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27 de mar. de 2013

Você já leu um livro no Google Play?

Na onda dos e-books e e-readers, todas as opções devem ser consideradas.

Como usuária de celular Android e amante eterna dos serviços e da praticidade do Google, resolvi apresentar aqui os livros vendidos no Google Play, a loja virtual desta plataforma. Os preços são competitivos e vale a pena incluir na lista livrarias virtuais.



Claro que, para ler um e-book comprado na Play, é preciso ter um e-reader Android, ou é possível também ler na web. Mas como essa plataforma está disponível em diversos modelos de smartphones e tablets de diferentes marcas, acho válido deixar a dica!

Assim, você pode ler seus livros onde estiver. Eu leio!

10 de jan. de 2013

Livros S2 E-books



Eu já tinha decidido que o primeiro post do blog deste ano seria sobre e-books. Afinal, comprei um iPad em novembro e, certamente, foi um dos melhores investimentos que já fiz.

De lá para cá, ando com um bloquinho onde anoto todos os prós e contras de se ler em um e-reader (já aviso que tenho usado muito o Kobo porque gosto de comprar produtos da Livraria Cultura e estou gostando muito!!).

Hoje, quando resolvi colocar a vida virtual em ordem nesse finzinho de férias (sinif!), vi que tinha me mandado um e-mail com um vídeo, no final do ano passado, e que ainda não tinha assistido. E percebi que o tal vídeo, da Editora Intrínseca, resumia exatamente TUDO o que eu anotei ao longo dessas semanas no meu bloquinho.




Em tempo, gostaria de compartilhar que mesmo tendo me apaixonado pelos e-books, ganhei um livro de amigo secreto e, ontem mesmo, comprei um exemplar físico do novo romance do meu autor favorito: O Pacifista, de John Boyne. Ou seja: uma coisa não exclui a outra. 

A ideia de "Livros x E-books", como mostra claramente o vídeo, está mais para "Livros S2 E-books". Experimente você também! 

27 de jul. de 2011

[Yale] E-book é SIM assunto de editor


Imagem de apresentação de Melcher: "Surface or Substance? Reading in a digital age"

O PublishNews de ontem publicou o texto “E-book não é assunto de editor”, de Cindy Leopoldo, e confesso que fiquei extremamente assustada. Não pude deixar de discordar. Primeiro porque, o mesmo portal deu manchete para o 2º Congresso Internacional do Livro Digital, que está acontecendo no Brasil. E, principalmente, porque em apenas dois dias de Publishing Management Course, em Yale, EUA, não tenho a menor dúvida de que o livro digital veio para ficar. 

No mesmo dia em que li o texto da Cindy, no qual afirma que “e-book é assunto de sites e revistas de tecnologia, se localiza mais ou menos entre a seção de smartphones e a de games”; ouvi Liisa McCloy-Kelley, vice-presidente e diretora das Operações de Produção Digital da Random House, afirmar que os e-books estão aqui para ficar e que já existe uma nova categoria de mão-de-obra especializada no mercado editorial: a do livro digital.

E isso inclui um EDITOR. Não se faz livros sem editores, sejam eles impressos ou digitais. E como funciona um editor de livros digitais? Bom, que tal começar com a difícil decisão de qual plataforma usar? Será um e-book? Será um app? Terá animações? E ilustrações? Que tal um vídeo? Outras decisões importantes, como formato da diagramação (que não está mais presa a um número de cadernos pré-determinados); ou quais títulos existirão APENAS na versão digital, entre outros, deixam bem exemplificado que e-books é SIM assunto de editor.

Liisa McCloy-Kelley disse uma dessas coisas óbvias que ninguém nunca presta atenção: “O futuro [do mercado editorial] está em algum lugar no equilíbrio entre impressos e digitais.” E não pude concordar mais. 
Os impressos não vão sumir e, muito provavelmente, serão objetos de consumo e desejo, assim como são hoje os discos de vinil são para os amantes da música e indústria fonográfica. Mas livrarias vão falir e editoras vão fechar e devemos encarar o fato com pesar, mas sem nos espantarmos. O Brasil ainda está atrasado na produção dos livros digitais, mas isso não o exclui do processo. Muito pelo contrário: é  inevitável e pertence a um futuro muito próximo. 

Imagem de apresentação de Melcher: "Surface or Substance? Reading in a digital age"

Meu conselho? Preparem-se! Especializem-se! Não lutem contra isso, porque vocês vão perder! A tecnologia facilita nossas vidas e isso é um fato consumado. Por isso, a mudança é inevitável. Depende apenas de você fazer disso uma coisa boa. Ou não.






P.S: Para quem tem iPads, iPhones ou iPods Touch e estiver disposto a gastar U$4,99, sugiro darem uma olhada no app OUR CHOICE, de Al Gore. Foi apresentado a nós ontem no curso, durante a palestra de Melcher, da empresa criadora do app, que ganhou o prêmio de melhor app do ano. Não me lembro de nada mais significantemente revolucionário em livros digitais. #ficaadica!

