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23 de jan. de 2013

Antes de ensinar a ler, é preciso ensinar a gostar de ler

No final do ano passado recebi os livros da Fundação Itaú Social, a Coleção Itaú de Livros Infantis, que é composta por três livros infantis que tem por objetivo incentivar a leitura das crianças. O próprio slogan já diz tudo: "Antes de ensinar a ler, é preciso ensinar a gostar de ler". 



Eu acho ótimo quando a iniciativa privada faz coisas desse gênero. Sim, porque nós estamos cansados de saber que o Governo não dá conta sozinho e por mais que essa obrigação seja única e exclusivamente dele, acho importantíssimo que a iniciativa privada não feche os olhos e abra oportunidades grandiosas como essa: um simples gesto de solicitar os livros pode transformar a vida de milhares de crianças. 

Os livros são ótimos e, para minha surpresa, de editoras diferentes! 
E esses que eu recebi já têm destino certo: vou dar à minha tia, professora primária de escola pública do interior do estado. Certamente ela fará com que muitas crianças ouçam essas histórias! 



E você, vai vai fazer o que com os seus? 


16 de mai. de 2012

[Eventos] Festa de 20 anos da Companhia das Letrinhas

Atenção senhores pais: LEVEM SEUS FILHOS A ESTE EVENTO!!!

Já contei AQUI como os livros da Letrinhas me fizeram ser uma, não só apaixonada por leitura, mas uma profissional do livro.

Então, levem seus filhos, sobrinhos, irmãozinhos, primos, enteados, afilhados, amigos, vizinhos e todas as crianças que conhecerem; e participem deste momento do livro com eles!

Com certeza será um grande estímulo à leitura pro resto da vida dos pequenos!


A festa será no dia 19 de maio, sábado, das 10h às 16h, no Museu da Casa Brasileira (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2205, Pinheiros, São Paulo, SP, Brasil).

Para mais informações, acesse o link.

E não deixem de ler o post da editora Lilia Moritz Schwarcz, sobre como a Letrinhas surgiu. Vale mto a pena!

1 de jul. de 2011

Férias nas livrarias


As férias escolares de julho chegaram e, ao contrário das férias de verão, quando todo mundo foge para praia e só quer saber de mar e sol, as férias de inverno têm menos opções, tanto pelo frio, quanto por serem mais curtas.

O desafio dos pais é descobrir como ocupar as crianças. Shoppings, cinemas, restaurantes... e LIVRARIAS! Isso mesmo! Não tem nada melhor do que entreter a criançada com diversão, cultura e educação, não é mesmo? Pois é por isso que as livrarias perceberam que investir nessas ações era uma boa sacada! Já faz algum tempo que as redes de livrarias têm investido cada vez mais na boa programação de férias para crianças e o sucesso tem sido absoluto! 

A Livraria Cultura e a Livraria da Vila, em São Paulo, já disponibilizaram as programações.
Confiram AQUI e AQUI, ou veja logo abaixo, e fiquem ligados nas agendas para não perderem nada!!



