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14 de jun. de 2012

[Eventos] Lua de Papel lança o “Almanaque da música pop no cinema”


A Lua de Papel, selo do grupo LeYa, convida para o lançamento do "Almanaque da música pop no cinema", escrito pelo apresentador de TV e músico Rodrigo Rodriguescom pocket show da banda The Soundtrackers, seguido de sessão de autógrafos.


Pra quem é fã de cinema e, principalmente de trilhas sonoras (como eu!), é um evento imperdível. Além de ser uma ótima oportunidade de ouvir a banda The Soundtrackers, que é ótima e marcou ótimas baladas da minha vida! 


Lançamento do livro Almanaque da música pop no cinema
16 de junho de 2012 - Sábado
A partir das 15h30
Livraria Cultura do Shopping Bourbon


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Imagine uma cena de perseguição de 007 sem aquelas músicas alucinantes para embalá-la. Ou então Rocky lutando nos ringues com nenhum som além dos gritos da plateia. E ainda “Summer Nights”, de “Grease”, em forma de conversa e não cantada, em um dos momentos mais memoráveis do filme. Sem graça, não é?
A Lua de Papel, selo do grupo LeYa, lança em junho o “Almanaque da Música Pop no Cinema”, do apresentador de TV e músico Rodrigo Rodrigues. O livro, recheado de fotos, conta a história da música no cinema, desde a época em que as trilhas eram tocadas ao vivo, em sincronia com as cenas e arranjos improvisados pelos músicos no momento da exibição até as principais trilhas sonoras da sétima arte.
O livro  traça um panorama histórico e cultural das trilhas sonoras nos filmes que marcaram gerações.
A obra traz uma sinopse de cada longa citado, explica o motivo da trilha sonora ser marcante, além de contar curiosidades sobre o filme e trazer a trilha sonora completa. Quem não se lembra da música de “Os Goonies”? Ou de Uma Thurman em Pulp Fiction ouvindo “Girl, you’ll be a woman soon”, na pele de Mia Wallace?  E da batida deliciosa à la Beatles, do refrão de  “That thing you do”, do “The Wonders – O sonho não acabou”?
Mas por trás de cada trilha sonora, existe uma história que por si só daria um outro filme. Por exemplo, James Cameron sonhava que a cantora Enya fizesse a trilha sonora de “Titanic”, mas uma série de contratempos a impediu e Celine Dion acabou sendo a próxima escolha, e “My heart will go on” se transformou numa das canções mais memoráveis até hoje. Tom Parker, o empresário de Elvis Presley, descobriu o filão de colocar o rei do rock para estrelar filmes. “Filmes que alimentam discos que alimentam filmes”, era o que Parker dizia. Em um período de cerca de 10 anos, Elvis estrelou 31 filmes, mais do que a diva Marilyn Monroe ao longo de toda a sua carreira, e chegou a ser o ator mais bem pago de Hollywood na época. E Kevin Bacon foi escolhido por acaso para estrelar “Footloose – Ritmo Louco”, já que a escolha inicial era Tom Cruise, depois de sua antológica cena de dança em “Negócio Arriscado”.  Em resumo, o livro reúne histórias curiosas que vão surpreender mesmo os amantes desses filmes e das canções.
Entre muitas outras curiosidades, Rodrigo consegue mostrar ao longo das páginas deste almanaque que a trilha sonora deixou de ser apenas um acessório para os filmes. Com função essencial na trama, cada batida de uma música se torna característica intrínseca aos filmes e cenas mais marcantes nas vidas dos espectadores.

Ficha Técnica
Título: Almanaque da música pop no cinema
Autor: Rodrigo Rodrigues
Formato: 20,5 x 22,5 cm
Páginas: 216
Preço: R$ 59,90
Sobre o autor:
Rodrigo Rodrigues é apresentador dos canais ESPN, idealizador e guitarrista do grupo The Soundtrackers e autor do livro “As aventuras da Blitz”, biografia da banda carioca que revolucionou o rock no Brasil. Foi repórter e apresentador do programa Vitrine, da TV Cultura, por 8 anos. Também teve passagem pelo SBT e Band. Adora música, cinema e futebol, não necessariamente nessa ordem.
Mais informações:
ImprensaRua Desembargador Paulo Passalacqua, 86 - Pacaembu
01248-010 - São Paulo - SP - Brasil
 Fone + 55 11 3129 5448  Ramal 6207 / 6208Fax + 55 11 31295448 ajocys@leya.com / rbuffolo@leya.com www.leya.com

3 de jan. de 2011

1.584 livros e contando...

