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16 de ago. de 2012

[Vagas] Disal busca estagiário para mídias sociais


A Disal Livraria e Distribuidora está contratando um estagiário para mídias sociais.
Os interessados devem encaminhar o CV e os perfis nas redes sociais A/C: Willian Lopes para rh@disal.com.br
Segue abaixo a descrição da vaga e o perfil desejado. 

Sexo: indiferente
Idade: 20 a 25 anos

Escolaridade: cursando 3º grau
Cursos: Publicidade e Propaganda ou Administração.
Faculdades: FEA (USP); ESPM; FAAP; Mackenzie

Idiomas: Inglês – nível intermediário
Espanhol – desejável
Português – excelente escrita

Domínio em Redes Sociais como Facebook, Twitter, Orkut, Youtube, etc.

Desejável:
Conhecimento em Google Analytics, Google Adwords, HTML
Residir próximo a Barra Funda – Barra Funda, Perdizes, Pinheiros, Freguesia do Ó, Lapa, Pompéia, Vila Leopoldina, Vila Madalena, Centro, Higienópolis, Pacaembu.

Principais Atividades:
Gestão das ações de marketing nas Redes Sociais;
Administração de campanhas no Google Analytics e Google Adwords
Disparo e acompanhamento de resultados de ações via e-mail marketing
Horário de trabalho: 8h30 – 15h30


Disal Livraria e Distribuidora


Av. Marginal Direita do Tiete, 800
Jaguará - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3226-3111


1 de fev. de 2012

Temos na rede, todas as citações do mundo



Já faz algum tempo que me pergunto sobre o excesso de citações de autoria dos grandes autores nas redes sociais, e como isso está desvalorizando suas obras e fazendo-os cair no vazio.

Longe de mim ser elitista e achar que grandes autores só devem ser lidos por intelectuais. Não, não. Grandes autores podem - e devem - ser lidos por todos. 

E mais longe de mim ainda criticar quem gosta de citações. Eu sou a primeira a viver de citações. Aliás, O livro das citações, de Eduardo Giannetti, é um dos meus favoritos, ao lado de Mau Humor (uma coletânea impecável de citações mau humoradas, assinada por Ruy Castro), ambos da Companhia das Letras

"Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito".Clarice Lispector

Meu perfil tem citações, minha timeline do Facebook é cheia delas, meu Twitter então... nem se fale!  Frases de livros, trechos de músicas... Vivo dizendo: "Segundo fulano...", ou "Como já dizia ciclano...". Minha série de TV favorita é Criminal Minds e tenho quase certeza que isso se deve ao fato de que todo episódio começa e termina com alguma citação. Pra mim, o que não falta é assunto para ser citado. 

Mas o problema é que esses grandes autores estão se tornando banais. Caio Fernando Abreu, Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Nelson Rodrigues e muitos outros, são coqueluches das redes sociais. As frases citadas ficam perdidas e sem sentido, retiradas de textos belíssimos, que nunca foram lidos na íntegra e que, agora, são apenas citações subjetivas, e se perderam nos milhares de tweets e posts no Facebook. 

Mas eu só percebi a gravidade da situação, quando li o post, no [esses autor aí], Manual prático de bons modos em livrarias: quem não conhece esses tais grandes nomes da literatura, simplesmente os considera como "autores de internet", ou qualquer coisa do gênero. 

"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."Fernando Pessoa

Ao mesmo tempo em que as redes sociais aproximaram a massa da literatura de elite, muitas pessoas simplesmente continuam sem ter a consciência de que as frases tão adoradas e exaustivamente citadas por elas, têm grande valor na história da literatura brasileira. E reduzem isso a simples "textos de internet". 

Creio que cabe a quem conhece os autores, já leu os livros e tudo mais, ajudar e divulgá-los para o bem (redes sociais também serve pra isso, minha gente!!). 

Se não, tudo se perde. E acho isso uma tristeza. E fim. 

"E entre tudo que ele poderia ser pra mim, ele escolheu ser saudade.”


21 de jun. de 2011

O papel dos blogs literários



Durante a Festa de 1 ano do Blog da Companhia, os blogueiros literários convidados (Raquel Cozer, do blog A biblioteca de Raquel, do Estadão; Sergio Rodrigues, do blog Todo Prosa, da Veja; e Flávio Moura, do blog do Instituto Moreira Sales), mediados pelo editor André Conti, colocaram em pauta um série de questões sobre os blogs literários e a literatura. 