LIVRARIA CULTURA



Bourbon Shopping
Rua Turiassu, 20100, Perdizes - São Paulo/SP
Sexta-feira, 1° de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Jogando nos Continentes
O arte-educador da turma do Zeki preparou um divertido jogo, no qual, sob um tapete do mapa múndi contendo os 6 continentes participantes do Férias daqui e de lá, aprenderemos de uma forma lúdica sobre assuntos relacionados a música, literatura, cultura, brinquedos e brincadeiras destes lugares.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Quarta-feira, 06 de julho, às 17h
Brincadeiras daqui e de lá
Você sabe da onde se originam as brincadeiras? Como brincam as crianças em várias partes do mundo? Pois então venha participar, brincar e aprender brincadeiras daqui e de lá com o educador brincante da turma do Zeki nestas Férias da Livraria Cultura.
Idade recomendada: a partir de 4 anos.
Quinta-feira, 07 de julho, às 17h
Contação de histórias – Viagem pelos contos e lendas do Brasil
A apresentação faz uma homenagem ao nosso povo, identificando no mapa do Brasil de onde vem cada história.  Três histórias do folclore brasileiro são contadas, com objetos lúdicos, cantigas de roda e brincadeiras interativas: A Festa no Céu (Centro-Oeste), O Saci (Sudeste) e O Pescador e a Sereia (Sul).
Sexta-feira, 08 de julho, às 17h
Museu na Cultura – Mestres das artes nos continentes
Venha conhecer com o arte educador da turma do Zeki algumas das principais obras de arte, produzidas por artistas, num pequeno museu montado na Livraria Cultura. Após a apreciação das obras de arte, cada um vai criar, com materiais diversos, a sua obra no ateliê de artes do Clubinho mais Cultura.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Quarta-feira, 13 de julho, às 17h
Contação de histórias – Obax
Quando o sol acorda no céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece, e é hora de descobrir muitas aventuras.
Quinta-feira, 14 de julho, às 17h
Contação de histórias – Contos Africanos
Nessa apresentação, serão contadas três histórias africanas sobre a origem dos animais, utilizando música e objetos lúdicos: A tromba do elefante, O canto dos pássaros e Porque a garça fica apoiada num pé só.
Sexta-feira, 15 de julho, às 17h
Contação de histórias – O gato da sorte – Maneki Neko
História da origem do Maneki Neko, o gatinho sentado que tem a patinha levantada, considerado um talismã da sorte, que atrai fregueses para casas comerciais.
Quarta-feria, 20 de julho, às 17h
Contação de histórias Dom Quixote
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá chega à Espanha para conhecer Miguel de Cervantes, autor do clássico livro Dom Quixote.  Além de aprender detalhes sobre esta incrível história, vamos aproveitar a viagem e descobrir outros escritores espanhóis com uma teatral contação de histórias.
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Quinta-feira, 21 de julho, às 17h
Contação de histórias – Novos contos de fadas e princesas
Como é amiga das princesas, a contadora ensinará curiosidades sobre o dia a dia das princesas e das fadas e contará histórias de princesas que não foram contempladas com histórias clássicas e que só hoje chegaram aos nossos ouvidos.
Sexta-feira, 22 de julho, às 17h
Contação de histórias – Kamesan to Tsurusan – Tartaruga e Garça
História divertida da Tartaruga e da Garça. Mensagem de amizade, ajuda ao próximo e atitude positiva perante a vida, na qual aparentes obstáculos são considerados desafios a enfrentar.
Quarta-feira, 27 de julho, às 17h
Oficina de criatividade – Animais daqui e de lá 
Que tal ver imagens de animais daqui e de lá? Cangurus, girafas, elefantes, pinguins, de onde eles são? O arte-educador da turma do Zeki preparou um filme com imagens fotográficas para você ver, conhecer e saber de que lugar esses animais são. E, depois, com materiais diversos do ateliê de arte, você poderá criar o seu preferido e levar para casa!
Quinta-feira, 28 de julho, às 17h
Contação de histórias – Pérolas da Índia
A Índia é um dos berços culturais da humanidade. Conhecer e contar suas histórias é como voltar ao início de tudo e nos conhecermos melhor. Serão contadas três histórias curtas permeadas por música, poesia e leveza. As histórias falam da busca da verdade, que se liga ao conhecimento, da sabedoria e do sentido da vida.
Sexta-feira, 29 de julho, às 17h
Contação de histórias – Os 12 animais do zodíaco japonês
História da criação da ordem dos 12 animais do zodíaco japonês.
·         Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073, Bela Vista – São Paulo/SP
Sábado, 02 de julho, às 14h
O gato da sorte – Maneki Neko
O Férias na Cultura inicia sua viagem pelos contos e lendas do mundo com a história da origem do Maneki Neko, o gatinho considerado um talismã da sorte no Japão. A atividade conta ainda com uma oficina de origami para pais e filhos se divertirem depois da contação de história.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Domingo, 03 de julho, às 14h
Pais que contam, crianças que se divertem
O arte-educador da turma do Zeki chegou com sua mala de histórias repleta de livros do mundo todo. Trouxe muitas histórias para envolver os pais numa contação coletiva, com adereços e figurinos relacionados a cada narrativa, para que, juntos, encantem as crianças com contos daqui e de lá nestas férias no Clubinho mais Cultura.
Idade recomendada: a partir de 2 anos
Sábado, 09 de julho, às 14h
Viagem pelos Contos e Lendas do Brasil
Esta apresentação faz uma homenagem ao nosso povo, identificando no mapa do Brasil a região de cada história. Serão apresentados três contos do folclore brasileiro, com objetos lúdicos, cantigas de roda e brincadeiras interativas: A Festa no Céu (Centro-Oeste), O
Saci (Sudeste) e O Pescador e a Sereia (Sul). Estes contos estão no livro Viagem pelo Brasil em 52 histórias, de Silvana Salerno.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Domingo, 10 de julho, às 14h
Oficinas de brinquedos do mundo
Você conhece os brinquedos populares feitos no Brasil? E os feitos nos outros continentes? Então, venha para esta oficina que o arte-educador da turma do Zeki preparou para você confeccionar e brincar com brinquedos daqui ou de outro lugar.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 16 de julho, às 14h
Brincadeiras daqui e de lá
Você sabe da onde se originam as brincadeiras? Como brincam as crianças em várias partes do mundo? Pois então venha participar, brincar e aprender brincadeiras, daqui e de lá, com o educador brincante da turma do Zeki.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Domingo, 17 de julho, às 14h
Jogando nos continentes
O arte-educador da turma do Zeki preparou um divertido jogo, no qual, sob um tapete do mapa múndi contendo os 6 continentes, os participantes do Férias Daqui e de Lá aprenderão de uma forma lúdica sobre assuntos relacionados a música, literatura, cultura, brinquedos e brincadeiras destes lugares.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sexta-feira, 22 de julho, às 14h
Coelhos lunares
É outono, a Lua está como um anel, e a menina não consegue encontrar seu coelho. Onde ele foi parar? Será que fugiu? Logo, a garotinha descobre que seu coelhinho está lá em cima, no céu, dentro da Lua. Mas como chegar lá? Será que ela vai conseguir reencontrar seu bichinho?
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Sábado, 23 de julho, às 14h
Dom Quixote com o grupo ImaGini
Chegamos à Espanha para conhecer Miguel de Cervantes, autor do clássico livro Dom Quixote. Além de aprender detalhes sobre esta incrível história, vamos aproveitar a viagem e descobrir outros escritores espanhóis com uma teatral contação de histórias.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Domingo, 24 de julho, às 14h
Cantigas daqui e de lá
Que tal cantar em Francês, inglês e português?  Então venha para a oficina de cantigas daqui e de lá que o arte-educador da turma do Zeki preparou para as férias na Livraria Cultura. Você vai cantar e se divertir com a gente!
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 30 de julho, às 14h
Oficina de dança
Um educador de dança da turma do Zeki vai apresentar algumas danças daqui e de lá nestas férias da Livraria Cultura e vai ensinar uma coreografia de uma delas para você aprender e dançar numa apresentação.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Domingo, 31 de julho, às 14h
Momotaro
Nesta atividade do Férias na Cultura, voltamos a viajar pelo planeta para conhecer a lenda popular do Japão, que mostra para as pessoas como crescer e se tornar bom. Momotaro é um exemplo de menino que se tornou um homem corajoso, bondoso e forte, lutando contra  o mal e a injustiça. A atividade conta ainda com uma oficina de origami para pais e filhos se divertirem depois da contação de história.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
·         Shopping Market Place
Loja: Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, Vila cordeiro – São Paulo/SP)
Sexta-feira, 01 de julho, às 18h
Contos daqui e de lá – O gato da sorte – Maneki Neko (Japão)
O Férias na Cultura inicia sua viagem pelos contos e lendas do mundo com a história da origem do Maneki Neko, o gatinho sentado que tem a patinha levantada e é considerado um talismã da sorte no Japão. A atividade conta ainda com uma oficina de origami para pais e filhos se divertirem depois da contação de história.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sábado, 02 de julho, às 15h
Circuito Estadinho – Tem história no livro, com Andi Rubenstein
Esta apresentação conta com histórias que saem dos livros. As crianças sugerem ideias para uma história que a contadora vai colocando dentro de um grande livro mágico. Ao pronunciarem palavras especiais, de dentro do grande livro surge outro livro com uma história encantada para ser contada.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Sábado, 02 de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Dom Quixote com o grupo ImaGini
Chegamos à Espanha para conhecer Miguel de Cervantes, autor do clássico livro Dom Quixote. Além de aprender detalhes sobre esta incrível história, vamos aproveitar a viagem e descobrir outros escritores espanhóis com uma teatral contação de histórias.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Domingo, 03 de julho, às 16h
Contos daqui e de lá – Jogando nos continentes
O arte-educador da turma do Zeki preparou um divertido jogo, no qual, sob um tapete do mapa múndi contendo os 6 continentes participantes do Férias daqui e de lá, aprenderão de uma forma lúdica sobre assuntos relacionados a música, literatura, cultura, brinquedos e brincadeiras destes lugares.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sexta-feira, 08 de julho, às 18h
Contos daqui e de lá – Brincadeiras daqui e de lá
Você sabe da onde se originam as brincadeiras? Como brincam as crianças em várias partes do mundo? Pois então venha participar, brincar e aprender brincadeiras daqui e de lá com o educador brincante da turma do Zeki.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 09 de julho, às 15h