Já faz alguns anos que me empenhei em catalogar TODOS os livros de casa. Foi a maneira mais metódica e trabalhosa, mas mais eficiente de saber quantos livros existem naquelas paredes e, principalmente, de controlar os empréstimos que, por muitas vezes, ficaram perdidos pelo mundo agora.
E não é porque trabalhamos no meio literário que podemos simplesmente perder os nossos livros por ali, não é mesmo?


Essa ideia louca foi influência de uma pessoa querida que me ensinou a utilidade e a praticidade do Excel (é, pensando bem, essa pessoa me viciou no programinha, rsrs!!) Daí foi fácil! Juro que foi!! Trabalhoso, é verdade, mas simples! Era só anotar o TÍTULO, AUTOR, EDITORA, GÊNERO, COLEÇÃO e em qual lugar da casa estava guardado (Não, infelizmente eu ainda não tenho uma biblioteca linda e enorme na minha casa, rs!).




É, queridos leitores... Eu virei #Aloucadasplanilhasdoexcel! Há quem diga que é meu TOC. A quem diga que sou inútil. Eu não me importo, porque agora sei o que tenho e posso emprestar livros para quem quiser! E acreditem: em casa nós emprestamos mesmo! Minhas primas e amigos fazem a festa: pegam um, devolvem outro, trocam esse por aquele... uma biblioteca gratuita, eficiente, e sem pressão da data da devolução. Mas eu SEMPRE quero todos de volta, viu?!

A partir de então, todo livro que chega, eu anoto na lista, bem como os empréstimos (com nome da pessoa que levou e a data que isso ocorreu; e desmarco nas devoluções) e fica muito mais fácil de saber o que temos e como podemos arrumá-los.

A última contagem foi feita no dia 27 de dezembro de 2010, a última segunda-feira do ano, totalizando exatos 1.584 exemplares de livros não-repetidos dentro da minha casa. UAU! né?



Desse total, o destaque vai para duas editoras: o Grupo Ediouro Publicações, que unindo os selos Ediouro (174) + Agir (98) + Nova Fronteira (58) + Thomas Nelson (28), totaliza 358 exemplares, levando o troféu de campeã! Em seguida, vem a Companhia das Letras, que junto com os selos Cia. das Letras e Companhia das Letrinhas somou 186 exemplares. No terceiro lugar do podium está a Nova Cultural, com 94 títulos.

Mas não para por aí não! Tem outras grandes e pequenas editoras que enchem nossa casinha de muitos, muitos livros! Tem Rocco, Leya, Lua de Papel, Totalidade, Universo dos Livros, Salesiana, Sextante, Intrínseca, Mundo Cristão, Prumo, Versus, Record... Ixi! É editora - e livros - que não acaba mais!!
E não achem vocês que eu gasto todo o meu salário com isso. Sou louca, mas dentro das limitações financeiras, rs! Essa coleção foi se fazendo ao longo dos 35 anos que meu pai trabalha no mercado editorial, somado aos meus poucos dois anos também no ramo. É um presente aqui, um pedido ali, cotas de um lado, favores de outro... Assim, aos poucos, crescemos um montão nossa lista de livros! E claro, compramos muitos também! Principalmente os das nossas áreas de estudos para as faculdades e as leituras obrigatórias de colégio (sim, eu também passei por elas, rs!).

O fato é que livro sempre foi um objeto presente na minha vida! E cuidar dessa coleção, que para mim vale ouro, é mais do que minha obrigação!
E para vocês, que também amam os livros, eu sugiro que façam o mesmo. Afinal, temos que preservar esse bem tão precioso!

É... acho que minha condição é MESMO estar rodeada de livros, né?!?





P.S.: A quem interessar, o modelo da minha planilha está disponível para download. É só clicar AQUI

23 de dez. de 2010

O jeito LeYa de desejar Boas Festas!

O Grupo LeYa Brasil achou um jeito bem bonito e singelo de nos desejar BOAS FESTAS.
Bacana, né?


