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3 de set. de 2012

[Dica de outras boas leituras] 50 filmes que são melhores que os livros

Se eu não fosse a autora deste post já estaria xingando quem escreveu um absurdo destes: onde é que já se viu os filmes que são melhores que livros? 

A resposta é simples: no site Complex Pop Culture. Eu sou a primeira a defender que são raras as adaptações de livros para o cinema que ficam boas. Na maioria das vezes, os filmes deixam muito a desejar. Até porque, aquela história tem que ser contada em, no máximo, três horas.

Aliás, vocês já repararam como os roteiristas fazem questão de eliminar justo aqueles detalhes que nós, leitores, consideramos essenciais?? Sério! são exatamente aquelas pequenas partes, mini-diálogos, passagens breves que fazem toda a diferença no livro e que quem só assiste o filme fica sem saber e, principalmente, sem sentir. 

MAS, dentre as raras exceções, existem alguns filmes que brilham na adaptação para as telonas. E, apesar de eu não concordar 100%, o site Complex Pop Culture fez uma belíssima seleção de 50 filmes que são melhores que os livros. 


Afinal, quem vai dizer que Laranja Mecânica, dirigido por Stanley Kubrick, não deixa no chão o excelente livro de Anthony Burgees?? (Tudo bem apelou, perdeu. Eu sei que chutei o balde. Afinal, não é por menos que esse clássico do cinema e da literatura internacional ocupa a primeiríssima posição na lista, né? rs!)

Além de Laranja Mecânica, outros filmes inesquecíveis completam a lista com honra: O Iluminado, O Bebê de Rosemary, Los Angeles: Cidade Proibida, Bonequinha de Luxo, O Paciente Inglês, O Último dos Moicanos, Lendas da Paixão, Forrest Gump, O Jardineiro Fiel, entre muitos outros.

Vale a pena clicar aqui e dar uma olhadinha na relação completa.



A melhor parte disso é que poucas pessoas conhecem a origem literária do roteiros de todos esses filmes!

E depois me digam: vocês concordam com a lista? Acham que faltou filmes? Acham que tem filme ali que tá longe de ser melhor que o livro? 

30 de abr. de 2012

[Dicas de outras boas leituras] Vá se for ler!

No meio dessa blogosfera literária, é bem raro encontrar um blog que fale de livros, mas sem focar só em parcerias com editoras e resenhas literárias e promoções.
(Ei, calma! Isso não foi uma crítica aos blogs que se dedicam a isso. É só porque a maioria faz isso... rs)

Foi então que conheci o Vá se for ler! um blog que, assim como o No Mundo Editorial, fica antenado nas novidades do mercado editorial.



A equipe é composta por (como nós) apaixonados por livros!
Vamos conhecê-los?


Bárbara Menezes
Bárbara fez faculdade de jornalismo, mas desistiu da carreira. No jornalismo, a gente pesquisa, entrevista, corre atrás e... depois... escreve. E ela queria apenas escrever.
Trabalha como tradutora e escreve no blog sobre tradução, literatura e tradução de literatura.

Chris Menezes
Chris é publicitária, atuando como diretora de arte e redatora. Apaixonada por música, cinema, arquitetura, arte, viagens... e literatura e poesia. E cachorros.
Escreve no blog sobre tudo o que ama.

Cristina Casagrande
Cristina se formou em Jornalismo e Letras.
Elétrica e sonhadora, está sempre inventando projetos interessantes e chamando todos para vê-los. Agora, apaixonou-se por literatura infantil e escreve sobre isso aqui no blog.

Ricardo Barreiros
Ricardo se formou em Letras, mas queria mesmo é ter ido entrevistar o Bin Laden nas montanhas de Tora Bora.
Fascinado por História, Ciências Políticas, Militaria e Humanidades em geral, escreve no blog para provar que livro não é só literatura.

Vale a pena ficar ligados no que eles têm para nos contar! 
Sigam o blog no Twitter: @va_se_for_ler e fiquem ligados! 

29 de abr. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Eu te dedico

Foi o Manual Prático de Bons Modos em Livrarias que compartilhou o link da matéria "O que revelam as dedicatórias de livros", da Revista Época.