Contos daqui e de lá – Momotaro (Japão)
Nesta atividade das Férias na Cultura, voltamos a viajar pelo planeta para conhecer a lenda popular do Japão, Momotaro, que mostra as pessoas como crescer e se tornar bom. Momotaro é um exemplo de menino que se tornou um homem corajoso, bondoso e forte, lutando contra  o mal e a injustiça. A atividade conta ainda com uma oficina de origami para pais e filhos se divertirem depois da contação de história.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sábado, 09 de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Novos contos de Fadas e Princesas
Como é amiga das princesas, a contadora ensinará curiosidades sobre o dia a dia das princesas e das fadas e contará histórias de princesas que não foram contempladas com histórias clássicas e que só hoje chegaram aos nossos ouvidos. Histórias no livro: Nove novos contos de Fadas e Princesas, de Didier Lévy.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Sábado, 09 de julho, às 18h
Contos daqui e de lá – Quem sou eu?, com Kiara Terra
Narrada em versos, esta é a história de um personagem muito misterioso: vive
cercado de água por todos os lados, mas não é uma ilha; dele saem pernas, mas
não é uma cadeira; passa o tempo todo ouvindo um sonoro baticum, mas não
é um relógio; tem a cabeça maior que o corpo, e não se trata de um alinete; e,
conforme vão passando os dias vai crescendo tanto que o lugar onde vive já não
é mais suficiente para abrigá-lo...
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Domingo, 10 de julho, às 16h
Contos daqui e de láOficina de desenhos Mangá e Cartum
Aproveite as férias para participar da Oficina de Desenhos com o ilustrador J. Lima. As crianças aprenderão a desenhar o Cartum, o desenho mais usado no Brasil, e o Mangá, o estilo de desenho tradicional no Japão. Depois da oficina, os participantes irão concorrer a pôsteres desenhados na hora pelo ilustrador, além de participar do lançamento do Livro Calebe – Sementinha.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sexta-feira, 15 de julho às 18h
Contos daqui e de lá – O homem que amava caixas, com Kiara Terra (Austrália)
Este livro fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho. Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, O Homem que Amava Caixas conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema é que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sábado, 16 de julho, às 15h
Contos daqui e de lá – Os 12 animais do zodíaco Japonês (Japão)
Voltamos ao continente asiático para conhecer a estória da criação da ordem dos 12 animais do zodíaco Japonês. A atividade conta ainda com uma oficina de origami para pais e filhos se divertirem depois da contação de história.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sábado, 16 de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Viagem pelos contos e lendas do Brasil
Esta apresentação faz uma homenagem ao nosso povo, identificando no mapa do Brasil a região de cada história. Serão apresentados três contos do folclore brasileiro, com objetos lúdicos, cantigas de roda e brincadeiras interativas: A Festa no Céu (Centro-Oeste), O
Saci (Sudeste) e O Pescador e a Sereia (Sul). Estes contos são do livro Viagem pelo Brasil em 52 histórias, de Silvana Salerno.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Sexta-feira, 22 de julho, às 18h
Cantigas daqui e de lá
Que tal cantar em francês, inglês e português? Então, venha para a oficina de cantigas daqui e de lá que o arte-educador da turma do Zeki preparou para as férias na livraria cultura. Você vai cantar e se divertir com a gente!
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 23 de julho, às 15h
Circuito Estadinho – Três histórias mudadas, com Fernanda Ribeiro
Esta contação de histórias tem como tema três histórias que se complementam. Na primeira, ela ganha de presente de sua mãe um pente mágico. Cada vez que ela penteia seus lindos cabelos, caem pérolas. Mas outros moradores do reino não gostam nada disso. Na segunda, um homem se comporta muito mal e, com a ajuda dos moradores da cidade, um garoto executa um plano para mudar seu comportamento. Na terceira, bem, na terceira, prepare-se para muitas emoções.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 23 de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Pérolas da Índia
A Índia é um dos berços culturais da humanidade. Conhecer e contar suas histórias são como voltar ao início de tudo. Serão contadas três histórias curtas, permeadas por música, poesia e leveza. Os contos falam da busca da verdade, que se liga ao conhecimento, à sabedoria e ao sentido da vida. As histórias são: A Serpente e o vaga-lume, O Mestre, o aluno e o elefante e O Velho, a criança e o burro do livro.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Sexta-feira, 29 de julho, às 18h
Oficina de danças daqui e de lá
Um educador de dança da turma do Zeki vai apresentar algumas danças daqui e de lá nestas férias da Livraria Cultura, além de ensinar uma coreografia de uma delas para você aprender e dançar numa apresentação.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 30 de julho, às 15h
Contos daqui e de lá – Contos Africanos
Hoje o nosso destino é a África. Vamos aproveitar o finzinho das férias para conhecer três histórias africanas sobre a origem dos animais, utilizando música e objetos lúdicos. A tromba do elefante, O canto dos pássaros e Porque a garça fica apoiada num pé só serão os contos apresentados.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Sábado, 30 de julho, às 17h
Contos daqui e de lá – Museu na Cultura – Mestres das artes nos continentes
Venha conhecer com o arte-educador da turma do Zeki algumas das principais obras de arte produzidas por artistas, num pequeno museu montado na Livraria Cultura nas férias daqui e de lá. Após a apreciação das obras de arte, cada um vai criar a sua obra com materiais diversos no ateliê de artes do clubinho mais cultura.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
·         Shopping Villa Lobos
Av. Nacões Unidas, 4777, Jardim Universidade Pinheiros – São Paulo/SP
Sexta-feira, 01 de julho, às 18h
Contação de histórias Dom Quixote
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá chega à Espanha para conhecer Miguel de Cervantes, autor do clássico livro Dom Quixote. Além de aprender detalhes sobre esta incrível história, vamos aproveitar a viagem e descobrir outros escritores espanhóis com uma teatral contação de histórias.
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Sábado, 02 de julho, às 16h
Contação de histórias bilíngue Language in Life – Fairy Tales
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá receberá um contador de histórias da escola Language in Life para uma atividade em inglês. A contação será baseada em Fairy tales, ou contos de fadas, de várias princesas, rainhas e castelos de países de língua inglesa.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 02 de julho, às 18h
Museu na Cultura – Mestres das artes nos continentes
Nesta tarde, o arte-educador da Turma do Zeki estará na Livraria Cultura para apresentar algumas das principais obras de artes do mundo. No projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá, após conhecer as obras, as crianças poderão criar sua própria releitura da peça e levar para casa.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sexta-feira, 08 de julho, às 18h
Contação de histórias com contos africanos
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá receberá a atriz Marina Bastos, que apresentará os principais contos africanos que contam a origem dos animais.
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Sábado, 09 de julho, às 18h
Oficina de danças daqui e de lá
Nesta tarde, o arte-educador da Turma do Zeki mostrará às crianças como são algumas danças populares em outros países.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Quinta-feira, 14 de julho, às 18h
Contação de histórias – Kroko e Galinhola, com Kiara Terra
O dia acaba de amanhecer, e Galinhola já está ciscando à beira do rio Luvironza. Ela nem percebe que Krokô, um grande crocodilo esfomeado, está prestes a dar o bote. Será que Galinhola consegue escapar? Nesta tarde, Kiara Terra estará na Livraria Cultura para desvendar as aventuras da Galinhola.
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Sexta-feira, 15 de julho, às 18h
Contação de novos contos de fadas e princesas
Como é amiga das princesas, a contadora ensinará curiosidades sobre o dia a dia das princesas e das fadas e contará histórias de princesas que não foram contempladas com histórias clássicas e que só hoje chegaram aos nossos ouvidos.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 16 de julho, às 18h
Animais daqui e de lá
Nesta tarde, as crianças conhecerão animais de todo o mundo. Com ajuda do arte-educador da Turma do Zeki, que apresentará um clipe de imagens, pais e crianças poderão criar a imagem do seu animal preferido e levar para casa.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sexta-feira, 22 de julho, às 18h
Contação de histórias Pérola da Índia
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá receberá a atriz Marina Bastos, que contará, com ajuda de música e poesias, histórias ligadas à Índia, carregadas de mistérios e conhecimentos.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 23 de julho, às 16h
Contação de histórias bilingue Language in Life – The Gruffalo
Nesta tarde, o projeto Férias na Cultura – Contos daqui e de lá receberá um contador de histórias da escola Language in Life para uma atividade em inglês. A história apresentada será The Gruffalo, que conta a saga de um monstro inventado por um ratinho inglês, para fugir de uma confusão.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sábado, 23 de julho, às 18h
Contação de histórias – Momotaro, o menino pêssego
Lenda popular do Japão, Momotaro mostra para as pessoas como crescer e se tornar bom, forte e corajoso. Momotaro é um exemplo de menino que se tornou um homem corajoso, bondoso e forte, lutando contra o mal e a injustiça.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Sexta-feira, 29 de julho, às 18h
Contação de histórias – Viagens pelos contos e lendas do Brasil
Nesta tarde, o Clubinho mais cultura presta uma homenagem ao nosso povo, identificando, no mapa do Brasil, de onde vem cada história. Com objetos lúdicos e cantigas de roda, Mariana Bastos, atriz e contadora de histórias, apresentará às crianças alguns contos deste Brasil tão grande.
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Sábado, 30 de julho, às 18h
Contação de histórias – Os animais do Zodíaco Japonês
Nesta atividade, a contadora de histórias apresentará às crianças a origem dos animais do zodíaco Japonês, suas particularidades e lendas milenares.
Idade recomendada: a partir de 5 anos
LIVRARIA DA VILA