16 de mai. de 2011

[Dica de outras boas leituras] E-book já é o formato de livro mais rentável dos EUA

Para quem ainda não acredita no potencial dos e-books...

E-book já é o formato de livro mais rentável dos EUA




As vendas de e-books cresceram 202.3% desde fevereiro de 2010, enquanto as dos formatos físicos apresentaram redução. Na categoria de livros adultos, tanto brochura quanto capa dura, a queda foi de 34.4%, chegando a US$ 156,8 milhões em fevereiro passado. Já as de livros infantis teve redução de 16,1%, totalizando US$ 58,5 milhões.

A AAP atribui o bom desempenho dos livros eletrônicos em fevereiro às fortes vendas depois do Natal, quando as milhares de pessoas foram presenteadas com e-readers e tablets.

Em janeiro, a Amazon havia anunciado que, no último trimestre de 2010, vendeu nos EUA mais e-books para seu e-reader Kindle do que brochuras.

A AAP, porém, adverte que seus dados não devem ser tratados como oficiais, já que são enviados voluntariamente pelas editoras, em vez de pelas varejistas.

Fonte: O Globo



22 de fev. de 2011

E quando seus lugares favoritos deixam de existir?

Há um mês, li no Blog da Companhia das Letras um post que o Luiz Schwarcz publicou diretamente de Nova York, onde passava férias. O post, que levou o nome de Edição Extraordinária, trouxe a triste notícia do fechamento de umas das mais belas livrarias que tive o prazer de conhecer e de me deliciar por horas!


A Barnes & Noble que ficava localizada em frente ao Lincoln Center, um dos lugares mais fantásticos que já visitei, fechou as portas! E essa notícias me foi devastadora!
Minha última visita à Barnes & Noble do Lincon Center.



Lincon Center, NYC.
Quando li o artigo do Luiz, fiquei louca atrás das minhas fotos da minha última visita a esse local (e só achei agora, o que justifica meu delay do post) para poder reviver uns últimos minutinhos daquele cantinho, que ficava numa das esquinas mais glamurosas, numa das cidades que mais me encanta no mundo.

Lembro da minha última visita, quando os termômetros anunciavam exatos 32º F, que equivale a 0º C, ao meio-dia, numa fria e ensolarada manhã de inverno. Entrei na Barnes & Nobles procurando me aquecer, e não saía nunca mais de lá. Minha irmã, companheira de viagem, já estava impaciente: "Tá bom, Tali, aqui é muito legal. Mas se não atraversarmos a rua, vamos perder o Ballet!!", dizia ela, já quase irritada com meu vício. 

A loja não era uma delícia?
E, em seguida, me peguei chateada de verdade com a notícia. Logo eu, uma defensora voraz da modernidade, dos e-books, dos e-readers, dos e-tudomaisqueforpossivel! Justo eu, que acredito que o livro digital chegou para ficar, mas que jamais seriá capaz de roubar o brilho do livro impresso. E, depois de saber que um lugar como este fechou as portas justamente pelo crescimento devorador dos e-books, bateu uma pontinha de insegurança aqui dentro. 

Tudo muito aconchegante!

 Eu ainda não mudei de ideia. Continuo convicta de tudo que disse acima. Mas agora, acrescento um adendo: o advento da modernidade do livro digital vai trazer perdas irreparáveis e dores em cada um de nós, que iremos, aos poucos, vermos nossos cantinhos preferidos fechar as portas, um a um. 

E caberá a nós, carregarmos nossos e-readers para afogar nossas mágoas.




Interior da antiga Barnes & Noble do Lincon Center, em NYC.

17 de fev. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Livros interativos começam a ser usados na educação de crianças

Será que ainda tem quem não acredite na invasão dos livros digitais? 
Pois a FOLHA.COM publicou um artigo que ajuda, mais uma vez, a provar que este é um  caminho sem volta! 
Então, se vc ainda tem dúvidas, é melhor rever os seus conceitos: os e-books vieram apra ficar!!

Leiam matéria do dia 4/02/2011abaixo:

(Por TALITA BEDINELLI)