E foi nesta matéria que encontrei o mais novo Tumblr do amor para compartilhar com vocês:
eu te dedico.




Segundo a descrição do projeto no tumblr, "um livro com dedicatória é um livro com duas histórias, uma que começa no primeiro capítulo e uma que começou antes de se passarem as páginas". 

Você podem curtir o tumblr e, ainda, contribruir nos posts.

Eu não sei vocês, mas eu sempre dou livros de presentes e, de preferência, com dedicatórias especiais. Porque, para mim, cada livro tem a ver com uma pessoa. E cada dedicatória, tem a ver com uma história, com um momento especial.

Raramente presenteio alguém com um livro que não tenho uma dedicatória, que faça aquele presente ter um sentido especial para o presentado, para mim e para nós dois.

A dedicatória fica pra sempre.

Print de um dos posts do Eu te dedico


13 de abr. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Vergonha Literária



Foi a blogosfera quem me apresentou o Vergonha Literária, ou o VL como é carinhosamente chamado nos twitters dos blogueiros literários.

Ouvi boatos, inclusive, que há um bolão para descobrir que é a carinha linda responsável por trás desse blog que não poupa críticas ferrenhas, especialmente às editoras (sinto decepcionar, mas não é minha essa ideia bastante original!)

Eu não concordo com a maneira como o VL publica diversas coisas. Não porque esteja errado, mas é que não sou uma pessoa radical e essa coisa de jornalista/libriana me ensinou que toda história sempre tem dois lados. Mas o fato é que o VL se empenha em escancarar o que acha absurdo e não tem papas na língua. E cumpre seu papel perfeitamente bem!

Além do mais, de alguma maneira, tenta manter a ética, não utilizando nomes das editoras e pessoas, mesmo quando todo mundo sabe de quem se trata. OVL preserva o que Nelson Rodrigues chamaria de O Óbvio Ululante.

E deixo aqui meu #ficaafica pros social media das editoras: acompanhem bem de pertinho o Vergonha Literária, porque vocês são os alvos principais e não vão ficar de fora dos posts bastante comentados deste blog. Além do mais, a tendência é que ele cresça e ganhe notoriedade; o que, particularmente, acho lindo!

Quanto aos blogs plagiadores de textos: seus dias estão contados! Não só o VL, como a blogosfera inteira está de olho em vocês. Eu - e todos os blogs aliados, rs - não pouparemos esforços nas denúncias.

O Vergonha Literária está na cola daquilo que os blogueiros acham absurdo e inadmissível nos livros, nas editoras, nas parcerias, nos blogs e no mundo editorial. Fiquem espertos porque estamos todos sujeitos a virarmos pauta do VL. Inclusive eu... ops!



VERGONHA LITERÁRIA
http://vergonhaliteraria.blogspot.com.br/
vergonhaliteraria@gmail.com
@VergLiteria

22 de fev. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Saiba como organizar os livros em casa

O portal DELAS, do IG, publicou uma matéria sobre como organizar os livros em casa, a qual recomendo a leitura.
Afinal, quem não sofre de problemas de espaço na hora de guardar os livros, né??
Espero que ajude vocês a terem boas ideias de como resolver esse problema sem fim (sim, poirque deixar de comprar livros não é uma solução, né? rs!)

A dica de leitura foi da Tereza Cristhina!


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Classificar por temas é um dos métodos para por fim à bagunça. Confira outras dicas
Bruna Bessi