Fradique
Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – São Paulo/SP
1° de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Rinocerontes não comem panquecas e Mundo inteiro
Com Fabio Lisboa
Apoio: Ed. Paz e Terra
Idade recomendada: livre
2 de julho, das 15h às 18h
Lançamento: Um pequeno tratado de brinquedos para meninos quietos da cidade
De Selma Maria
Ed. Peirópolis
Haverá contação de histórias às 16h.
Piso Térreo 
3 de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Coleção Charlie e Lola
Apoio: Ed. Ática
Idade recomendada: livre 
Oficina de Musicalização
Jogos e brincadeiras musicais com instrumentos e objetos sonoros utilizando repertório de nosso cancioneiro popular. Elementos da linguagem musical são a base das atividades lúdicas.
Com Sonia Silva
Idade recomendada: de 4 a 7 anos 
5 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Educacuca
Com uma conceituada proposta metodológica, utilizada nas melhores escolas americanas e inglesas, o projeto Educacuca promove encontros onde você terá a oportunidade de vivenciar com o seu pequeno experiências mágicas e recheadas de conteúdo. Tudo supervisionado por uma equipe multidisciplinar altamente capacitada.
Com Cris Vairo
Apoio: Educacuca Idade recomendada: de 3 meses a 2 anos e meio 
7 de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Nzuá e o arco-íris; A flor do lado de lá; Por que os mosquitos zunem no ouvido da gente?
Com Sansakroma
Apoio: Ed. Global
Idade recomendada: livre
8 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Pokémon e Tinker Bell
Venha participar e divirta-se com a magia presente nas cartas.
Apoio: Copag
Idade recomendada: a partir de 4 anos 
9 de julho, das 15h às 18h
Lançamento: As três Marias
De Rafael Curci
Ed. Ílion
Haverá contação de histórias às 16h com Amanda Miorim.
Piso Térreo 
10 de julho, das 16h às 17h
Pocket: Celele e amigos
Com Celele e Talili
Apoio: Grav. Tratore
Idade recomendada: livre 
·         Lorena
Alameda Lorena, 1731 – Jardins – São Paulo/SP
1º de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Aves e morcegos espantosos; Bichos arrepiantes; Criaturas surpreendentes e Répteis e anfíbios asquerosos
Com Diana Beatriz
Apoio: Ed. Zastras
Idade recomendada: livre
2 de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Nzuá e o arco-íris; A flor do lado de lá; Por que os mosquitos zunem no ouvido da gente?
Com Sansakroma
Apoio: Ed. Global
Idade recomendada: livre 
3 de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Storytelling
Apoio: Red Balloon Bilíngue
Idade recomendada: livre
4 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Pokémon e Tinker Bell
Venha participar e divirta-se com a magia presente nas cartas.
Apoio: Copag
Idade recomendada: a partir de 4 anos
6 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Como escrever e contar histórias
Com Mauricio Simões
Apoio: Ed. Casalm
Idade recomendada: livre 
7 de julho, das 16h às 17h
Oficina de filtro de sonhos: Desenhando espirais coloridos
Com Aline Gandolla
Apoio: Ed. Vergara e Riba
Idade recomendada: livre 
9 de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Rinocerontes não comem panquecas e Mundo inteiro
Com Fabio Lisboa
Apoio: Ed. Paz e Terra
Idade recomendada: livre 
·         Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 12.000 – São Paulo/SP
1º de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Cartão postal
Com Iverli de Lima
Apoio: Ed. DCL
Idade recomendada: livre
2 de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Grão de milho e Leão Kandinga
Com Ailton Guedes
Apoio: Ed. Kalandraka
Idade recomendada: livre
3 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Musicalização Infantil
Cristina Soares e sua equipe (aulas de música em domicílio) formarão uma banda com as crianças presentes, levando-as a vivenciar o mundo dos instrumentos e elas, junto com a banda dos professores, tocarão variados estilos de músicas com a participação dos pais e familiares.
Com Cristina Soares
Apoio: Ramon Costa e Eventos
Idade recomendada: a partir de 2 anos
4 de julho, das 16h às 17h
Pocket: Cantigas daqui e dali
Com Racaui
Idade recomendada: a partir de 3 anos 
5 de julho, das 16h às 17h
Oficina de dedoches
Com Áurea Sacilotto
Apoio: Têmpera Design
Idade recomendada: a partir de 5 anos
6 de julho, das 16h às 17h
Contação de Histórias: Storytelling
Apoio: Teddy Bear – Alto de Pinheiros
Idade recomendada: livre
7 de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Quem sou eu?
Com Kiara Terra
Apoio: Ed. Cia. das Letras
Idade recomendada: livre
8 de julho, das 16h às 17h
Pocket: Vem dançar com a gente
Com Palavra Cantada
Apoio: Grav. MCD
Idade recomendada: livre
9 de julho, das 16h às 17h
Oficina e Cineminha: Sid, o cientista – Explorando o corpo humano
Apoio: Ed. Logon
Idade recomendada: livre
10 de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Fala bicho!
Com Ronaldo Barbosa
Apoio: Ed. Moderna
Idade recomendada: livre
·         Moema
Av. Moema, 493 – Moema – São Paulo/SP
1º de julho, das 16h às 17h
Oficina de máscaras de super heróis: Tropa nerds
Com Aline Gandolla
Apoio: Ed. Vergara & Riba
Idade recomendada: livre 
3 de julho, das 16h às 17h
Contação de histórias: Meu grande livro de contos para aprender
Com Samuca
Apoio: Ed. Rai
Idade recomendada: livre
4 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Aprenda a desenhar mangá - Fairy Tail
Com Escola de Mangá Area
Apoio: Ed. JBC
Idade recomendada: livre
9 de julho, das 15h às 18h
Lançamento: Se os computadores falassem e Se as ruas falassem
De Sandra Campos
Ed. Cia. dos Livros & Cia. dos Baixinhos
Haverá atividade infantil às 16h.
Piso Térreo
10 de julho, das 16h às 17h
Oficina: Pokémon e Tinker Bell
Venha participar e divirta-se com a magia presente nas cartas.
Apoio: Copag
Idade recomendada: a partir de 4 anos