Pedro Henrique Soares, 8, e Lui Furlan, 7, leem na tela do computador um livrinho que explica o significado da palavra "porta". Ficam encantados, não apenas pela história, mas pelos recursos que a acompanham: músicas, narração, vídeo e um "quiz" sobre o que leram. 
Leitores vorazes dos livros de papel, segundo eles mesmos contam, os dois começam agora a se aventurar pelo mundo da leitura digital.
O colégio onde estudam, o Notre Dame, na zona oeste de São Paulo, adotou na semana passada uma biblioteca virtual de literatura infantil, criada pela editora Callis.
Ela será usada ao menos uma vez por semana com as crianças dos ensinos infantil e início do fundamental.
A biblioteca é a primeira do tipo no Brasil, segundo a Callis. Mas outras editoras, de olho no crescimento do uso de tablets tipo iPad, também investem em livros digitais para o público infantil, que vão além da simples digitalização do livro impresso.
O objetivo das editoras é criar livros mais interativos: além de poder virar a página e colori-las com o mouse, os leitores podem ouvir músicas e a narração das historinhas. Em versões para iPads, as crianças podem tocar na tela do dispositivo e mover os personagens, por exemplo.
Na última Bienal do Livro, em agosto, a Globo Livros lançou "A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato, em uma versão de aplicativo para iPad.
Com ilustrações atraentes, o livro permite que, com um toque, a criança mude letrinhas de lugar, faça a personagem espirrar ou toque um gongo para que apareça na tela um exército de grilos.
A Abril Educação também lançou em aplicativos similares dois livros de Walcyr Carrasco no final do ano passado. Em "Meus Dois Pais", a criança pode "montar" um retrato da própria família e, em "A Ararinha do Bico Torto", é possível pintar a ave.
As opções tendem a aumentar neste ano. A Zahar afirma que está estudando projetos de livros digitais mais interativos, assim como a editora Melhoramentos, que está desenvolvendo 12 livros em formato aplicativo, afirma Breno Lerner, superintendente da editora.
Ele acredita que os livros digitais interativos podem despertar o interesse da criança pela literatura. 



LIVRO COMPLEMENTAR
Educadores ouvidos pela Folha dizem, entretanto, que o uso desses dispositivos requer cuidado: como funcionam como uma proposta diferente da do livro de papel, não devem substituí-lo. Os dois devem conviver.
A escola deve manter e estimular a ida das crianças à biblioteca tradicional. E os pais não podem trocar a leitura de historinhas em livro de papel pelas do iPad.
"É a emergência de outro tipo de mídia, que dá a possibilidade de usar outro suporte, como som, música. Mas o importante é saber lidar com a diversidade", afirma Maria José Nóbrega, assessora pedagógica de literatura da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e de colégios particulares.
Segundo ela, o livro digital, com recursos que simulam barulhos ou ações do personagem, acabam não permitindo que a criança imagine o que está lendo e exerça a criatividade, por isso é importante manter a leitura do livro de papel.
Ilan Brenman, doutor em educação pela USP e escritor de livros infantis, acredita que o livro digital interativo se aproxima mais da linguagem da televisão, do cinema e dos jogos eletrônicos.
"Quando você dá um iPad para a criança, ela brinca com aquilo. Leitura não é exatamente o que ela está querendo", afirma.

22 de jan. de 2011

Alguém ainda tem dúvida de como serão os futuros leitores?

Tem jeito mais gostoso de sair pra um feriadão prolongado do que dividir essas imagens com vcs, meus leitores queridos?


Julia, 3, & Logan, 1, brincando e se divertindo com o iPad


Parece que o futuro é mesmo ser um leitor digital.
E por que não virar as páginas do iPad com os pés?


Logan J. Hills, 1 ano e 4 meses, já brincando com o iPad

E cuidado para não pegarem no sono com o livro em mãos, hein?

Julia Grace Hills, 3 anos e 1 mês, que acabou dormindo depois de tanto brincar com o iPad


BOM FERIADO, PESSOAL!!!

13 de jan. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Para amantes de leitores digitais, o iFlow é uma ótima escolha!

Mais uma vez, fui passear por um dos meus blogs favoritos da atualiadade, o TIPOS DIGITAIS, do queridíssimo editor-chefe do PublishNews, o Carlo Carrenho. Muito se fala e se discute sobre o universo dos e-books e e-readers, mas pouco se explica e se aplica no dia a dia. O Tipos Digitais vai além disso e traz as novidades que estão ao nosso alcance!


Mas estava eu lá, passeando pelo blog, quando me deparei com uma novidade MUITO bacana! Bom, eu digo isso porque sou uma MAC LOVER total e, portanto, fã do iPad e dos aplicativos que ele, o iPhone e o iTouch oferecem. A novidade é justamente aí: um app que eu não conhecia, o iFlow, que permite ler e-books  das e-bookstores da Google, Sony, Borders e Kobo (sem quebrar o DRM).

A outra grande novidade do iFlow é que ele trata os e-books como um conteúdo que flui, ignorando a paginação – daí o nome iFlow. Ou seja, você lê passando as páginas verticalmente, como a leitura que já estamos habituados a fazer em tela. Quem quiser "virar as páginas" também pode por meio de dois botões virtuais. Pode-se também optar pelo fluxo automático das páginas e regular a velocidade. Opção é que não falta!


Visitem o TIPOS DIGITAIS e leiam a matéria na íntegra! Vale a pena entender um poquinho mais desse mundo digital, para o qual seremos todos, inevitavelmente, arremessados!