Quem gosta de ler e não abre mão do papel, sempre encontra grande dificuldade para organizar os livros de forma a encontrá-los mais facilmente no futuro. O ponto fundamental para acabar com essa angústia é estabelecer uma lógica prática e funcional: ordem alfabética, editora, temas ou qualquer outra classificação que lhe faça sentido. O ideal é escolher aquela que não exija muito esforço para que você encontre os livros.
Segundo especialistas, um dos métodos mais eficazes é usar a classificação por grandes temas como música, gastronomia, autores nacionais ou internacionais. Algumas pessoas, no entanto, têm bibliotecas com muitos exemplares pertencentes a um único assunto e, nestas situações, a alternativa é segmentar em grupos menores relacionados ao tema principal.
Outra possibilidade para organizar a estante é agrupar segundo o nome das coleções ou mesmo por ordem alfabética. “Este último modelo deve ser analisado com cuidado, já que a bagunça voltará caso muitas pessoas tenham acesso aos exemplares”, lembra a home organizer Ingrid Lisboa.
A dificuldade na arrumação também pode aparecer quando os títulos forem variados. Para resolver o problema, nada melhor do que classificar por obras literárias ou não. “Há diversas maneiras de organizar uma biblioteca pessoal. O que vai direcionar o trabalho é pensar em como os livros são procurados no dia a dia”, diz Verônica Cavalcanti, personal organizer e consultora do Senac Rio. “A organização não ficará 100% bonita, mas deverá ser harmoniosa”, ressalta.
Ao posicionar as obras, o grau de relevância também deve ser analisado para que os locais mais visíveis recebam as de maior uso. Por isso, o indicado é escolher um móvel que permita boa visualização. “Gavetas não são interessantes para esta finalidade porque ficam pesadas e ‘escondem’ os livros; já nos armários existe a dificuldade do acesso restrito. Isso faz que as prateleiras sejam opções valiosas”, afirma.
Caso a quantidade de livros seja maior do que as prateleiras existentes, apele para os espaços vazios. Olhe em volta e veja se não é possível criar pequenas bibliotecas debaixo do criado-mudo, em gavetões instalados debaixo da cama ou ainda em prateleiras especialmente criadas para esse fim nos cantos das paredes ou na altura da porta, ao longo de todo o corridor.
Veja uma galeria com alguns modelos de estantes clicando AQUI.
Confira outras possibilidades. Espalhe livros pela casa
Antes de começar os trabalhos, entretanto, algumas providências devem ser tomadas. “O local que receberá os livros deve estar limpo e disponível” diz Ingrid. Por isso, é importante descartar ou entregar para a doação os exemplares desatualizados ou que não despertarem mais.
Mas e a estética?

Livros tiveram a capa virada para frente com o objetivo de garantir efeito estético
Quando a prioridade da arrumação for conseguir um efeito visual bonito, a classificação deverá partir de outras premissas como tamanho, cor e espessura dos exemplares. Para as especialistas, distribuir os livros do maior para o menor começando pela direita resultará em um efeito degradê interessante. Além disso, as cores das lombadas também podem ajudar na decoração do ambiente.
No caso de livros mais grossos, posicioná-los na horizontal sobre uma mesa de centro ou no meio da estante pode contribuir para a decoração. “Mas, para não afetar a estrutura do móvel ou a beleza da arrumação, é importante lembrar que o limite da pilha deitada será a altura dos livros na vertical”, afirma Ingrid.


6 de fev. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Biblioteca de São Paulo indica projetos que recebem doações

A Biblioteca de São Paulo (BSP) postou um texto onde indica dois projetos que aceitam doações de livros. Segundo a BSP, ela recebe pelas redes sociais muitos contatos de pessoas que querem fazer doações de obras que não se encaixam nos critérios da entidade, mas que podem interessar outras iniciativas. Uma delas é o projeto LivraLivro, onde os usuários cadastram títulos que possuem para trocar e relacionam as obras que gostariam de receber – depois, os livros são trocados por correio. Outra é o BookCrossing Brasil, que consiste em deixar um livro num local público (cafés, transportes públicos, bancos de praças etc.), para ser encontrado e lido por outro leitor. Os livros recebem uma identificação que, depois, permite ver por onde eles viajaram.


Fonte: Publishnews

2 de fev. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Enquete mostra como os franceses usam e-readers



 
O jornalista Hubert Guillaud do jornal Le Monde fez em seu blog uma enquete para mostrar como os franceses utilizam os leitores eletrônicos. A pesquisa revelou que 60% das 518 pessoas que responderam as perguntas são usuárias assíduas de e-readers, ao declarar que têm um dispositivo de leitura há pelo menos seis meses e há até dois anos, e que o acessam muitas vezes ao dia ou todos os dias.
 