14 de jun. de 2011

[Dica de outras boas leituras] Iniciação à leitura

Em matéria publicada na Folha de S. Paulo, em 24/04/11, a psicóloga Rosely Saião publicou em sua coluna um artigo muito interessante chamado "Iniciação à leitura".



O texto trata da relação PAIS - LIVROS - FILHOS. E do papel dos pais no estímulo de leitura da criança. O artigo explica que não adianta forçar a criança a ler, mas sim tratar da leitura como algo que lhe traz amor e prazer.
É uma diferença sutil, que vale a leitura na íntegra abaixo!


Iniciação à leitura



'Criar o hábito da leitura' já perdeu o sentido. Queremos que as crianças leiam por prazer ou por costume?


CRIANÇA PODE adorar livros e histórias, desde que os adultos não atrapalhem. E como temos atrapalhado o que poderia ser uma verdadeira paixão pelos livros!
Ler é bom, precisamos formar leitores, a vida sem a literatura não teria graça, temos de incentivar o hábito da leitura nas crianças e nos jovens etc. Afirmações como essas brotam da boca de pais e de professores assim, sem mais nem menos.
Temos gosto em pegar frases e repeti-las muito, até que elas percam seu sentido, não é verdade? Assim aconteceu com essas e outras afirmações que tratam da importância da leitura na vida dos mais novos: tanto fizemos que conseguimos esvaziar o que elas dizem.
Primeiramente quero falar dessa expressão horrorosa: "Criar o hábito da leitura". Ah! Vamos aproveitar e lembrar outra semelhante: "Criar hábito de estudo".
Nós queremos que as crianças tenham prazer com livros e histórias ou queremos que adquiram um hábito?
Leitura, tanto quanto estudo, não deve ser tratada assim. Um hábito se instala e pouco -quase nada- acrescenta à vida de uma pessoa.
Já o amor, o prazer, o gosto verdadeiro pela leitura ou pelo estudo são capazes de mudar a nossa vida. Ler e estudar devem ser uma escolha, uma vontade, uma busca por algo que não se tem.
O bebê já pode ser introduzido ao mundo dos livros e da leitura. Pais e professores podem começar contando histórias e oferecendo livros para que ele manuseie, explore, se entretenha com esse objeto. E não precisa ser livro de plástico, que produza som ou coisa semelhante. Livro de verdade mesmo, de papel, com figuras bonitas e letras, encanta o bebê.
O escritor Ilan Brenman, apaixonado pela literatura, afirma que um requisito importante para iniciar as crianças no universo da leitura é a beleza do livro. Sim: uma capa bonita já chama a atenção da criança, tanto quanto as ilustrações. Aliás, muitos livros sem palavras são lidos pelas crianças com a maior atenção.
Ainda falando de bebês e crianças muito pequenas: o papel do livro, suas diferentes texturas, odores e cores também já são alvo da curiosidade delas e objeto de pesquisa concentrada.
E o que dizer de livros de histórias que crianças já conhecem e adoram -"Peter Pan" e "Alice no País das Maravilhas", por exemplo- com adaptação em "pop-up"? Imperdíveis, já que encantam crianças e adultos.
Não devemos menosprezar as crianças quando o assunto é história: elas não gostam apenas daquelas que foram escritas para as crianças. Toda a literatura, principalmente a clássica, pode ser oferecida, sem censura.
Tornar a leitura um ato obrigatório é uma dessas manias que nós adotamos com as crianças que prejudicam a descoberta que elas poderiam fazer do prazer da leitura. Tudo bem: isso pode ser feito como tarefa escolar, mas depois, bem depois de oferecer a elas a oportunidade de ler por gosto e não por obrigação, no fim do ensino fundamental, por exemplo.
Finalmente: a literatura não deve servir para moralizar a vida dos mais novos.
Nada de contar histórias que só servem para tentar "ensinar" a criança a ter bons modos, escovar os dentes etc. A educação moral e para a higiene, por exemplo, deve usar outros recursos.
Que tal um programa com seu filho? Visitar uma biblioteca ou uma livraria para procurar um livro bonito e gostoso de ler e de ouvir?
Certamente você e seus filhos irão aprender muito sobre a vida e sobre vocês mesmos nesse programa. E boa viagem!

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)

22 de jan. de 2011

Alguém ainda tem dúvida de como serão os futuros leitores?

Tem jeito mais gostoso de sair pra um feriadão prolongado do que dividir essas imagens com vcs, meus leitores queridos?


Julia, 3, & Logan, 1, brincando e se divertindo com o iPad


Parece que o futuro é mesmo ser um leitor digital.
E por que não virar as páginas do iPad com os pés?


Logan J. Hills, 1 ano e 4 meses, já brincando com o iPad

E cuidado para não pegarem no sono com o livro em mãos, hein?

Julia Grace Hills, 3 anos e 1 mês, que acabou dormindo depois de tanto brincar com o iPad


BOM FERIADO, PESSOAL!!!

22 de dez. de 2010

[Dica de outras boas leituras] O jeito ideal de ler para os bebês

Pesquisando coisas aleatórias na Internet, achei uma matéria bem bacana que saiu em 18/9/2010 no Portal IG, na sessão DELAS - FILHOS, sobre O JEITO IDEAL DE LER PARA OS BEBÊS.
Vale a pena dar uma lida e iniciar as crianças, desde pequeninas, ness euniverso maravilhoso da leitura!





A leitura de histórias é uma atividade que pode ser adotada a partir dos seis meses do seu filho – e traz muitos benefícios. Veja dicas para ler para o bebê


Estudos indicam que, ao entrar na escola, as crianças de três anos que já possuem o hábito de leitura em família apresentam um vocabulário 300% maior que aquelas que não cresceram entre as brochuras.


Especialistas recomendam ler para os bebês a partir de seis meses de idade. Além do estímulo cognitivo, o hábito da leitura de histórias também reforça um vínculo afetivo. Veja abaixo algumas dicas para ler para seus filhos.


Escolha o livro certo
“Visite uma boa livraria e solicite ajuda para escolher livros indicados para a faixa etária do seu filho”, sugere Regina Célia Tolentino, diretora e coordenadora pedagógica da Building Escola de Educação Infantil. Segundo a educadora, livros exclusivos para bebês, que podem ir para o banho, por exemplo, combinam interesse e encantamento. Os livros devem ser simples, com poucas palavras por páginas e muito coloridos e ilustrados. “Bebês amam fotos coloridas, rima, ritmo e repetição”, lembra Perri Klass, pediatra, jornalista e escritora. Priorize histórias que contenham esse tipo de artifício.


Interprete!
Os especialistas concordam que é preciso se divertir com a leitura para os bebês. “Use vozes diferentes, faça perguntas, invente joguinhos de esconder e mostrar”, exemplifica Perri. Não há regras sobre uma entonação ideal, mas é preciso cativar.