11 de jan. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Escolas americanas adotam iPad para ser usado em casa e em sala de aula

Imagine só seu filho chegar em casa em falar para você que tem que fazer a lição de casa e, para isso, tira da mochila sei iPad??
Pois esse futuro não está NADA distante!!
Uma matéria publicada no jornal norteamericano The New York Times traz a novidade quentinha: "Escolas americanas adotam iPad para ser usado em casa e em sala de aula"


Mas sabe o que é o mais bacana? Os tablets da Apple foram distribuidos pelas próprias escolas, e não material obrigatório a ser comprado pelos pais. Taí um exemplo de modernidade e garantia de cidadania a todos, né?

Leiam abaixo a matéria na íntegra.





Quando os estudantes norte-americanos voltaram às aulas nesta semana, alguns levavam Apple iPads novinhos nas mochilas, recebidos não de seus pais, mas de suas escolas.
Cada vez mais escolas nos EUA estão adotando o iPad como a mais recente ferramenta para lecionar sobre Kafka em modo multimídia, história por meio de jogos como os game shows de TV e matemática por meio de animações passo a passo de problemas complexos.
Como parte de um programa piloto, a Roslyn High School, de Long Island, distribuiu em dezembro 47 iPads a alunos e professores em duas turmas de exatas.
Os iPads têm custo individual de US$ 750 e serão usados em classe e em casa.
"Isso nos permite estender a classe para além do edifício escolar", disse Larry Reiff, professor de inglês.
Modas tecnológicas vêm e vão nas escolas, e outras experiências cujo objetivo era propiciar melhor experiência a crianças criadas na era dos videogames apresentaram resultados contraditórios.
Os educadores, por exemplo, continuam divididos quanto aos resultados das iniciativas para oferecer um laptop a cada aluno.
No momento no qual os distritos escolares tentam conseguir aprovação para seus orçamentos, gastar dinheiro na compra de computadores tablet pode parecer uma extravagância.
E alguns pais e pesquisadores expressaram preocupação por as escolas investirem no equipamento antes que seu valor educacional tenha sido comprovado.
"Existem poucas indicações de que as crianças aprendam mais, mais rápido ou melhor quando usam essas máquinas", disse Larry Cuban, professor emérito de educação na Universidade Stanford, para quem seria melhor gastar esse dinheiro no recrutamento, treinamento e retenção de professores.
"O iPad é uma ferramenta maravilhosa para envolver as crianças, mas ele logo deixa de ser novidade e voltamos às questões essenciais do ensino e do aprendizado."
Mas os dirigentes escolares dizem que o iPad não é apenas o novo brinquedo da moda, e sim uma ferramenta poderosa e versátil.
As escolas públicas municipais de Nova York encomendaram mais de 2.000 iPads, por US$ 1,3 milhão.
Até mesmo alunos de jardim de infância estão recebendo iPads.
A Pinnacle Peak School, de Scottsdale, Arizona, converteu uma sala de aulas desocupada em um laboratório equipado com 36 iPads conhecido como iMaginarium, e ele se tornou o polo central da escola porque, como afirma o diretor, "entre todos os aparelhos que ele oferece, o iPad é o que mais atrai a garotada".
Mas defensores da tecnologia, como Elliot Soloway, professor de engenharia na Universidade de Michigan, e Cathie Norris, professora de tecnologia na Universidade do Norte do Texas, se preocupam com a possibilidade de que os dirigentes escolares tenham se encantado demais com o iPad e por isso desconsiderado opções menos dispendiosas, tais como celulares inteligentes que oferecem benefícios semelhantes a uma fração do custo básico de US$ 500 de um iPad.
"Pode-se fazer tudo que um iPad faz com tecnologia e hardware de uso corrente, e a preços US$ 300 e US$ 400 mais baixos por aparelho", disse o professor Soloway.
A Apple vendeu mais de 7,5 milhões de iPads, de abril para cá, reportou a empresa, mas não se sabe quantos desses para escolas.

10 de jan. de 2011

[Dica de outras boas leituras] A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência

O blog TIPOS DIGITAIS trouxe um artigo que intriga! A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência traz à tona um debate que permanece em pauta, mas que ainda não convenceu todo mundo: os livros digitais vieram mesmo para ficar? Pois, de acordo com Carlo Carrenho, editor do texto, parece que sim!
Leia na íntegra abaixo e tire suas próprias conclusões!






A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência
No ano passado, publiquei o post Por que eu não acredito em Papai Noel, Saci Pererê e DRM. Alguns dias depois, recebi um telefonema de alguém ligado ao mercado brasileiro de e-books. A pessoa estava bastante frustrada com meu texto, pois achava que ele serviria como desincentivo para que editores entrassem no mundo digital e publicassem seus livros em formato eletrônico. Embora não tenha concordado com a crítica como um todo, percebi que eu não havia deixado claro minha posição sobre a publicação ou não de e-books, mas apenas mostrara que o DRM é absolutamente ineficaz. O resultado é este post que escrevo agora.