Quanto aos aparelhos preferidos dos franceses: 30,4 % disseram utilizar os leitores eletrônicos da Sony, 28,1% da Amazon e 16,3 % da Bookeen. Apenas 5% indicaram que possuem mais de um aparelho e 2% se enganaram na enquete, pois possuem um tablet, e não um e-reader. Eles responderam que a mobilidade, o conforto e a capacidade de memória são os elementos principais na escolha dos aparelhos.
 
Outro dado interessante mostra que 73% dos participantes disseram que possuem conteúdos em outras línguas que não o francês. Enquanto 70% dos usuários indicaram que não empregam os e-readers para navegar na internet, a grande maioria, 93%, informou usar essa função nunca ou raramente.
 
De acordo com as respostas, a maioria dos usuários franceses de e-readers baixa conteúdo gratuitamente na internet. Somente 5% responderam que compraram de 90 a 100% dos conteúdos presentes em seus leitores eletrônicos.
 
Segundo Guillaud, o sentimento geral presente na enquete mostra que os usuários de e-readers também leem livros físicos e que não percebem diferenças notáveis entre os dois tipos de leitura. Entretanto, a fluidez de leitura dos aparelhos não é satisfatória, sendo este o ponto negativo apontado pelos internautas.






Fonte: Publishnews

15 de jan. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Livros serão brindes no McLanche Feliz

O portal The Book Seller divulgou hoje uma ação que, não é por nada não, mas o mundo inteiro deveria copiar!

O Mc Donald's do Reino Unido inovou no brinde do tradicional lanche das crianças, o McLanche Feliz, e dará livros de presente. Genial, né?

Segundo a matéria (em inglês), serão distribuídas 9 milhões de cópias de Mudpuddle Farm, de autoria de Michael Morpurgo. A ação faz parte de uma promoção em parceria com a editora HarperCollins Children's Books.


O autor afirmou que: "Estou agradecido que 9 milhões de crianças ganharão meu livro de presente!"

A ação vai de hoje, 11 de janeiro, até 7 de fevereiro de 2012, e além dos livros, as crianças poderão escolher alguns dos bonequinhos dos personagens da história.

Espero que a moda pegue no mundo inteiro e que a fome de ler só aumente!

10 de jan. de 2012

Não há nada como um livro de verdade

Porque não há nada como um livro de verdade... S2

[Dica de outras boas leituras] Manual prático de bons modos em livrarias


Eu devo confessar que sou um pouco (bastante) chata com blogs. Acho que porque passo o dia lidando com eles (seuslindos!), acabei ficando crítica e um tanto quanto ranzinza.

Por isso, quando encontro algum que rouba meu coração, me vejo na obrigação de compartilhar com o mundo, sabe?

Pois foi isso que, já há alguns meses, aconteceu com o Manual prático de bons modos em livrarias.


Só pelo título do blog, já dá pra jurar amor eterno.
Eu não sei se é pelas histórias bizarras que ouvimos (muito OM neste mercado editorial, minha gente!!), ou se pelo sarcasmo da autora (Hillé sualinda!). Mas acho que é pela soma dos dois... Porque, né gente...S2 na vida de quem trabalha com livros!

Visitem o blog e divirtam-se com o dia a dia de alguém que trabalha em livrarias. E brasileiro sofre, viu?
Aproveitem pra seguir a @_hilee!


Boa sorte na vida pra vocês... ou para nós, trabalhadores do mercado editorial! S2

5 de jan. de 2012

[Dica de outras boas leituras] Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, loja de aeroporto é 'caixa-preta' da Infraero


A um mês do leilão, registros oficiais omitem existência de livrarias, locadoras de veículos e lojas de câmbio nos terminais

Espaços vazios aguardam licitações por decisão judicial; quase metade do faturamento da estatal vem desses aluguéis

Lalo de Almeida/Folhapress
Livraria Laselva no aeroporto de Congonhas (SP), que não consta em registro da Infraero; registros oficiais omitem espaços comerciais em operação
Livraria Laselva no aeroporto de Congonhas (SP), que não consta em registro da Infraero; registros oficiais omitem espaços comerciais em operação
 
POR: CATIA SEABRA, FERNANDO MELLO, JOSÉ ERNESTO CREDENDIO 
 

A pouco mais de um mês do leilão de concessão de três aeroportos brasileiros, o governo federal tem no colo uma caixa-preta: a lista de quem explora as lojas dos principais terminais do país, a joia da coroa do negócio.