Inclua o pequeno
Quando for possível, faça o bebê escolher o livro. Com o tempo, ele vai saber reconhecer seus preferidos e apontará suas preferências. Faça-os interagir, por exemplo, mostrando as partes do corpo de um desenho e nomeando-as em voz alta: nariz, olhos, mãos, pés... Aos poucos, aponte para ele mesmo e logo ele tentará imitar o que você fala. “Dos seis meses aos 3 anos, a leitura é totalmente interativa, com conversas antes, durante e depois da leitura”, fala o psicólogo e educador João Batista Oliveira, presidente do IAB (Instituto Alfa e Beto).

Defina horários...

É importante inserir o hábito na rotina do bebê, fazendo com que ele sinta o estabelecimento de um ritual e transmitindo amor e segurança – seja antes de dormir, depois da refeição, da sesta ou de brincadeiras mais ativas, para acalmá-los.
... mas também respeite o tempo dele
Embora seja favorável adotar momentos definidos para a criação do hábito, Regina ressalta que o momento perfeito é quando a mãe ou o pai podem estar plenamente com o filho, sem interrupções ou distrações. “Vale também observar as necessidades do pequeno. Às vezes, ele pode estar cansado demais ou cheio de energia, então a leitura não deve se tornar uma batalha”, acrescenta Perri.

De olho na frequência
João afirma que quanto mais jovem é a criança, mais rápida é a leitura, pois ela não se mantém atenta durante muito tempo. Portanto, elas devem ser frequentes, várias vezes por dia.


18 de dez. de 2010

[Dica de outras boas leituras] Os livros infantis mais legais de 2010

Matéria publicada no ESTADÃO, com os livros infantis de maior sucesso este ano.
Vale a pena dar uma olhada e correr atrás de fazer nossas crianças lere, lerem e lereeeeemmmm!!!





Clique AQUI , aproveite a leitura e anote as dicas!

23 de nov. de 2010

[Dica de outras boas leituras] E quem disse que os tablets não são os livros da nova geração?

O PublishNews da semana passada trouxe um artigo bastante interessante, escrito por Mike Shatzkin, que tem mais de 40 anos de experiência no mercado editorial, é fundador e diretor-presidente da consultoria editorial The Idea Logical Co., com sede em Nova York, e diariamente acompanha e analisa os desafios e as oportunidades dessa nova era digital.

O post trata da relação livros infantis + e-readers. Eu pude comprovar que isso essa união dá samba pessoalmente quando, há poucos meses, vivi uma experiência die 15 dias com minha afilhada, de 2 anos e meio, e seu irmãozinho, de apenas 1 ano; que sabiam mexer melhor no iPad da mãe deles do que eu!
Essa mistura dá uma ótima receita. Que tal experimentá-la?



Livros infantis impressos X tablets

Esse post vai discutir uma ideia que eu já tinha mesmo antes da notícia dessa manhã (1/11) sobre as novidades no cenário de e-products. Sempre fui meio cético em relação aos enhanced e-books, baseados no meu  palpite de que não funcionariam há 15 anos quando apareceram os CD-Roms. Mas é cada vez mais óbvio que produtos estilo CD-Rom podem funcionar muito bem com livros infantis. Na verdade, estou começando a pensar que enhanced e-books ou produtos estilo aplicativos poderiam superar os livros como suporte preferido em pouquíssimo tempo. Menos de dez anos.
Os motivos por ser cético em relação aos enhanced e-books (ou enriched, um termo recente que ouvi e que pode ser melhor) é porque livros adultos são escritos como experiências de leitura de narrativas sem a intenção de serem interrompidas para serem lidos por pessoas que valorizam a experiência imersiva (Nem todos. Mas a maioria dos livros que pensamos ser best-sellers ou literatura). Meu palpite é que será difícil mudar muitas das horas de consumo agora devotadas à leitura imersiva por outra coisa bem diferente. E vejo isso como um desafio qualitativamente diferente do que a mudança da própria leitura imersiva de um mecanismo de distribuição (papel) para outro (telas).