Aviso aos editores: a revolução digital chegou e seu catálogo estará disponível em breve em formato digital. Quer vocês queiram ou não.

É isto mesmo. Em 2010, o faturamento de e-books correspondeu a 9% do faturamento das grandes editoras americanas. Em 2008, foi 1% e em 2009, 3%. O crescimento tem sido exponencial. Em alguns poucos anos, haverá uma grande demanda por livros no formato digital, e onde há demanda, há oferta. Se os editores não fornecerem seus livros em formato eletrônico, alguém vai. Por mais que se combata a pirataria, será impossível evitar que algum adolescente na Lapônia ou em São José do Rio Preto digitalize um livro indisponível e o torne acessível na internet.

Os editores que, para evitar a pirataria, optem em não publicar no formato digital estarão apenas incentivando a pirataria. Parece paradoxal, mas é fácil explicar. Qualquer leitor honesto que busque a versão digital de um livro em uma e-bookstore se sentirá legitimado a procurar uma cópia pirata caso não encontre a edição oficial disponível. “Eu até compraria o original, mas não encontrei”, dirão eles. É claro que não basta que o livro esteja disponível. Ele terá de ter um preço justo e o processo de compra e download tem de ser absolutamente simples. Por isso que o próprio DRM pode, além de não evitar a pirataria, incentivá-la.
Do lado do pirata, seja ele motivado por ganância financeira ou por um sentimento de Robin Hood, com certeza ele se sentirá mais inclinado a copiar e disponibilizar obras que não podem ser compradas ou que sejam vendidas a um preço inadequado do que livros facilmente encontráveis em e-bookstores. Afinal, haverá mais demanda para os “livros difíceis”. Mas, de maneira geral, pirata ou leitor honesto se sentirão moralmente justificados em copiar um livro não disponível.

“Mas se eu não digitalizar meu livro, será muito mais difícil copiá-lo”, dirão alguns editores. Verdade. Mas não será difícil o suficiente. Pesquisadores da Universidade de Tóquio já desenvolveram um protótipo de scanner que permite digitalizar 200 páginas por minuto apenas passando rapidamente as folhas de um livro. Em um futuro não muito longínquo, teremos celulares capazes de fazer isto e livreiros preocupados não apenas com ladrões de livros, mas ladrões de conteúdo em suas lojas.

Concluindo, a pirataria é de fato uma ameaça. DRM é uma solução no mínimo ingênua para o problema. O desafio está em como minimizar o efeito da pirataria e usá-la para monetizar o conteúdo. E quem não entrar no mercado de livros digitais já perdeu a priori a luta contra a pirataria e por um lugar ao sol no futuro digital da indústria editorial.




23 de nov. de 2010

[Dica de outras boas leituras] E quem disse que os tablets não são os livros da nova geração?

O PublishNews da semana passada trouxe um artigo bastante interessante, escrito por Mike Shatzkin, que tem mais de 40 anos de experiência no mercado editorial, é fundador e diretor-presidente da consultoria editorial The Idea Logical Co., com sede em Nova York, e diariamente acompanha e analisa os desafios e as oportunidades dessa nova era digital.

O post trata da relação livros infantis + e-readers. Eu pude comprovar que isso essa união dá samba pessoalmente quando, há poucos meses, vivi uma experiência die 15 dias com minha afilhada, de 2 anos e meio, e seu irmãozinho, de apenas 1 ano; que sabiam mexer melhor no iPad da mãe deles do que eu!
Essa mistura dá uma ótima receita. Que tal experimentá-la?



Livros infantis impressos X tablets

Esse post vai discutir uma ideia que eu já tinha mesmo antes da notícia dessa manhã (1/11) sobre as novidades no cenário de e-products. Sempre fui meio cético em relação aos enhanced e-books, baseados no meu  palpite de que não funcionariam há 15 anos quando apareceram os CD-Roms. Mas é cada vez mais óbvio que produtos estilo CD-Rom podem funcionar muito bem com livros infantis. Na verdade, estou começando a pensar que enhanced e-books ou produtos estilo aplicativos poderiam superar os livros como suporte preferido em pouquíssimo tempo. Menos de dez anos.
Os motivos por ser cético em relação aos enhanced e-books (ou enriched, um termo recente que ouvi e que pode ser melhor) é porque livros adultos são escritos como experiências de leitura de narrativas sem a intenção de serem interrompidas para serem lidos por pessoas que valorizam a experiência imersiva (Nem todos. Mas a maioria dos livros que pensamos ser best-sellers ou literatura). Meu palpite é que será difícil mudar muitas das horas de consumo agora devotadas à leitura imersiva por outra coisa bem diferente. E vejo isso como um desafio qualitativamente diferente do que a mudança da própria leitura imersiva de um mecanismo de distribuição (papel) para outro (telas).