13 de dez. de 2010

[Novidade no ar] O meu homem ideal nas livrarias

Quando trabalhava na Editora Lua de Papel, selo do Grupo Leya Brasil, tive uma oportunidade que considero de ouro: avaliar se um livro tem perfil para ser publicado aqui no Brasil ou não.
E meu então editor, Pedro Almeida (com quem muito aprendi, vale a pena ressaltar) deixou em minhas mãos um livro sobre o DR. HOUSE, protagonista do seriado de mesmo nome, e por quem sou completamente apaixonada.
Tentando ser completamente imparcial - e sofrendo muito nessa tarefa, verdade seja dita - avaliei o livro de maneira positiva: simples, objetivo e que qretratava o médico genial e grosseiro de maneira clara e direta.
Foi assim que nasceu o livro: DR. HOUSE - UM GUIA PARA A VIDA, lançamento desse mês da Lua de Papel.




Eu não escondo de ninguém que o House é o meu homem ideal. Mas o livro é um caso a parte, porque com minha saída da editora, não vi o processo de produção finalizado. Mas ganhei de presente (Muito obrigada, equipe Lua de Papel!) e como leitora e fã, recomendo a todos vocês!!
Divirtam-se e se preparem: a grosseria gratuita está à solta!






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“Dr. House – um guia para vida” é o lançamento da Lua de Papel


Livro traça perfil do polêmico médico e revela como adotar sua filosofia de vida

A Lua de Papel lança em novembro “Dr. House – um guia para vida”, de Toni de la Torre. Enfocando o personagem central do festejado seriado “House”, que já está na sétima temporada, La Torre oferece lições sobre o pensamento “housiano”.


O inquestionável sucesso do seriado– foi a série de TV mais vista no mundo em 2008 – pode soar um tanto inexplicável, visto que “House” difere dos seriados hospitalares típicos. Ao invés de retratar médicos abnegados e heróicos, atormentados por questões éticas, tem como protagonista um médico genial, porém mal-humorado, arrogante, preguiçoso – capaz de oferecer dez dólares a cada paciente da emergência que desistir da consulta – e que tem como lema a frase “Todo mundo mente”.

O autor de “Dr. House – um guia para vida” é tão franco quanto o personagem interpretado por Hugh Laurie: não teme o rótulo ‘autoajuda’ – pelo contrário, requisita a denominação nas primeiras páginas e avisa: “Este é um livro de autoajuda, mas será que vai mesmo ser útil? Quantos livros que prometiam a felicidade você comprou anteriormente e acabaram no lixo? Antes de perder tempo e dinheiro na aquisição e leitura deste guia que tem em mãos, responda algumas questões propostas aqui e verifique se precisa mesmo comprá-lo”.

E o que significa ser House? É o que la Torre procura responder, fazendo um raio X da personalidade do mais rabugento dos doutores. Um dos aspectos mais marcantes é, sem dúvida, o cinismo, que o autor também utiliza ao aconselhar: “Sem dificuldades não podemos ser felizes. A verdadeira felicidade, o autêntico êxito que os livros de autoajuda tanto perseguem e a realização pessoal residem, então, na arte de viver uma vida amargurada. Neste guia estão todos os truques de House para conseguir isso. Podem ser levados meio na brincadeira, meio a sério, mas com certeza você encontrará neles alguma coisa de si mesmo”.

Em “Dr. House – um guia para vida” também há várias fotos de cenas do seriado, diálogos entre House e outros personagens, uma comparação com Sherlock Holmes – em quem David Shore, criador da série, admitiu ter se inspirado –; e um capítulo dedicado às melhores frases e diálogos desse anti-herói adorado. Um registro imperdível para os admiradores de Gregory House, e um detalhado roteiro para aqueles que querem dominar a arte de ser Dr. House.

Ficha Técnica
Título: Dr. House – Um guia para a vida
Autor: Toni de La Torre
Formato: 14 x 21
Brochura
Nº de páginas: 156
Preço: R$ 19,90

Sobre o autor
Toni de la Torre é especialista em televisão e novas tecnologias. Frequentou a Universidade de Ramon Llull onde se licenciou em Ciências da Comunicação. É colaborador habitual do diário Avui e do programa de televisão “El Club”. Foi o editor do suplemento sobre televisão do diário Avui e trabalhou na Agência EFE, CityTV, nas revistas NEO2, 33RPM e na net no Lecool.com e Meristation.com.


Sobre a editoraA editora Lua de Papel uma das mais importantes do grupo LeYa – formado por 18 editoras em Portugal e acaba de ser fundada no Brasil. Seguindo o caminho da matriz e com o objetivo de criar uma identidade própria e firmar-se como uma das grandes editoras no país, a editora Lua de Papel tem como Publisher, Pedro Almeida, e conta com uma equipe própria de editorial, marketing e comercial