Os registros oficiais da Infraero (estatal responsável pelos aeroportos) sobre concessões de lojas nas áreas aeroportuárias colidem com a realidade. Os dados omitem livrarias, locadoras de veículos, casas de câmbio e grandes redes de lojas.

Fornecido em atendimento a um requerimento de informações apresentado pela Folha, o documento não cita, por exemplo, unidades da livraria Laselva nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Antônio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro.

Na lista da Infraero, as livrarias da rede são da Clio Livraria Comercial, que já pertenceu à família Laselva e hoje está em nome de um advogado e de uma empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal.

A comparação dos dados oficiais com o site da Laselva mostra que 22 lojas da rede estão fora do mapa da Infraero. No Galeão, a livraria emite notas com a razão social da empresa Guanabara, concessionária de duas lojas do aeroporto e que integraria o grupo Clio.

O contrato da Guanabara venceu no dia 21 de outubro. Desde então, não há registro oficial do resultado de uma nova concorrência para alugar o ponto. Segundo levantamento, 61 lojas estão fechadas no aeroporto à espera de processo de licitação, 19 delas por decisão judicial.

Há casos de lojas que receberam uma concessão da Infraero, mas permanecem fora da lista da estatal.
Plantada no hall central de Congonhas desde maio, quando venceu pregão para "exploração comercial de loja de confecção de moda jovem de marca única", a camisaria Dudalina não figura na relação apresentada pela Infraero no dia 3 de outubro.

O documento não registra dez lojas de duas grandes locadoras de carro -Localiza e Unidas- que operam em diferentes aeroportos.

A lista contrasta ainda com informações do próprio site da Infraero. Segundo a página oficial na internet, o aeroporto de Palmas abriga sete lojas. Mas apenas duas estão na relação da Infraero.
Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a lista de contratos comerciais é gerada com base nas informações cadastradas em seu sistema de contratos comerciais, "sendo que a situação cadastral de cada contrato reflete a realidade da ocupação da área (vigentes, ação judicial, destratados, rescindidos)".
 
RECEITA DE R$ 1 BI
O descontrole chamou a atenção até mesmo da Ancab (Associação Nacional de Concessionárias de Aeroportos), que realizou em novembro um levantamento da situação das lojas do Galeão.

Conforme o relatório, que analisou 121 pontos comerciais, 38 estavam fechados e outros 31 funcionavam apenas graças a liminares da Justiça. Em quatro casos o ponto comercial não contava nem mesmo com energia elétrica.

A concessão comercial de áreas é uma galinha dos ovos de ouro da Infraero, como revela o relatório de agosto da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Em 2010, a receita das atividades gerou
R$ 1,03 billhão para a Infraero, quase metade do faturamento do período, de R$ 2,5 bilhões.

A disputa pelos espaços comerciais chegou ao TCU (Tribunal de Contas da União). Uma empresa de refeições congeladas, a Come em Casa, alegou que editais da Infraero favorecem redes de lojas.

Embora o TCU não tenha acatado todo o teor da representação, apontou a existência de um vazio legal para regular as concessões e cobrou a criação de uma legislação específica.


26% da área comercial está na mão de 8 grupos

DE BRASÍLIA

Apenas oito grupos, em um universo de mais de 600 empresas, concentram 26% da área comercial dos principais aeroportos do país. Segundo o documento oficial da Infraero, essas oito redes detêm 303 das quase 1.150 lojas dos aeroportos das 27 capitais, incluindo Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas).

Reunindo a Dufry e a RA Catering -rede de restaurantes, como o Viena-, o grupo Advent, gestor de fundos, encabeça a lista, com 80 concessões.

A Laselva -Clio Livraria Comercial e Guanabara- está em segundo, com 49 concessões. Em terceiro vem a locadora Localiza (47). No caso da Laselva, apenas 14 lojas são destinadas à venda de livros e revistas. O leque de atuação inclui artesanato, perfumaria, bijuterias, vinhos, sorveteria e artigos regionais, além de cafezinho e restaurante.