A razão pela qual o material infantil não sobreviveu no período CD-Rom há 15 anos foi a complexidade do mecanismo de distribuição. Era preciso estar no computador, o que normalmente significava um desktop. Era preciso carregar o CD-Rom, que na maioria dos computadores (porque poucos eram Macs na época) exigiam navegação adicional antes da reprodução. Esses produtos não eram realmente acessíveis a crianças, mesmo se a programação contida neles fosse dirigida a esse público.
Mas esses problemas não continuam nos "livros" para crianças (se for assim que você quiser chamá-los) que estão migrando para iPad, smartphone ou, agora, o NOOKcolor (que, eu acho, é como seus donos gostariam de chamá-lo).
O grau de imersão que você consegue num livro é diretamente proporcional à fluência com a qual ele é lido. Isso significa quanto mais jovem você for, mais provável que aceite uma experiência de leitura interrompida.
E como os aparelhos ficam mais baratos e mais ubíquos, pais e filhos vão aprender rapidamente como as experiências interativas podem ser divertidas, instrutivas e acessíveis.
Comecei a escrever esse post no fim de semana porque ficamos sabendo de várias iniciativas empreendedoras que estavam focadas no desenvolvimento de materiais infantis dessa forma.  Depois, o Publishers Lunch dessa manhã (1/11) nos contou a história do que está acontecendo na Callaway, o que só fortaleceu a certeza de que há muito dinheiro sendo colocado nessa ideia.
Resumindo, cheguei ao ponto de vista de que o mercado de livros juvenis vai migrar para produtos digitais "enhanced" de forma muito mais rápida do que a narrativa adulta e que, como resultado, a criação e publicação para os vários mercados de livros infantis estará cada vez mais a cargo de novas empresas e cada vez menos a cargo das editoras de livros.
A reportagem sobre a Callaway Digital Arts que saiu no Publishers Lunch hoje (1/11) é incrível.  Eles não só garantiram 6 milhões de dólares de financiamento do iFund liderado pela Kleiner Perkins Caufield & Byers, mas também ganharam 30 milhões do programa "Pronto para Aprender" do Departamento de Educação. Com esse empurrão, a Callaway diz que planeja produzir 150 aplicativos anuais, daqui a dois anos. Estão sendo vistos pela Apple como "parceiro estratégico" para ajudar o iPad a "transformar a educação".
Apesar de ser a mais famosa, a Callaway não está sozinha no foco sobre o mercado de conteúdo para crianças construído a partir de livros.
A Oceanhouse Media está construindo o que parece ser um negócio comparável de uma forma completamente diferente.  Em vez de procurar investidores para seu capital, a Oceanhouse conseguiu se autocapitalizar construindo uma rede de desenvolvedores dispostos a trabalhar por uma participação nos projetos que estão desenvolvendo. Eles conseguiram fazer acordos com a Hay House (que não é dirigido a crianças, em princípios), seus vizinhos em San Diego. E conseguiram os direitos do Dr. Seuss e Berenstain Bears. Numa conversa com eles, me pareceu que conseguiriam entregar novos produtos no mesmo nível que a Callaway, mas muito antes do que esse prazo de dois anos.
A Trilogy Studios possui sócios que dirigem estúdios de games na Electronic Arts, Fox Interactive e Vivendi Universal Games, tendo lançado recentemente o produto infantil de maior sucesso até o momento, um MMO (que significa um jogo "Massive Multiplayer Online") baseado num filme de animação bastante famoso. Eles expandiram o portfólio para incluir livros interativos de histórias e jogos sociais, além de contratarem o editor veterano Marc Jaffe (até recentemente da Rodale) para garantir os direitos de algumas das marcas mais reconhecidas de entretenimento e do mercado editorial para futuros desenvolvimentos digitais.
Rick Richter, até recentemente o chefe de publicações para crianças da Simon & Schuster, criou uma concorrente no setor chamada Ruckus Media Group. Eles estão fazendo aplicativos para Apple e Android, compraram os direitos do Rabbit Ears Library (clássicos infantis lidos por celebridades) e estão contratando autores com conteúdo original.
Smashing Ideas é um site, estúdio de games e aplicativos que já está no mercado há 14 anos. Eles trabalham com marcas voltadas para a juventude como Hasbro, Nickelodeon e Disney há vários anos. Agora fizeram um acordo para desenvolver projetos com a Random House e também desenvolvem projetos em cima de livros em domínio público com aplicativos, entre eles a Guerra dos Mundos, O Livro da Selva e o Mágico de Oz. Isso não é nenhuma surpresa porque Ben Roberts, que agora lidera a divisão de e-book, ajudou a criar Alice para o iPad.
Todo esse investimento e todo esse desenvolvimento deve ter a mesma visão que eu. As crianças serão o grande mercado para esse tipo de produto. A narrativa linear pode ser imersiva somente até o ponto em que o ato de leitura em si for fácil e sem esforços. Não é possível se perder na história se você precisa ficar procurando palavras ou relendo com frequência sentenças para entender o significado.
Isso significa que é muito mais difícil para um jovem imergir na história só com palavras no papel. É por isso que os livros infantis oferecem muito mais do que isso: imagens, claro, mas também pop-ups e vários outros elementos tridimensionais, até onde podem ser distribuídos em algo que é fundamentalmente papel amarrado.
É possível dizer que as crianças sempre possuíram "enhanced books"!
Os novos aparelhos têm muito mais capacidade do que os CD-Roms para se relacionar com mais do que palavras - formas que a maioria dos que amam a leitura imersiva poderiam achar distrativas ou chatas, mas que as crianças adoram. A navegação intuitiva com touchscreen, um desenvolvimento relativamente recente, facilita a participação e a interação com uma mente ativa que ainda não aprendeu suficiente linguagem para trabalhar confortavelmente com dicas escritas.
Não vivo numa atmosfera centrada nas crianças, mas estou consciente de que nos dois últimos anos os pais que pensaram que seus filhos eram jovens demais para os gastos de conectividade de um iPhone concordariam em comprar um iPod Touch, que faz o mesmo exceto as ligações (e, portanto, não tem nenhuma conta mensal). Um amigo meu que continua defensor da "mídia antiga" recentemente me perguntou o que eu achava de um Touch para seu filho de 7 anos, que não queria ficar atrás dos seus amigos que já tinham um. Essas crianças não estão usando o Google para fazer a lição de casa; estão jogando games que são a vanguarda tecnológica do novo mercado de livros infantis.
O iPad levou essas novas empresas a entrarem no mercado explícito de fazer enhanced e-books baseados nos livros infantis. O NOOKcolor somente coloca lenha na fogueira.
E como o NOOKcolor é metade do preço ou até menos que um iPad, os pais ficarão mais relaxados com a possibilidade de seus filhos brincarem com ele.
Há testemunhos de que crianças podem ficar mais interessadas num livro de papel depois de terem contato com os personagens e a história através de um enhanced e-book ou aplicativo. Estamos descobrindo isso porque os enhanced e-books feitos hoje estão tendo como base livros que já existem. Isso é uma forma bastante inteligente de entrar no mercado. Por que aumentar o desafio criativo começando do zero quando existe uma enorme quantidade de marcas estabelecidas e personagens para licenciar? E como o primeiro grande sucesso nesse gênero infantil, Alice para o iPad, demonstrou e a Smashing Ideas percebeu, mesmo a exigência de licenciamento pode ser evitada com o uso de textos em domínio público como base.
Meu palpite é que editores - ou quem tiver os direitos - terão um belo negócio, durante um tempo, licenciando livros e personagens para desenvolvedores de enhanced e-books chamados "estúdios digitais" que os transformarão em produtos bem-sucedidos. Com o tempo - e não vai demorar muito - esses estúdios se transformarão nos criadores de novos personagens e franquias, e o livro se tornará o "direito subsidiário". Em quanto tempo? Não muito. Entre três e cinco anos?
Qualquer editor que quiser entrar no mercado infantil no meio dessa década, é melhor comprar um desses estúdios, ou fundar um.
Essa ideia surgiu na minha cabeça há um mês; precisou vencer meu preconceito contra interrupções chatas que é como eu vejo a maioria dos enhanced e-books dirigidos a adultos. Então, claro, começamos imediatamente a montar um painel sobre o assunto para a Digital Book World. Isso me levou a conversar com muitas dessas empresas. Ainda não decidimos quem vai discutir o que estão fazendo nos dias 25-26 de janeiro, mas certamente será uma conversa sobre o futuro próximo do mercado editorial juvenil.