Muitas coisas foram ditas, mas em linhas gerais, ficou claro que os logs não interferem de maneira direta na construção da literatura. Eles apenas aproximaram uma geração de escritores de uma geração de leitores. Principalmente porque a maioria dos blogs usa um tom pessoal para falar com o leitor, a primeira pessoa mesmo. Isso não só une, como aproxima o leitor do autor. 

Blogs não existem para serem webpages institucionais. Eles nasceram, justamente, para romper com essas barrerias que distanciam quem produz literatura, de quem a lê. Por isso, o papel de um editor do blog (e esse editor pode ser você mesmo, se tiver senso crítico para isso), é de extrema importância. Um editor serve para dar cara ao blog, torná-lo personalizado, e com a linguagem ideal para seu público leitor. Afinal, as redes sociais não vivem sem conteúdo e é necessário alimentar os blogs de informações relevantes o tempo todo. A questão da velocidade efêmera é quase assustadora (fique um dia inteiro sem tuitar nada e veja quantos seguidores você perde...). Uma dica boa dos blogueiros convidados no debate, é seguir blogs literários estrangeiros, para aprender com a experiência alheia. 

É bom lembrar que a internet é um ambiente hostil e cheio de riscos. Mas a participação do outro é essencial para construir um bom blog literário: não permitir comentários em posts, ou recusar todas as críticas, pode ser um tiro pela culatra. Cuidado! 

Hoje em dia, há uma inversão e mistura de papéis: o autor também é blogueiro, que também é crítico, que também é leitor... Todo mundo é um pouco de tudo. Não existem mais autoridades na internet. Num país como o Brasil, onde há pouco acesso à boa educação, os livros são caros, os cadernos de cultura são eletizados, a Academia é muito restrita... A internet torna-se a moderadora que leva o saber cultural para todos.

Isto posto, eu gostaria de abrir um debate com vcs, leitores: 

Qual a importância blog literário na visão de vocês? 

31 de mai. de 2011

A festa de 1 ano do Blog da Companhia das Letras

O Blog da Companhia nasceu numa mudança muito grande dentro da própria Companhia das Letras. Antes, a editora seguia a política de que, falar com os leitores era papel da livraria e não da editora. Mas o mundo mudou e as redes sociais tornaram essa relação muito mais próxima. A Companhia não podia ficar de fora. Assim, nasceu o Blog da Companhia, com o principal objetivo de não ser uma página instutucional, mas sim de paroximar leitor, editora e autor.

Na 3a. feira, 24/05/11, o Blog da Companhia comemorou seu primeiro ano de vida. E como não poderia deixar de ser, foi tudo em grande estilo. O evento fez parte de uma série de comemorações dos 25 anos da Companhia das Letras (post futuro, é claro!)

A festa, aberta ao público (sacada sensacional, diga-se de passagem) foi no Espaço Mais, na Vila Madalena, bairro com fama de 'cult', em São Paulo. Num clima extremamente agradável e quase familiar, a Companhia das Letras recebeu seus colunistas,  convidados e visitantes para um debate sobre o papel dos Blogs Literários, cada vez mais presentes no mundo online. Para recepcionar os convidados, a festa teve gosto brasileiro: barquinhas de tapioca, pão de queijo e cerveja; unidos ao bom samba-jazz, davam um tempero especial ao clima de espera. Antes mesmo de o debate começar, era possível perceber a mistura do mundo digital, com o universo literário. Afinal, a timeline do Twitter já estava repleta de posts a respeito do evento.

Nós, os convidados, estávamos em casa! (E tinha como não estar? Foi só aparecer por ali, que a Elisa, editora da Companhia, veio conversar comigo: "Você é a filha do Ivo, né? Você é igual a ele, muito fácil de reconhecer! - Tem como não amar isso? rs!)
 

A melhor parte do evento foi dar cara a esses colunistas do Blog da Companhia, pessoas que acompanho semanalmente, e de quem já sou capaz de identificar os textos, as caracteríticas de escrita e com quem já crio alguma relação ainda não especificada. O fato é que, de uma maneira ou de outra, esses colunistas fazem parte do meu dia a dia, da minha semana e do meu universo de blogueira e literário.

Público assistindo o debate sobre Blogs Literários.