Para o levantamento, a Folha excluiu atividades como caixa eletrônico e publicidade em painéis. Na tentativa de deter essa concentração, a Infraero acrescentou, em dezembro, uma cláusula exigindo que o licitante opte entre a área já ocupada e a licitada, caso vença uma disputa no mesmo terminal.

A regra, no entanto, só se aplica caso a área seja destinada à mesma atividade. O brigadeiro Mauro Gandra, ex-ministro da Aeronáutica, diz que a concentração segue uma "tendência natural". "Isso está ocorrendo com a maioria dos setores da economia", diz ele, que atua pela Ancab (Associação Nacional de Concessionárias de Aeroportos).

Estatal afirma que fiscaliza as concessões

Outro Lado
DE BRASÍLIA

A Infraero diz que as concessões das lojas são realizadas por licitação, na modalidade pregão presencial, e que possui uma "equipe de fiscalização que, entre outras atribuições, é responsável pelo acompanhamento da execução dos contratos". Segundo a estatal, três pontos dificultam o controle das lojas: disputas judiciais para manter concessões, franquia de redes e fusão de concessionárias.

A Infraero diz ainda que a lista oficial exclui contratos que são alvos de ações judiciais para serem mantidos. "Na lista encaminhada, constam somente contratos em vigência, sendo que há contratos em outras situações, como em ação judicial, contratos em ação com liminar etc." A Infraero diz ainda que "no intuito de garantir a livre iniciativa e a livre concorrência", acrescentou, em dezembro de 2011, uma cláusula nos editais de concessão para desestimular a concentração de áreas comerciais sob o controle de um mesmo grupo.

Por último, a estatal afirma que, nos contratos, "há recomendação de que o concessionário deve oferecer produtos atrativos de qualidade, com a cobrança de preços compatíveis com aqueles praticados no mercado local".


Fonte: Portal Nacional

27 de dez. de 2011

[Dicas de outras boas leituras] Centenas de milhares de títulos na internet

Centenas de milhares de títulos na internet

A USP lançou um site que disponibiliza 3.000 livros para download.

Ao entrar no site o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

Baixe clássicos como Dom Quixote, de Miguel de Cervantes
O Portal Domínio Público é uma biblioteca digital criada para divulgar clássicos da literatura na internet. São mais de 350 livros em que é possível fazer download de títulos como: “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, obras de Machado de Assis,como “Dom Casmurro”, a “Arte Poética”, de Aristóteles, “A Metamorfose”, de Franz Kafka, entre outros. Leia mais.

Para ler os clássicos em inglês
O site americano Read Print traz livros para download gratuito. É uma espécie de livraria que traz mais de oito mil clássicos para estudante, professores e entusiastas de clássicos.

Baixe centenas de clássicos da literatura brasileira
O Portal Klick Educação possui conteúdos didático-pedagógicos direcionados aos Ensinos Fundamental, Médio e Vestibular. Na seção ‘Obras Literárias’ é possível baixar diversos clássicos da literatura brasileira. Confira

Fonte: Catraca Livre

14 de nov. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Projeto Gutenberg disponibiliza mais de 36 mil e-books para download

Project Gutenberg disponibiliza mais de 36 mil e-books para download

Os livros são digitalizados através dos milhares de voluntários espalhados pelo mundo.

Os arquivos estão nos formatos ePub, Kindle, HTML e texto simples. 
Segundo pesquisa realizada pela Associação Americana de Editores (AAP), em fevereiro de 2011, o número de leitores de livros digitais (e-books) cresceu mais de 200% no último ano. 

Porém em 1971, muitos anos antes de existir os diversos e-reader e iPads, Michael Hart decidiu digitar a Declaração da Independência dos Estados Unidos em um computador e distribuí-la para outros usuários. Diante dessa ideia, ele criou o Projeto Gutenberg, conhecido como a primeira e a maior coleção de livros eletrônicos gratuitos do mundo.

Atualmente o site dispõe de um catálogo com mais de 36 mil livros em mais de 40 idiomas, todos em domínio público, que podem ser baixados para todo tipo de dispositivos, de computadores a tablets e smartphones gratuitamente.