14 de nov. de 2010

[Novidade no ar] Leitor digital cada vez mais próximo do livro de papel

Não tem jeito: a disputa pelo mercado de livros eletrônicos está cada vez mais acirrada e, portanto, mais tecnológica e inovadora! E quem sai ganhando com isso somos nós, consumidores e leitores vorazes, pois a concorrência faz com que as empresas invistam em melhores aparelhos, cada vez mais confortáveis e que permitem uma leitura na tela muito mais agradável. 

A companhia chinesa Hanvon Technology vai lançar o primeiro leitor de e-books com tela de tinta eletrônica colorida, que vai usar uma versão avançada - e em cores - da mesma tecnologia presente em leitores de livros eletrônicos como o Kindle, da Amazon, e o Alfa, da brasileira Positivo.

Porém a inovação se dá nos displays de e-ink, que são diferentes do de cristal líquido (LCD), como o utilizado no iPad. A tela de e-ink não emite, e sim reflete a luz. Isso faz com que a leitura seja mais confortável, já que a imagem gerada pela tela se assemelha à impressa em um papel, como em um livro comum. 



Por necessitarem de energia elétrica apenas para trocar as páginas, e não para sustentar a exibição da imagem durante a leitura, aparelhos que utilizam essa tecnologia também têm duração maior da bateria.