A razão pela qual o material infantil não sobreviveu no período CD-Rom há 15 anos foi a complexidade do mecanismo de distribuição. Era preciso estar no computador, o que normalmente significava um desktop. Era preciso carregar o CD-Rom, que na maioria dos computadores (porque poucos eram Macs na época) exigiam navegação adicional antes da reprodução. Esses produtos não eram realmente acessíveis a crianças, mesmo se a programação contida neles fosse dirigida a esse público.
Mas esses problemas não continuam nos "livros" para crianças (se for assim que você quiser chamá-los) que estão migrando para iPad, smartphone ou, agora, o NOOKcolor (que, eu acho, é como seus donos gostariam de chamá-lo).
O grau de imersão que você consegue num livro é diretamente proporcional à fluência com a qual ele é lido. Isso significa quanto mais jovem você for, mais provável que aceite uma experiência de leitura interrompida.
E como os aparelhos ficam mais baratos e mais ubíquos, pais e filhos vão aprender rapidamente como as experiências interativas podem ser divertidas, instrutivas e acessíveis.
Comecei a escrever esse post no fim de semana porque ficamos sabendo de várias iniciativas empreendedoras que estavam focadas no desenvolvimento de materiais infantis dessa forma.  Depois, o Publishers Lunch dessa manhã (1/11) nos contou a história do que está acontecendo na Callaway, o que só fortaleceu a certeza de que há muito dinheiro sendo colocado nessa ideia.
Resumindo, cheguei ao ponto de vista de que o mercado de livros juvenis vai migrar para produtos digitais "enhanced" de forma muito mais rápida do que a narrativa adulta e que, como resultado, a criação e publicação para os vários mercados de livros infantis estará cada vez mais a cargo de novas empresas e cada vez menos a cargo das editoras de livros.
A reportagem sobre a Callaway Digital Arts que saiu no Publishers Lunch hoje (1/11) é incrível.  Eles não só garantiram 6 milhões de dólares de financiamento do iFund liderado pela Kleiner Perkins Caufield & Byers, mas também ganharam 30 milhões do programa "Pronto para Aprender" do Departamento de Educação. Com esse empurrão, a Callaway diz que planeja produzir 150 aplicativos anuais, daqui a dois anos. Estão sendo vistos pela Apple como "parceiro estratégico" para ajudar o iPad a "transformar a educação".
Apesar de ser a mais famosa, a Callaway não está sozinha no foco sobre o mercado de conteúdo para crianças construído a partir de livros.
A Oceanhouse Media está construindo o que parece ser um negócio comparável de uma forma completamente diferente.  Em vez de procurar investidores para seu capital, a Oceanhouse conseguiu se autocapitalizar construindo uma rede de desenvolvedores dispostos a trabalhar por uma participação nos projetos que estão desenvolvendo. Eles conseguiram fazer acordos com a Hay House (que não é dirigido a crianças, em princípios), seus vizinhos em San Diego. E conseguiram os direitos do Dr. Seuss e Berenstain Bears. Numa conversa com eles, me pareceu que conseguiriam entregar novos produtos no mesmo nível que a Callaway, mas muito antes do que esse prazo de dois anos.
A Trilogy Studios possui sócios que dirigem estúdios de games na Electronic Arts, Fox Interactive e Vivendi Universal Games, tendo lançado recentemente o produto infantil de maior sucesso até o momento, um MMO (que significa um jogo "Massive Multiplayer Online") baseado num filme de animação bastante famoso. Eles expandiram o portfólio para incluir livros interativos de histórias e jogos sociais, além de contratarem o editor veterano Marc Jaffe (até recentemente da Rodale) para garantir os direitos de algumas das marcas mais reconhecidas de entretenimento e do mercado editorial para futuros desenvolvimentos digitais.
Rick Richter, até recentemente o chefe de publicações para crianças da Simon & Schuster, criou uma concorrente no setor chamada Ruckus Media Group. Eles estão fazendo aplicativos para Apple e Android, compraram os direitos do Rabbit Ears Library (clássicos infantis lidos por celebridades) e estão contratando autores com conteúdo original.
Smashing Ideas é um site, estúdio de games e aplicativos que já está no mercado há 14 anos. Eles trabalham com marcas voltadas para a juventude como Hasbro, Nickelodeon e Disney há vários anos. Agora fizeram um acordo para desenvolver projetos com a Random House e também desenvolvem projetos em cima de livros em domínio público com aplicativos, entre eles a Guerra dos Mundos, O Livro da Selva e o Mágico de Oz. Isso não é nenhuma surpresa porque Ben Roberts, que agora lidera a divisão de e-book, ajudou a criar Alice para o iPad.
Todo esse investimento e todo esse desenvolvimento deve ter a mesma visão que eu. As crianças serão o grande mercado para esse tipo de produto. A narrativa linear pode ser imersiva somente até o ponto em que o ato de leitura em si for fácil e sem esforços. Não é possível se perder na história se você precisa ficar procurando palavras ou relendo com frequência sentenças para entender o significado.
Isso significa que é muito mais difícil para um jovem imergir na história só com palavras no papel. É por isso que os livros infantis oferecem muito mais do que isso: imagens, claro, mas também pop-ups e vários outros elementos tridimensionais, até onde podem ser distribuídos em algo que é fundamentalmente papel amarrado.
É possível dizer que as crianças sempre possuíram "enhanced books"!
Os novos aparelhos têm muito mais capacidade do que os CD-Roms para se relacionar com mais do que palavras - formas que a maioria dos que amam a leitura imersiva poderiam achar distrativas ou chatas, mas que as crianças adoram. A navegação intuitiva com touchscreen, um desenvolvimento relativamente recente, facilita a participação e a interação com uma mente ativa que ainda não aprendeu suficiente linguagem para trabalhar confortavelmente com dicas escritas.
Não vivo numa atmosfera centrada nas crianças, mas estou consciente de que nos dois últimos anos os pais que pensaram que seus filhos eram jovens demais para os gastos de conectividade de um iPhone concordariam em comprar um iPod Touch, que faz o mesmo exceto as ligações (e, portanto, não tem nenhuma conta mensal). Um amigo meu que continua defensor da "mídia antiga" recentemente me perguntou o que eu achava de um Touch para seu filho de 7 anos, que não queria ficar atrás dos seus amigos que já tinham um. Essas crianças não estão usando o Google para fazer a lição de casa; estão jogando games que são a vanguarda tecnológica do novo mercado de livros infantis.
O iPad levou essas novas empresas a entrarem no mercado explícito de fazer enhanced e-books baseados nos livros infantis. O NOOKcolor somente coloca lenha na fogueira.
E como o NOOKcolor é metade do preço ou até menos que um iPad, os pais ficarão mais relaxados com a possibilidade de seus filhos brincarem com ele.
Há testemunhos de que crianças podem ficar mais interessadas num livro de papel depois de terem contato com os personagens e a história através de um enhanced e-book ou aplicativo. Estamos descobrindo isso porque os enhanced e-books feitos hoje estão tendo como base livros que já existem. Isso é uma forma bastante inteligente de entrar no mercado. Por que aumentar o desafio criativo começando do zero quando existe uma enorme quantidade de marcas estabelecidas e personagens para licenciar? E como o primeiro grande sucesso nesse gênero infantil, Alice para o iPad, demonstrou e a Smashing Ideas percebeu, mesmo a exigência de licenciamento pode ser evitada com o uso de textos em domínio público como base.
Meu palpite é que editores - ou quem tiver os direitos - terão um belo negócio, durante um tempo, licenciando livros e personagens para desenvolvedores de enhanced e-books chamados "estúdios digitais" que os transformarão em produtos bem-sucedidos. Com o tempo - e não vai demorar muito - esses estúdios se transformarão nos criadores de novos personagens e franquias, e o livro se tornará o "direito subsidiário". Em quanto tempo? Não muito. Entre três e cinco anos?
Qualquer editor que quiser entrar no mercado infantil no meio dessa década, é melhor comprar um desses estúdios, ou fundar um.
Essa ideia surgiu na minha cabeça há um mês; precisou vencer meu preconceito contra interrupções chatas que é como eu vejo a maioria dos enhanced e-books dirigidos a adultos. Então, claro, começamos imediatamente a montar um painel sobre o assunto para a Digital Book World. Isso me levou a conversar com muitas dessas empresas. Ainda não decidimos quem vai discutir o que estão fazendo nos dias 25-26 de janeiro, mas certamente será uma conversa sobre o futuro próximo do mercado editorial juvenil.

17 de out. de 2010

[Novidade no ar] Histórias podem mudar a história de muitas crianças

Depois do post anterior Solidariedade Britânica, sobre a ação filantrópica da Cambridge University, descubro que o Banca Itaú está promovendo uma ação digna de ser divulgada e muito elogiada!!




A Fundação do Itaú - Feito Para Você, colocou no ar uma campanha chamada LER FAZ CRESCER, com o objeitvo de distribuir 8 milhões de livros, gratuitamente, para crianças de até 6 anos. 


 
A Coleção Itaú de Livros Infantis é composta por 4 volumes, e você assume o compromisso de ler o livro para uma criança (ou quantas quiser) e, depois, repassar os livros adiante para que outro adulto faça o mesmo. Assim, nessa corrente da leitura, cada vez mais crianças poderão ter acesso - gratuito - ao fantástico mundo dos livros. Não é incrível?

O slogan da campanha: Histórias podem mudar a história de muitas crianças é também o fundamento em que acredita o banco, pois, na visão deles, só a leitura pode fazer essas crianças acreditarem que podem mudar suas histórias. 




 
E quer saber? Eles estão certos!! Vale a pena entrarem no site e se cadastarem, para receberem livros no Brasil inteiro. Não fiquem de fora dessa!!




Peço, por favor, que ajudem na divulgação também. Uma coisa boa dessas TEM  que aparecer para todos. É ou não é?!



OBS.: Todas as imagens foram retiradas do Google Images.

24 de ago. de 2010

[Bienal do Livro] Conheça o perfil dos visitantes da Bienal

Matéria divulgada no PublishNews, de 23 de agosto de 2010, mostra o perfil dos visitantes da 21ª Bienal Internacional do Livro. Vale a pena dar uma olhada e conhecer um pouco mais deste público!


Das mais de 700 mil pessoas que visitaram a Bienal Internacional do Livro de São Paulo em 2010, 59% eram mulheres (esse nado não se aplica à palestra de Mia Couto e José Eduardo Agualusa, quando elas representaram 77% do auditório! Estatística nossa...). Do público total, 75% têm nível superior de ensino e 93% consideraram a feira ótima ou boa (para 5%, ela foi regular).

