente aí: um app que eu não conhecia, o iFlow, que permite ler e-books  das e-bookstores da Google, Sony, Borders e Kobo (sem quebrar o DRM).

A outra grande novidade do iFlow é que ele trata os e-books como um conteúdo que flui, ignorando a paginação – daí o nome iFlow. Ou seja, você lê passando as páginas verticalmente, como a leitura que já estamos habituados a fazer em tela. Quem quiser "virar as páginas" também pode por meio de dois botões virtuais. Pode-se também optar pelo fluxo automático das páginas e regular a velocidade. Opção é que não falta!


Visitem o TIPOS DIGITAIS e leiam a matéria na íntegra! Vale a pena entender um poquinho mais desse mundo digital, para o qual seremos todos, inevitavelmente, arremessados!

10 de jan. de 2011

[Dica de outras boas leituras] A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência

O blog TIPOS DIGITAIS trouxe um artigo que intriga! A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência traz à tona um debate que permanece em pauta, mas que ainda não convenceu todo mundo: os livros digitais vieram mesmo para ficar? Pois, de acordo com Carlo Carrenho, editor do texto, parece que sim!
Leia na íntegra abaixo e tire suas próprias conclusões!






A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência
No ano passado, publiquei o post Por que eu não acredito em Papai Noel, Saci Pererê e DRM. Alguns dias depois, recebi um telefonema de alguém ligado ao mercado brasileiro de e-books. A pessoa estava bastante frustrada com meu texto, pois achava que ele serviria como desincentivo para que editores entrassem no mundo digital e publicassem seus livros em formato eletrônico. Embora não tenha concordado com a crítica como um todo, percebi que eu não havia deixado claro minha posição sobre a publicação ou não de e-books, mas apenas mostrara que o DRM é absolutamente ineficaz. O resultado é este post que escrevo agora.

Aviso aos editores: a revolução digital chegou e seu catálogo estará disponível em breve em formato digital. Quer vocês queiram ou não.

É isto mesmo. Em 2010, o faturamento de e-books correspondeu a 9% do faturamento das grandes editoras americanas. Em 2008, foi 1% e em 2009, 3%. O crescimento tem sido exponencial. Em alguns poucos anos, haverá uma grande demanda por livros no formato digital, e onde há demanda, há oferta. Se os editores não fornecerem seus livros em formato eletrônico, alguém vai. Por mais que se combata a pirataria, será impossível evitar que algum adolescente na Lapônia ou em São José do Rio Preto digitalize um livro indisponível e o torne acessível na internet.

Os editores que, para evitar a pirataria, optem em não publicar no formato digital estarão apenas incentivando a pirataria. Parece paradoxal, mas é fácil explicar. Qualquer leitor honesto que busque a versão digital de um livro em uma e-bookstore se sentirá legitimado a procurar uma cópia pirata caso não encontre a edição oficial disponível. “Eu até compraria o original, mas não encontrei”, dirão eles. É claro que não basta que o livro esteja disponível. Ele terá de ter um preço justo e o processo de compra e download tem de ser absolutamente simples. Por isso que o próprio DRM pode, além de não evitar a pirataria, incentivá-la.
Do lado do pirata, seja ele motivado por ganância financeira ou por um sentimento de Robin Hood, com certeza ele se sentirá mais inclinado a copiar e disponibilizar obras que não podem ser compradas ou que sejam vendidas a um preço inadequado do que livros facilmente encontráveis em e-bookstores. Afinal, haverá mais demanda para os “livros difíceis”. Mas, de maneira geral, pirata ou leitor honesto se sentirão moralmente justificados em copiar um livro não disponível.

“Mas se eu não digitalizar meu livro, será muito mais difícil copiá-lo”, dirão alguns editores. Verdade. Mas não será difícil o suficiente. Pesquisadores da Universidade de Tóquio já desenvolveram um protótipo de scanner que permite digitalizar 200 páginas por minuto apenas passando rapidamente as folhas de um livro. Em um futuro não muito longínquo, teremos celulares capazes de fazer isto e livreiros preocupados não apenas com ladrões de livros, mas ladrões de conteúdo em suas lojas.

Concluindo, a pirataria é de fato uma ameaça. DRM é uma solução no mínimo ingênua para o problema. O desafio está em como minimizar o efeito da pirataria e usá-la para monetizar o conteúdo. E quem não entrar no mercado de livros digitais já perdeu a priori a luta contra a pirataria e por um lugar ao sol no futuro digital da indústria editorial.




7 de nov. de 2010

[Dicas de outras boas leituras] Novo Blog: TIPOS DIGITAIS

O PublishNews trouxe uma dica para nós, blogueiros, que é imperdível! O novo Blog Tipos Digitais, trará análises do mercado do livro digital, sempre do ponto de vista que interesse ao mercado brasileiro, mas sem perder o foco nas experiências internacionais. 

Carlo Carrenho, diretor do PublishNews, é o criador deste blog e afirma que criou este blog para: "apresentar as tendências internacionais e analisar o que ocorre no Brasil." 

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