O produto deverá custar, no mercado chinês, cerca de US$ 450, o equivalente a R$ 750.  



Fonte: Portal G1

18 de out. de 2010

[Dica de outras boas leituras] Mesmo quem gosta de tecnologia, acredita na tradição

A Folha de S. Paulo trouxe uma matéria bem interessante no cadernos Ilustrada, de sábado, 16 de outubro de 2010. A reportagem chamada "Repórter do Futuro", apresenta um jornalista do  The New York Times, maior jornal dos Estados Unidos, que é um viciado em novas tecnologias, mas que, mesmo assim, não acredita que as nnovas modernidades substituirão as tradições. 

Nick Bilton, de 34 anos, leu seu último livro em papel há quatro anos - "A Estrada", de Coman McCarty. Desde então, tudo o que lê - inclusive o jornal, que é seu instrumento de trabalho - é numa tela! 

Vale a pena a leitura interessante do estudo feito por ele!
Vejam abaixo: 



Repórter do futuro
Jornalista do "New York Times" diz em livro que novas tecnologias não eliminaram as tradicionais (Por Tereza Novaes, editora-adjunta da Ilustrada)

Random House/Bloomberg

Nick Bilton, autor de "I Live in the Future & Here’s How It Works"



Há quatro anos, o jornalista Nick Bilton, 34, leu pela última vez um livro em papel, "A Estrada", de Corman McCarty. Desde então, tudo o que lê, inclusive o jornal "The New York Times", em que trabalha, sai de uma tela.
Descrito como "futurólogo" e "evangelizador digital", o repórter de tecnologia acaba de lançar "I Live in the Future & Here's How It Works" (vivo no futuro e aqui está como ele funciona), sem previsão de sair no Brasil.
Mas Bilton não habita o mesmo futuro que o da família Jetsons, pelo contrário. O que ele descreve para o amanhã é o que você já tem agora nas mãos, este jornal; ou no bolso, o seu celular.
Sua visão de futuro não é apocalíptica: as novas tecnologias não vão acabar com as existentes, como o papel.
O jornal, por exemplo, continuará a circular em papel "por muito tempo" até que os aparelhos de leitura digital sejam muito baratos.
"Estamos no meio do caminho, a mídia que não se adaptar agora não vai sobreviver", analisou Bilton, em entrevista à Folha.
"Estamos indo para um mundo em que tudo será conectado à internet: roupas, carros. É a direção que as coisas vão tomar", vaticina.
"Em dez anos, a internet será como a eletricidade, estará em todos os lugares."
A principal implicação disso para a indústria cultural é que tudo deve se tornar mais "social e personalizado".
"No passado, o livro era uma conversa fechada. Twitter, Facebook e MySpace permitiram que a nova geração se tornasse parte da conversa. É isso o que, de fato, precisamos observar."
O autor segue à risca a própria receita. Seu livro é vendido em papel e, claro, em versão digital. Cada capítulo tem material extra para ser lido (ou assistido) com a ajuda de um "smartphone".

PORNOGRAFIA
Entre as ideias que o jornalista defende, está a de que as pessoas estão em busca sobretudo de "experiências".
Para investigar a tese, Bilton se infiltrou na indústria pornográfica dos EUA.
Descobriu que os filmes menos pirateados eram aqueles cujos atores conversavam com o público pelas redes sociais.
Ele concluiu ainda que as empresas que lucram escutam seus consumidores, vendem seus produtos a preços considerados justos por quem paga e os entregam em qualquer plataforma.
Bilton acredita que a mesma sensação de "experiência" permeia as compras de músicas feitas pelo iTunes, a loja de música da Apple.
Embora não leia em papel há anos, Bilton não abandonou o cinema. Foi assistir ao longa "A Rede Social", sobre o Facebook. Ele considera "fascinante" um grande estúdio fazer um filme sobre "essa mídia que todos nós conhecemos e usamos".
Hoje e também no futuro, a mídia social será algo cada vez mais "mainstream".

15 de out. de 2010

[Dicas de outras boas leituras] Smartphones: os mais novos E-Readers

Em matéria publicada pelo IOL Diário, anunciou-se que um estudo realizado pela Forresters Research, empresa independente de Marketing e análises de mercado, mostrar que a venda de livros eletrônicos cresceu cerca de 200% no ano passado e que a tendência deverá manter-se em 2010. 








O estudo acrescenta ainda que os Smartphones, telefones móveis com funcionalidades avançadas de sistema operacional aberto, são apontados com a próxima plataforma de preferência para a leitura de eBooks. 

 


O aumento das vendas impulsionou o desenvolvimento de características essenciais dos telefones para a leitura de livros eletônicos. O aumento do tamanho e qualidade das telas, para melhor visibilidade e legibilidade, são algumas das alterações a serem feitas para adaptar os dispositivos à leitura de e-Books.



 Em resposta à esta tendência, a Amazon anunciou, só no mês de Setembro, 180 edições de livros eletrônicos.