Quanto à organização, 83% disseram que ela foi ótima ou boa e 16% a consideraram regular. A praça de alimentação, que melhorou bastante em relação a 2008 mas que ainda precisa de melhorias, recebeu as piores avaliações - 37% a consideraram ótima ou boa, mas para 25% dos que responderam, ela foi regular. Ruim ou péssima foi a resposta de 16% dos visitantes.

Os dados foram apurados pelo Instituto Datafolha, contratado pela organização da feira para mapear o perfil de seus visitantes, e o levantamento considerou apenas aqueles maiores de 14 anos. Dados relativos ao faturamento dos expositores ainda estão sendo fechados.

Sobre a variedade de livros expostos nos estandes, o público elogiou a diversidade: 94% apontaram as opções oferecidas na feira como ótimas ou boas. Em relação à idade dos visitantes com mais de 14 anos, 34% tinham até 25 anos; 32%, de 26 a 40 anos; 25%, de 41 a 55 anos; e 9%, mais de 56 anos.

23 de ago. de 2010

[Bienal do Livro] Balanço Final

Ao ler a matéria publicada no PublishNews de hoje, fiquei impressionada com os números sobre a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O balanço oficial só será divulgado nesta quarta-feira, quando também serão apresentados dados relativos ao faturamento dos expositores, mas já podemos ter uma boa ideia de como o evento foi mais do que satisfatório!



Foram mais de 703 mil visitantes! A expectativa era de que esse número chegasse aos 745 mil visitantes, mas de qualquer maneira, a meta de ultrapassar os 660 mil da edição passada foi superada!

Para a organização e divulgação do evento foram investidos R$ 30 milhões (em 2008, foram R$ 22 milhões), que certamente valeram cada centavo! Os visitantes encontraram uma Bienal mais confortável, embora ainda com problemas de estacionamento (muito caro e superlotados), transporte para o metrô (filas quilométricas) e alimentação (mais opções neste ano, mas insuficientes para dias como o último sábado, que recebeu mais de 100 mil pessoas). 
Quem também não tem sobre o que reclamar são as editoras, livrarias e distribuidoras: estão todos sorrindo com as vendas! Participaram desta edição 350 expositores, representando 900 selos editoriais. 
Nos 10 dias de feira, foram lançados nada menos do que 4.200 livros. 
A programação cultural foi o ponto alto desta edição, que contou com um conselho curador responsável pelas atrações que duraram 1.100 horas e levaram mais de 260 mil pessoas aos auditórios. 
Outro número animador é o da quantidade de crianças que passaram por lá: 288 mil (sendo que 134 mil foram através do programa de visitação escolar). 
A Bienal do Internacional do Livro de São Paulo é organizada pela Câmara Brasileira do Livro e pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e já tem data para a edição de 2012: será entre os dias 9 de 19 de agosto.


Fonte: PublishNews


OBS.: Para verem todas as fotos que tirei do evento, basta acessar o ÁLBUM DE FOTOS DO PICASSA

7 de ago. de 2010

O porquê da FLIP

Lembro que ainda estava no colégio quando aconteceu a primeira edição da Feira Literária Internacional de Paraty, a FLIP, em 2003. E foi nesta mesma edição que afirmei, confiante, que um dia eu ainda estaria lá. Foi apenas na edição de 2007, quatro anos depois, que consegui realizar este sonho.

Estava no último ano da faculdade de jornalismo da PUC-SP e meu TCC era sobre Nelson Rodrigues (qualquer dia farei um post sobre isso aqui), o homenageado de FLIP naquele mesmo ano. Conspirando a meu favor, meu pai trabalhava no Grupo Ediouro, que estava publicando as novas edições dos livros de Nelson. Prato cheio, né? Lá fui eu para Paraty!

Foi uma experiência única e, infelizmente, nunca mais a repeti, ainda.
É uma época em que se respira cultura, inala-se literatura... Cruzamos as ruas com autores famosos, vamos às festas e baladas com jornalistas, agentes e editores. É um luxo para o mercado. É um sonho aos aspirantes!

Deixando de lado toda importância do evento à cidade de Paraty, pois creio que isso seja bastante claro a todos nós, falemos aqui da importância de um evento como esse para o Brasil.
A FLIP recebe, todos os anos, autores mundialmente respeitados. E, por conta disso, o Brasil passou a fazer parte do cricuito dos festivais internacionais de literatura, sendo considerada um dos principais eventos do ramo; não só pelos autores convidados, mas também por todos os shows, debates, exposições, exibições, apresentações, oficinas e atividades que proporciona, aos adultos e às crianças. 






Concordo que a elite cultural do país é quem povoa as ruas da bela cidade do Rio de Janeiro nestes breves quatro dias de eventos. E que é um quadro que, dificilmente, mudará. Porém, incluir o Brasil neste circuito elitista de luxo cultural, é SIM um avanço para nosso país. É um convite ao exterior a conhecerem o nosso lado cultural, os nossos leitores, as nossas editoras, os nossos publishers. 


Por isso, eu sou muito a favor da FLIP. E aconselho, a todos vocês, passarem ao menos um dia por essa festa incrível, em alguma das próximas edições! E então, contem se eu estava certa, ou não...


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DICAS:

- O BLOG DA FLIP disponibilizou todos os vídeos das palestras desta edição que se encerra amanhã, 08/08/2010. Vale a pena dar aquela espiadinha...

- O BLOG DA COMPANHIA DAS LETRAS fez uma cobertura deliciosa de se ler sobre esta edição da FLIP, incluindo trechos de leituras feitas pelos próprios autores. Recomendo que facam uma boa leitura por lá.

23 de jul. de 2010

Um sonho de criança

Quando penso na minha infância, uma das primeiras lembranças que me vem à mente, é do Depósito de livros da Companhia das Letras. Meu pai, Ivo Camargo, era o Gerente de Vendas da editora na época, mas, para mim, ele era o Rei do Universo dos Livros. Eu adorava ir com ele passear entre aquelas estantes e caixas de livros e mais livros. Eu era alucinada pelos lançamentos "Uma letra puxa a outra" e "Um número depois do outro". Bom, tão alucinada que não esqueci o título destes livros até hoje. 

Meu pai trabalhou anos e mais anos na Companhia das Letras e, quando saiu de lá, deixou uma coisa enorme em mim: o carinho especial que eu tenho por essa editora e pelos livros.

Todo mundo sabe que eu acabei me tornando uma profissional do livro. Mas o que poucos sabem, é que se hoje sou tão envolvida com o Mundo Editorial, é tudo culpa da Companhia das Letras e do mundo mágico que essa editora proporcionou na minha infância.

Eu não tenho vergonha alguma de deixar claro que, para mim, ela é o modelo do mundo editorial ideal. Talvez porque eu não trabalhe lá, rs, mas a imagem da minha cabeça é nada menos do que a perfeição.
Me agrada muito e muito os títulos escolhidos e publicados, o cuidado com os textos e com as capas e acabamentos.


Muitas vezes, quando as pessoas falam para mim "Ah, seguiu os passos do pai, hein?!", eu sorrio e penso comigo mesma: "Não... Meu pai foi muito importante porque me apresentou o mundo de quem quero seguir os passos. E esse mundo chama-se Companhia das Letras."


Eu e meu pai, Ivo Camargo: uma inspiração profissional

P.S: Este post tem a ver com o próximo!