Estavam ali presentes o André Conti (que era também o mediador do debate), a Carol Bensimon (a @juju_gomes e a @julhama não resistiram à tietagem ao ver a autora sentada ao lado delas, rs), o Erico Assis (que sentou do meu ladinho e eu tive que me controlar), a Júlia Moritz Schwarcz (que quase recebeu um abracinho meu, porque quem é editora das Letrinhas merece muitos abraços), o Luiz Schwarcz (que é o dono da editora e que vocês estão cansados de saber o quanto eu admiro) e o Michel Laub (que também tive que me controlar pra não correr pro abracinho, rs).

Outra coisa que fez esse encontro ser especial, foi a transmissão ao vivo. Isso mesmo, stream em tempo real do debate com os blogueiros literários convidados. E se vc perdeu a festa, pode conferir o vídeo AQUI.

O debate com os blogueiros literários convidados contou com a presença de Raquel Cozer, do blog A biblioteca de Raquel, do Estadão; Sergio Rodrigues, do blog Todo Prosa, da Veja; e Flávio Moura, do blog do Instituto Moreira Sales. Mediada pelo editor da Companhia das Letras, André Conti, a discussão foi desde o fim do livro impreso (ai, de novo! rs), até o papel dos blogs literários na formação de opinião de construção ou não de novos leitores e escritores. A única coisa que deixou um pouco a desejar, foi a prticipação do público: estava cheio de blogueiros por lá e as perguntas foram bem poucas! Uma pena! 

Flavio Moura, Sergio Rodrigues, André Conti e Raquel Cozer


Mas farei um post em breve tratando apenas das questões debatidas, porque vale muito a pena! 

Como tudo que a Companhia das Letras faz, o evento foi impecável. Parabéns à editora e, em especial, à Diana Passy, responsável por este trabalho incrível que a editora faz com suas redes sociais. 


Blogueiros reunidos: @casmurros, @julhama, @juju_gomes, @ta_camargo e @dianapassy


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Veja mais fotos do evento AQUI.

13 de set. de 2010

[Dica de outras boas leituras] Clique LIKE nessa ideia e veja o Brasil vencer o analfabetismo.

E ca estou, bem ausente dos posts diarios do blog. Porem, hoje recebi  uma dica especial no Twitter que decidi dividir com voces e ajudar na divulgacao! 

So eh valida para quem tem conta no Facebook (e quem ainda nao tem eu recomendo faze-lo imediatamente, pois eh, sem duvida, uma potencia nas midias sociais, com diversas informacoes e contatos bastante uteis!!) 


Cliquem AQUI, acessem o link e cliquem no botao "LIKE", deixando sua mensagem de colaboracao e, automaticamente, publicando-a em seu mural e ja ajudando na divulgacao do projeto que visa acabar com o analfabetismo no Brasil.


Participe voce tambem!! 




P.S.: Muito obrigada ao @jotalimeira, que me enviou o Tweet com essa dica maravilhosa! 

29 de ago. de 2010

[Dicas de outras boas leituras] O mundo editorial nas mídias sociais

Em matéria publicada no PublishNews do dia 26 de agosto, notamos mais uma vez a importância das mídias sociais nos meios de comunicação de qualquer empresa, incluindo as editoras. A Cosac Naify ultrapssou os 10 mil seguidores no Twitter, ficando logo atrás da Intrínseca

É muito interessante notar que as duas editoras não publicam livros do mesmo estilo e, portanto, não têm o mesmo público alvo. Isso mostra a diversidade do target da internet. E, como sempre digo, vale a pena investir tempo, dinheiro e dedicação num bom trabalho de relacionamento com as redes sociais. 
Segue leitura abaixo.



Cosac Naify já tem mais de 10 mil seguidores no Twitter

Hoje, ela está em segundo lugar entre as editoras mais seguidas

A Instrínseca não está mais sozinha na liderança do Twitter. Ontem (25), a Cosac Naify viu sua lista alcançar 10 mil seguidores (hoje, já tem 10.061). Importante canal de relacionamento com os leitores dos livros que edita, é lá, também, que ela avisa dos lançamentos, indica cursos, palestras e prêmios, informa sobre as promoções e sobre os novos textos publicados no blog e faz cobertura on-line dos eventos que têm a participação de seus autores. A Intrínseca, por sua vez, é bastante ativa nas promoções e suas novidades são acompanhadas por 10.629 pessoas. Isso sem contar que é ela a editora das séries Crepúsculo e Percy Jackson, o que por si só explica a legião de seguidores.